Prefeitura inicia campanha educativa e amplia fiscalização no Terminal de Integração do Parque Solon de Lucena

A Prefeitura de João Pessoa iniciou, nesta terça-feira (3), uma campanha educativa para mobilizar e orientar os ambulantes sobre a impossibilidade de realizarem atividades comerciais no Terminal de Integração de Passageiros do Parque Solon de Lucena, no Centro. A iniciativa conta com a participação das Secretarias de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico (Inovacentro); de Desenvolvimento Urbano (Sedurb); da Comunicação (Secom); da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP); e da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

O objetivo é preservar a segurança e evitar acidentes no local. Para isso, é necessário desobstruir e desocupar, de forma permanente, o Terminal de Integração do Parque Solon de Lucena em relação ao comércio informal, para que sirva, exclusivamente, ao embarque e desembarque de passageiros. Estima-se que, diariamente, 120 mil pessoas utilizem este equipamento público, que recebe 67 linhas de ônibus, distribuídas em quatro plataformas. Porém, as atividades comerciais realizadas no Terminal reduzem, perigosamente, os espaços de circulação dos usuários do transporte público, dificultando o acesso aos ônibus e gerando riscos de acidentes.

Para garantir a segurança, mobilidade, ordenamento e controle urbano neste equipamento público, será proibida a permanência e circulação no local de carrinhos de feira, bancas, tabuleiros, ou qualquer outra estrutura utilizada para venda de produtos, em toda a área do Terminal de Integração do Parque Solon de Lucena. A medida também será aplicada nos principais terminais de ônibus, com base no Código de Posturas do Município de João Pessoa (Lei Complementar 07/1995).

“Não é permitido o comércio informal no Terminal de Integração da Lagoa, pois está ocupando espaços indevidamente, de forma irregular. E para evitar novos transtornos, problemas e acidentes, iniciamos uma campanha educativa, em parceria com a Semob-JP, Inovacentro e Guarda Municipal, para mobilizar e orientar os ambulantes de que não podem realizar comércio neste local, e pedindo à população que denuncie esse tipo de irregularidade”, explicou o secretário de Desenvolvimento Urbano de João Pessoa, Marmuthe Cavalcanti.

Na manhã desta terça-feira (3) foram fixados adesivos no Terminal do Parque Solon de Lucena, informando a todos que o local é uma área restrita para embarque e desembarque de passageiros, sendo proibida a comercialização de produtos. Além disso, serão ampliadas as ações de fiscalização, com a presença constante de servidores da Semob-JP, responsável pelo Terminal; de agentes de controle urbano da Sedurb; e de guardas municipais. Também está prevista a instalação de uma base permanente da Semob-JP no local, contribuindo para garantir a correta e adequada utilização deste equipamento público, sem atividades comerciais.

“O objetivo principal é preservar a vida das pessoas, gerando mais segurança no Terminal da Lagoa. Por isso, faremos o convite para que todos os comerciantes que estão ocupando as plataformas, possam se deslocar para outros espaços. Já estamos fazendo uma avaliação sobre novos locais e temos mais de 150 boxes disponíveis no Mercado Central. Inclusive, muitos ambulantes que estão no Terminal da Lagoa são oriundos de lá, e trazem frutas e verduras do mercado para vender no Terminal”, revelou o secretário Marmuthe Cavalcanti.

População é aliada da segurança – As denúncias sobre ocupação irregular das plataformas e calçadas do Terminal de Integração do Parque Solon de Lucena, e demais terminais de ônibus, podem ser feitas através do aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’, pelos telefones: (83) 98841-9383 (Semob) e (83) 98825-0723 (Sedurb), de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h; ou pelo Disque 153 da Guarda Civil Metropolitana, que funciona 24 horas por dia.

Eleição do Conselho Municipal de Saúde acontece em março – Prefeitura Municipal de Bonito

O Conselho Municipal de Saúde de Bonito publicou edital de convocação para a eleição da nova composição do colegiado, referente ao biênio 2026/2028. O processo contempla representantes dos usuários do SUS, trabalhadores da saúde e gestores ou prestadores de serviços.

As reuniões dos fóruns setoriais acontecem nos dias 5 e 12 de março, e a eleição dos conselheiros titulares e suplentes está marcada para o dia 17 de março, com posse da Mesa Diretora na mesma data.

As atividades serão realizadas na sede do Conselho, em Bonito, na Rua Dr. Conrado, nº 854, Vila Donária. A participação é aberta aos segmentos previstos em legislação e regimento interno.

Confira o edital na íntegra.

Entenda relação entre a causa palestina e a guerra contra o Irã

Por MRNews

O ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023 inaugurou uma nova fase do conflito no Oriente Médio em torno dos territórios palestinos. Para alguns analistas, os ataques contra o Irã são também consequência da guerra na Faixa de Gaza e da colonização da Cisjordânia, ainda que indiretamente.

Os governos de Israel e dos Estados Unidos (EUA) estariam aproveitando as fragilidades econômicas do Irã, motivadas em parte pelas sanções ocidentais, e os rachas políticos internos, evidenciados em protestos violentos no início do ano, para cortar o apoio ao Eixo da Resistência, dado por Teerã. 

Tal eixo é formado por grupos armados que resistem à política de Israel e dos EUA no Oriente Médio, como Hezbollah, Hamas ou os Huthis no Iêmen. A queda do governo de Bassar al-Assad na Síria, após 13 anos de guerra financiada por potências estrangeiras, também teria sido uma consequência da intensificação da guerra contra o Eixo da Resistência, uma vez que a Síria era uma aliada do Irã.

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O professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo (SP) Bruno Huberman afirmou à Agência Brasil que as agressões contra o Irã são uma das consequências do 7 de Outubro, porque Teerã é a principal força de oposição a política de Washington e Tel-Aviv no Oriente Médio.  

“A solidariedade com a causa palestina sempre esteve no centro do projeto político iraniano desde 1979 [Ano da Revolução Iraniana]. Isso é uma das razões pelas quais o Irã tem sido confrontado.”

Para o especialista, o Irã tem forte relevância para a questão palestina e para os grupos islâmicos de resistência armada que buscam revolução armada e libertação nacional radical na Palestina.

Huberman acrescenta que a queda do Irã permitirá que os EUA e Israel reorganizem o Oriente Médio “como bem entendem”. Para ele, o conflito facilita o avanço da anexação da Cisjordânia por Israel.  

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“Desde o cessar-fogo em Gaza, Israel tem avançado de forma significativa na colonização e na anexação de território na Cisjordânia. E, durante essa guerra no Irã, isso deve se fortalecer.”

No mês passado, Israel aprovou novas regras para compra de terras palestinas por israelenses na Cisjordânia, medida denunciada como tentativa de avançar sobre o território palestino. Em 2025, pelo menos 40 mil palestinos foram expulsos de suas residências na região. 

Mudança de cenário

Por outro lado, o professor avalia que a queda de Teerã não inviabiliza a causa palestina, apesar de mudar o cenário. “O Irã se envolveu mais no apoio à luta armada, assim como o Catar, enquanto outros países apoiam projetos humanitários, de desenvolvimento, ou só de forma retórica.”

Os grupos xiitas Hezbollah, no Líbano, e os Huthis, do Iêmen, são exemplos de grupos armados do Eixo da Resistência, apoiados pelo Irã, que se lançaram em ataques contra Israel em apoio à Gaza. 

Pessoas correm no Líbano, após ataques entre Hezbollah e Israel em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã. Reuters – Proibido reprodução

Direito internacional

Para outros analistas, não é possível traçar uma relação direta entre o 7 de Outubro e as agressões contra o Irã, ainda que os dois acontecimentos estejam de alguma forma conectados. É o que defende a professora Rashmi Singh, da pós-graduação em relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais.

Para ela, a ação israelense em Gaza e na Cisjordânia serviu para normalizar, pelos países ocidentais, a aplicação seletiva do direito internacional. 

Rashmi cita, como exemplos, “o genocídio na Palestina, os bombardeios ilegais de hospitais, escolas, universidades, igrejas, mesquitas e outras infraestruturas civis” por parte de Israel, assim como “atos terroristas [de Israel] em outros países – como os ataques com pagers no Líbano –, que foram saudados pelo Ocidente não como terrorismo, mas como ‘estrategicamente brilhantes por parte de Israel’”.

A professora da PUC de Minas acrescenta que todas essas violações do direito internacional ocorreram com o silêncio ou cumplicidade dos países europeus e norte-americanos.

“Os ataques ilegais ao Irã, há oito meses, também foram elogiados. Portanto, a Palestina não está diretamente relacionada aos ataques ao Irã, mas estabeleceu o padrão do que é permitido nas relações internacionais. Estabeleceu o cenário para o que está acontecendo no Irã”.

Rashmi Singh acrescenta que, apesar do apoio que o Irã fornece aos grupos de resistência palestinos, a causa palestina não depende exclusivamente do Irã, “ou de qualquer outro ator externo”. “O apoio externo é um fator, mas não é o único”, destacou.

Rashmi Singh, professora da PUC Minas, analisa consequências do conflito EUA-Irã. Frame/TV Assembleia MG

Ao mesmo tempo, a professora alerta que Israel tem usado a guerra para “expandir seu roubo territorial ilegal de terras palestinas”.

“Gaza foi completamente isolada novamente – contrariando o acordo de cessar-fogo – e os colonos, israelenses, na Cisjordânia estão ocupados aterrorizando os palestinos, matando e assediando, com o apoio total das Forças de Defesa de Israel.”

Influencia o contexto

Ao mesmo tempo, há analistas que atribuem uma influência do 7 de Outubro ao contexto geral do Oriente Médio, sem que o ataque do Hamas possa explicar, sozinho, a decisão de Israel e dos EUA de atacarem o Irã.

Essa é a avaliação da professora de relações internacionais do Ibmec SP, Karina Stange Caladrin, que também é assessora do Instituto Brasil-Israel.

“Desde 2023, a guerra em Gaza ‘regionalizou’ a dinâmica de segurança: Israel passou a tratar o chamado eixo de resistência – Hamas, Hezbollah, Houthis e milícias aliadas – como um tabuleiro integrado, e o Irã como o principal patrocinador, financeira, militar e politicamente, dessa rede.”

Caladrin acrescenta que, nesse contexto, a guerra em Gaza e a escalada dos conflitos na Cisjordânia criaram incentivos para ampliar a pressão contra Teerã. Para ela, a guerra contra o Irã também tira a agenda palestina do noticiário e corta parte do respaldo que grupos palestinos recebem do Irã.

“Paradoxalmente, uma escalada maior pode radicalizar narrativas, aumentar polarização e ampliar a mobilização transnacional em torno da Palestina, mas isso não se traduz automaticamente em ganhos políticos concretos para Gaza e Cisjordânia”, acrescentou.

Por outro lado, Karina Caladrin pondera que, caso o regime do Irã sobreviva, o mais provável é que reafirme seu papel regional. “O que, de novo, não equivale a avanços políticos palestinos; pode significar apenas que a causa continua ‘útil’ como símbolo em uma competição geopolítica mais ampla.”

A causa palestina

Costuma-se fixar o início do conflito israel-palestino à criação do Estado de Israel, ainda em 1948. Naquele ano, ocorre a Nakba – catástrofe, em árabe – do povo palestino, quando mais de 700 mil palestinos são expulsos da suas terras, e cerca de 450 vilas são destruídas. 

Esses acontecimentos dariam início à “causa palestina”, como a conhecemos hoje, que é a defesa do retorno dos refugiados à suas casas e o estabelecimento da independência e criação do Estado Palestino.

Em oposição, Israel rejeita qualquer medida que resulte na criação de um Estado Palestino em suas fronteiras, conforme exige o direito internacional e a maioria dos países do mundo.  

Cerest de Campo Grande está entre os melhores do Brasil – CGNotícias

O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Regional de Campo Grande alcançou pontuação máxima na avaliação nacional promovida pelo Ministério da Saúde referente ao ano de 2025, consolidando a Capital como destaque no cenário brasileiro da Vigilância em Saúde do Trabalhador. Dos 239 CEREST habilitados no Brasil, apenas 39 atingiram a nota máxima — e, em Mato Grosso do Sul, Campo Grande foi o único a conquistar o resultado máximo.

Vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) e integrante da rede do Sistema Único de Saúde (SUS), o CEREST é responsável por coordenar, orientar e fortalecer as ações de saúde do trabalhador em nove municípios de Mato Grosso do Sul: Campo Grande, Bandeirantes, Corguinho, Rochedo, Sidrolândia, Ribas do Rio Pardo, Jaraguari, Camapuã e Terenos.

O reconhecimento nacional reflete um trabalho técnico contínuo, estruturado e estratégico. Somente em 2025, já foram desenvolvidas mais de 140 ações qualificadas, entre inspeções sanitárias, apoio matricial à rede de saúde, capacitações e atividades educativas — todas voltadas à prevenção de acidentes, identificação precoce de riscos ocupacionais e fortalecimento da assistência aos trabalhadores.

Entre as principais frentes de trabalho estão as inspeções em ambientes e processos produtivos, com avaliação das condições estruturais, organização do trabalho e exposição a riscos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos. Quando necessário, são emitidos relatórios técnicos, recomendações sanitárias e encaminhamentos aos órgãos competentes.

Além disso, são realizadas ações de apoio matricial junto à Atenção Primária, Atenção Especializada, Urgência e Vigilância em Saúde. Na prática, o CEREST atua como suporte técnico-pedagógico às equipes da rede municipal e regional, qualificando o atendimento sem substituir os serviços locais.

O Centro também promove capacitações e atividades educativas, fortalecendo a formação permanente dos profissionais de saúde e ampliando a cultura de prevenção nos municípios atendidos.

Avaliação nacional

A avaliação do Ministério da Saúde considerou critérios técnicos como organização dos processos de trabalho, articulação com a Atenção Primária, desenvolvimento de ações de vigilância, educação permanente, planejamento estratégico e atuação intersetorial.

Mais do que um reconhecimento administrativo, a pontuação máxima certifica que Campo Grande mantém um sistema estruturado, capaz de prevenir agravos, reduzir riscos ocupacionais e promover ambientes laborais mais seguros e saudáveis.

“O resultado reforça o compromisso institucional com a qualidade técnica e a proteção da população trabalhadora, não apenas da Capital, mas de toda a região”, destacou a gerente do CEREST Regional, Keila Barreto Araújo Quadros.

O trabalho do CEREST impacta diretamente trabalhadores da construção civil, da saúde, do comércio, da indústria e de diversos outros setores. Ao atuar de forma preventiva, técnica e articulada, o Centro contribui para reduzir afastamentos, evitar acidentes e promover qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Clube 20 Mil Livelo com milheiro abaixo de R$ 23? Veja se vale a pena o upgrade

Por MRNews

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A Livelo lançou uma promoção agressiva para upgrade ao Clube Livelo Top 20.000, com promessa de até 100 mil pontos bônus. Dependendo da forma de pagamento escolhida, o custo do milheiro pode ficar abaixo de R$ 23, o que chama bastante atenção.

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Além disso, vale reforçar: o regulamento prevê contrato de permanência e as regras podem ser alteradas conforme política do programa. Portanto, avalie se faz sentido para sua estratégia.

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Agência Minas Gerais | Epamig e Senar promovem curso sobre peixes ornamentais em Leopoldina 


A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e o Sistema Faemg Senar Minas promovem, de 9 a 13/3, um curso de formação profissional rural de peixes ornamentais, no Campo Experimental da Epamig em Leopoldina (CELP).

A capacitação será direcionada aos produtores locais, que terão a oportunidade de se aprofundar em temas como os procedimentos legais para a regularização da piscicultura, os sistemas de manejo, o preparo dos viveiros para a recepção dos peixes, o povoamento, os cuidados sanitários, entre outros.

“O nosso objetivo é promover a profissionalização, a sustentabilidade ambiental, a maior eficiência produtiva e a rentabilidade na piscicultura, fortalecendo a atividade ornamental como mais uma possibilidade de geração de renda. Será uma excelente oportunidade para os produtores”, ressaltou Pedro Reis, gerente do CELP.

Os conteúdos da formação, que somam carga horária total de 40 horas, serão conduzidos por profissionais do Sistema Faemg Senar Minas. Para participar é necessário realizar a inscrição prévia. O contato deve ser feito com a mobilizadora do Sistema, Tereza Garcia, pelo telefone: (32) 9999-3937.

Apoio à cadeia da piscicultura ornamental

A Epamig atua na adaptação e transferência de tecnologias que fortaleçam a cadeia produtiva da piscicultura ornamental no estado.

No Campo Experimental de Leopoldina, está localizado o Centro de Referência em Piscicultura Ornamental de Água Doce, onde são conduzidas pesquisas, mantidos plantéis de peixes ornamentais e difundidos conhecimentos técnicos voltados ao aprimoramento do manejo, da reprodução e da qualidade genética.

Também como estratégia de difusão, a Epamig participa de eventos e capacitações junto a instituições parceiras, buscando ampliar inovações e apoiar a expansão sustentável da atividade.

Projeto apoiado pela Fundect usa nanotecnologia para ampliar efeito de quimioterápicos – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com apoio do Governo do Estado, por meio da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul), avançou no desenvolvimento de uma nova forma de “transportar” medicamentos usados na quimioterapia.

O transporte é como o medicamento entra no organismo, circula pelo corpo e chega à célula doente. Em testes experimentais, a tecnologia alcançou até 99,6% de inibição do crescimento tumoral e redução superior a 90% no peso dos tumores, ou seja, o câncer cresceu menos e permaneceu menor.

O projeto foi contemplado pela Chamada Especial Fundect/UFMS 23/2022 – Atração de Recém-doutores para Mato Grosso do Sul, com recursos da Fundect, e também recebeu recursos do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS), iniciativa voltada ao fortalecimento da pesquisa científica aplicada à saúde pública em parceria com o Ministério da Saúde.

O estudo trabalha com nanopartículas, estruturas extremamente pequenas (milhares de vezes menores que a espessura de um fio de cabelo, por exemplo). Produzidas a partir de sílica, essas partículas funcionam como “veículos” dos medicamentos, levando o quimioterápico, através do corpo, diretamente até as células doentes. Desta forma, é possível manter o efeito do tratamento utilizando quantidades menores do fármaco.

“O planejamento do tamanho e da morfologia da matriz carreadora, assim como a adição dos fármacos, foi bem-sucedido, mantendo a atividade anticâncer dos medicamentos e reduzindo as concentrações necessárias”, afirma o professor da UFMS, Marcos Utrera Martines, responsável pela pesquisa. Nos testes realizados em laboratório, as nanopartículas demonstraram forte capacidade de impedir a multiplicação das células tumorais. Os resultados também indicaram alta seletividade, ou seja, a tecnologia foi muito mais eficaz contra células cancerígenas do que contra células saudáveis, o que aponta para a possibilidade de reduzir efeitos colaterais comuns da quimioterapia tradicional.

Em uma etapa seguinte, os pesquisadores avaliaram o desempenho da tecnologia em testes experimentais que analisaram o crescimento e o peso dos tumores. As nanopartículas contendo citarabina e doxorrubicina apresentaram os melhores resultados, com índices de inibição do crescimento tumoral de até 99,6% e redução do peso tumoral acima de 90%.

A pesquisa também utilizou o ácido fólico como estratégia de direcionamento. Muitas células cancerígenas apresentam grande quantidade de receptores dessa substância, o que facilita que o medicamento seja conduzido preferencialmente até o tumor.

O professor Martines explica que o ácido fólico funciona como um ‘endereço’ para o medicamento, pois muitas células cancerígenas têm mais receptores dessa substância em sua superfície. “O ácido fólico é usado como direcionador de fármacos porque diversas células cancerígenas superexpressam receptores de folato na sua superfície”, completa.

O projeto resultou ainda em pedidos de patentes e apresenta potencial de transferência tecnológica para o setor produtivo e para o Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de parcerias para o desenvolvimento produtivo ou da criação de empresas de base tecnológica. A expectativa da equipe de pesquisadores é que, com a continuidade dos estudos, a tecnologia contribua para ampliar o acesso a tratamentos mais eficientes e com menor impacto ao organismo.

“Ao apoiar projetos como este, a Fundect fortalece a pesquisa científica em Mato Grosso do Sul, estimula a formação de pesquisadores qualificados atraindo mais doutores para nosso Estado e contribui para o desenvolvimento de tecnologias com potencial de aplicação futura no Sistema Único de Saúde”, afirma Cristiano Carvalho, diretor-presidente da Fundect.

Fundect: MS ama Ciência

A partir desta publicação, a Fundect inicia a série de reportagens Fundect: MS ama Ciência. O objetivo é divulgar pesquisas apoiadas pela Fundect que já apresentam resultados com potencial de impacto para a sociedade.

Ao longo das publicações, serão divulgadas informações sobre os relatórios técnicos dos projetos financiados, acompanhados de entrevistas com os pesquisadores responsáveis, destacando como o investimento público em ciência tem contribuído para o desenvolvimento científico e tecnológico em Mato Grosso do Sul.

Comunicação Fundect
Foto: Acervo do Pesquisador

Prefeitura de Guaratinguetá promove Dia D de Vacinação contra a Febre Amarela – Prefeitura Estância Turística Guaratinguetá

📅 07/03/2026 (sábado)

⏰ Das 7h às 13h

📍 Unidades: COHAB, Jardim do Vale, Pedregulho, Santa Luzia, Eng. Neiva, Parque São Francisco e Oswaldo Cruz.

As unidades foram selecionadas após levantamento que identificou baixa adesão vacinal, especialmente em menores de 5 anos.

👶 Público: 9 meses a 59 anos, conforme orientação do Ministério da Saúde.

✔️ Haverá também atualização da caderneta de vacinação.

💛 Proteja-se. Vacinar é um ato de cuidado!

Prefeitura de Bonito realiza evento especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher nesta sexta-feira – Prefeitura Municipal de Bonito

A Prefeitura de Bonito promove, nesta sexta-feira, uma programação especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher, com o tema “Vozes que Transformam: Mulheres em Ação”. O evento será realizado na Praça da Marambaia, das 7h às 20h, reunindo atividades físicas, palestras, oficinas, serviços gratuitos e atrações culturais voltadas à valorização, ao cuidado e ao fortalecimento das mulheres bonitenses.

Confira a programação completa:

Programação – Dia Internacional da Mulher – Vozes que Transformam: Mulheres em Ação
Praça da Marambaia – 7h às 20h

7h – Aula de Ioga – Professora Eliana Ferreira
7h30 – Aula Ginástica para Todas – Professora Marina Barbosa
8h – Abertura do evento com a Banda Municipal de Bonito
8h às 20h – Feira Criativa

Palestras

8h30 – Orientação Projeto Grupo Onça-Pintada
9h às 9h40 – Tema: Programa Mulher Segura (PROMUSE): Violência doméstica: preciso ter coragem para denunciar, mas como devo fazer? – Capitã Bruna Carla Sanches Rodrigues e Soldada Ana Carolina Belini Jacques
10h às 10h40 – Tema: Alimentação no cotidiano, obesidade e saúde da mulher – Dra. Lilian Santana
11h às 11h40 – Tema: Coração da mulher: prevenção começa cedo – Dra. Deise Regina Zvoboter
13h às 13h40 – Tema: Sou mulher, empreendedora e muito mais! – Lorrany Godoy
14h às 14h40 – Tema: Valorização da mulher – Lourdes Schwind
15h às 15h40 – Assinatura Convênio FUNDTUR – IASB – Projeto Marambaia Eco Criativa
16h às 16h40 – Tema: Saúde reprodutiva da mulher • Planejamento familiar • Métodos contraceptivos reversíveis de longa duração • Fluxo de atendimento nas Unidades Básicas de Saúde – Enfermeira Kauana Brum Kian
17h às 17h40 – Tema: Climatério e menopausa: saúde hormonal e envelhecimento saudável – Dra. Adriana Cuevas

Oficinas e Atividades

8h às 8h40 – Oficina SAS – Tema: Linhas que acolhem – atividades de reutilização de materiais recicláveis associadas ao crochê
9h às 9h40 – Oficinas CAPS – Tema: Entre Laços e Abraços
10h às 10h40 – Oficina SAS – Tema: Gentileza é uma necessidade básica
13h às 13h40 – Oficina CAPS – Tema: Autocuidado e saúde emocional da mulher
14h às 14h40 – Aula de Defesa Pessoal – Professor Leandro Macedo
15h às 15h40 – Roda de Conversa: Prevenção e autoproteção: informações que salvam vidas – Capitã Sabrine Azambuja
16h às 16h40 – Oficina CER – Tema: Dinâmica: Cuidar de quem cuida

Encerramento

17h40 – Aquecimento – Professor Isaias Araújo Tomas
18h – Aula de Dança – Professora Marlei Aparecida dos Santos Rosa
19h – Coral do CAPS – Baile Grupo MPJ

Serviços oferecidos

Projeto Grupo Onça-Pintada – Ônibus
Ação de prevenção e combate ao Câncer de Mama

Saúde
Verificação da pressão arterial
Avaliação do índice de massa corporal, peso e altura
Vacinação
Orientações sobre infecções sexualmente transmissíveis e distribuição de preservativos
Busca ativa para realização de exame preventivo
Orientações individuais em saúde
Atualização Cartão SUS
Orientações sobre o Programa Remédio na Porta

Atendimentos – período noturno – foco em mulheres que trabalham
Verificação da pressão arterial
Vacinação
Avaliação do índice de massa corporal e avaliação corporal
Distribuição de preservativos
Oficinas terapêuticas leves promovidas pelo Centro de Atenção Psicossocial

Assistência Social
Orientação e encaminhamento para solicitação do Passe Livre Intermunicipal
Orientação e encaminhamento para solicitação do Passe Livre Interestadual
Orientação e atualização do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal
Orientações sobre o Benefício de Prestação Continuada
Orientações sobre documentação civil
Atividades de recreação e convivência (brincadeiras, pula-pula, pintura fácil)
Orientações sobre os serviços ofertados pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social

Corte de cabelo (período da manhã) – Profissional: Pedro Davi Delgado
Corte de cabelo (período da manhã) – Profissional: Joana Machado
Corte de cabelo (período da tarde) – Profissional: Thiely Cintia Silva
Designer de sobrancelha simples (período da manhã) – Profissional: Daniele Lencina

A Prefeitura de Bonito convida toda a população a participar deste momento especial de reconhecimento, cuidado e fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres. O evento é gratuito e aberto ao público.

Apoio: Polícia Militar, Polícia Militar Ambiental, Polícia Civil, Guarda Municipal, Sebrae, Marambaia Eco Criativa, Grupo Onça Pintada e deputado estadual Paulo Corrêa.

Enel constata gás no buraco aberto por explosão na rua da Consolação

Por MRNews

A Rua da Consolação, na região central de São Paulo, foi liberada para o trânsito por volta das 6h20 da manhã desta terça-feira (3). No domingo (1º), após a explosão que abriu um buraco na pista, a via foi interditada ao tráfego. 

Em nota, a Enel, distribuidora de energia de São Paulo, informou que, ao tomar conhecimento do ocorrido, enviou imediatamente uma equipe ao local, e, após análise na cratera aberta, identificou acúmulo de gás.

“Na manhã desta segunda-feira (2), técnicos da companhia identificaram a presença de gás inflamável no local. As equipes da distribuidora atuaram prontamente e seguem no local para apoiar a recuperação da estrutura de alvenaria que foi danificada pelo incidente”.

Economia brasileira cresce 2,3% em 2025, revela IBGE

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A empresa diz ainda que “constatou que a rede elétrica subterrânea da distribuidora não foi danificada pela explosão na rua da Consolação. Cabe destacar que no local havia apenas cabos de energia e não equipamentos como transformadores”.

Em função do enorme buraco aberto, a via foi interditada ao tráfego que teve de ser desviado. Após obras de reparos, foi colocada uma chapa de aço no local, tornando possível a passagem de veículos.

 

São Paulo (SP)-02/03/2026. Explosão abre cratera na rua da Consolação na altura do número 2104, em São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil – Paulo Pinto/ Agência Brasil

Comgás não identifica vazamento de gás

A Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) foi acionada ainda na noite de domingo, logo após a explosão e foi ao local. A empresa publicou uma nota na qual informa que “após uma averiguação, não identificou vazamento, e ressalta que o incidente no local não tem relação com a rede de gás encanado”. A Comgas não comentou a nota da Enel sobre o acúmulo de gás.

Já a Sabesp, empresa responsável pelo serviço de água e esgoto da capital paulista, esteve também na Consolação, realizou testes e informou não ter relação com o acidente.