Dona de casa viaja 212 km para participar do Mutirão Todos em Ação – CGNotícias

A segunda edição do Mutirão Todos em Ação foi realizada neste sábado (25), na Escola Municipal João Cândido de Souza, no Jardim Anache, em Campo Grande, reunindo centenas de moradores em busca de atendimentos gratuitos.

A prefeita Adriane Lopes destacou a importância do mutirão como ferramenta de aproximação entre o poder público e a população. “O Mutirão Todos em Ação é fundamental para garantir o acesso da população aos serviços essenciais. Estamos levando atendimentos para perto das pessoas, facilitando a vida de quem mais precisa. Essa é uma ação que percorre as sete regiões de Campo Grande, fortalecendo a cidadania e promovendo inclusão em toda a cidade”, afirmou.

Com mais de 300 serviços ofertados, a iniciativa contou com a participação de diversas secretarias municipais, além de importantes parceiros institucionais, como a Defensoria Pública, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul, universidades como Insted, Unigran e UCDB, além de organizações da sociedade civil como o Lions Club. O mutirão é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Campo Grande, Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, Câmara Municipal, Fecomércio MS, Senac e diversas instituições, com o objetivo de aproximar os serviços públicos da população e promover mais qualidade de vida nos bairros.

A ação aconteceu em uma das regiões mais populosas da Capital e começou cedo: ainda antes do amanhecer, moradores já formavam filas em busca de atendimento.

Um dos destaques foi a história de Ornelia Maria Barbosa da Silva, de 74 anos, que saiu do município de Miranda especialmente para participar do mutirão. Segundo ela, a oportunidade surgiu por meio da filha. “Ela viu a ação e disse que seria a chance de eu arrumar meus documentos. Sou casada há dez anos e preciso colocar o nome do meu marido no documento. Na minha cidade não tem esse evento, então me programei e vim. Cheguei aqui às 5h40 da manhã para garantir minha senha”, relatou.

Outro exemplo do impacto da iniciativa foi o professor Thiago Kohagura, de 42 anos, primeiro da fila para vacinação. Atual vice-diretor da escola onde o evento foi realizado, ele destacou a importância do mutirão para a comunidade escolar e para a população da região, reforçando o papel social da ação ao facilitar o acesso a serviços essenciais.

A dona de casa Angela Maria Oliveira Carvalho, de 57 anos, também aproveitou a oportunidade para atualizar seu cadastro na Agência Municipal de Habitação (Emha). Morando atualmente de aluguel, ela vê no atendimento uma possibilidade concreta de mudança de vida. “Essa pode ser a chance de ser contemplada em um próximo sorteio e conquistar minha casa própria”, afirmou.

O Mutirão Todos em Ação reafirma o compromisso da Prefeitura de Campo Grande em levar serviços essenciais diretamente à população, promovendo cidadania, inclusão e acesso facilitado a direitos, especialmente para aqueles que mais precisam.

Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões

Por MRNews

A Semana de Vacinação nas Escolas tem meta de imunizar 27 milhões de estudantes de escolas públicas do país até a próxima quinta-feira (30). A campanha que começou nesta sexta-feira (24) visa atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de 9 meses a 15 anos com a oferta de seis tipos de imunizantes.

As vacinas ofertadas são: HPV, febre amarela, tríplice viral, tríplice bacteriana (DTP), meningocócica ACWY e covid-19. A estratégia também inclui a vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos que ainda não se imunizaram.

A vacinação é realizada por profissionais de saúde, mediante autorização dos pais ou responsáveis.

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Mutirão do INSS prevê 19 mil atendimentos para reduzir fila da perícia

A ação integra o Programa Saúde na Escola (PSE), parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação.

O governo também reforça o uso da Caderneta Digital de Vacinação da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital. Lançada em abril de 2025, a ferramenta já soma mais de 3,3 milhões de acessos e permite acompanhar o histórico de vacinas e consultar as próximas doses.

Agora, o aplicativo tem uma nova funcionalidade e passou a enviar lembretes automáticos para pais, mães e responsáveis, de acordo com a idade das crianças, incentivando a atualização da caderneta.

Cobertura vacinal

Em comunicado, o Ministério da Saúde destacou a reversão da queda histórica nas coberturas vacinais registrada nos anos anteriores, agravada pelos impactos da pandemia de covid-19. De acordo com a pasta, em 2025, todas as vacinas do calendário infantil apresentaram aumento de cobertura em relação a 2022.

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A tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 92,96% de cobertura, ante 80,7% em 2022, mantendo o Brasil livre do sarampo, mesmo diante do avanço de casos na América do Norte.

A vacinação contra o HPV, que previne o câncer de colo de útero, também avançou. A cobertura chegou a 86,11% entre meninas de 9 a 14 anos e a 74,46% entre os meninos. No público feminino, o índice é cinco vezes superior à média mundial.

No caso da meningite, a cobertura da vacina meningocócica ACWY passou de 45,8% em 2022 para 67,75% em 2025.

Com apoio do Governo de MS, Expojardim movimenta economia e impulsiona negócios no campo – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Com uma série de atividades e atrações culturais, a Expojardim conta com apoio do Governo de Mato Grosso do Sul e movimenta a economia jardinense, valorizando a cultura e tradição da região. O governador Eduardo Riedel participou da feira agropecuária nesta sexta-feira (24), visitou os estandes e participou das atrações culturais.

“É um evento que acaba atraindo a população não só de Jardim, mas de toda a região. A feira tem este caráter de entretenimento e diversão para população, junto com os negócios, leilões, exposição de insumos, maquinários”, afirmou o governador.

Riedel destacou ainda que a feira também traz as novas tecnologias do campo. “Um reforço no processo de consolidação das atividades agropecuárias, que vem junto com a movimentação da economia. A cidade fica lotada nestes dias, com movimento acima da média nos hotéis, restaurantes. Mais recursos para Jardim e toda região. Um evento que tem a parceria de todos.”

A feira agropecuária do município é uma das principais da região sudoeste de Mato Grosso do Sul, acontecendo entre os dias 20 e 26 de abril neste ano. O evento reúne leilões de gado, exposição de máquinas e implementos agrícolas, vitrines tecnológicas, praça de alimentação, rodeio profissional (Copa MD Bulls) e shows musicais, atraindo produtores, empresários e famílias da região.

Tradicionalmente integrada às comemorações do aniversário da cidade (14 de maio), a iniciativa fortalece o agronegócio local, movimenta a economia e celebra a cultura rural com atividades para todas as idades. A entrada é gratuita, com proposta de ingresso solidário, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível.

Agenda cheia

A agenda de negócios da Expojardim é um dos grandes pilares desta edição. Entre os dias 21 e 25 de abril,.A expectativa é de que mais de 7 mil cabeças de gado sejam comercializadas ao longo da semana.

A Expojardim também fortalece o turismo e a rede de serviços da cidade, atraindo visitantes de diferentes regiões e promovendo uma semana de oportunidades para empresários, produtores e trabalhadores locais.

Leonardo Rocha, Comunicação Governo de MS
Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS

Guia Lopes da Laguna ganha reforma do hospital, escola e obras para qualificar infraestrutura da cidade

Melhorar a qualidade de vida das pessoas e cuidar da sua saúde. Com este lema o governador Eduardo Riedel entregou neste sábado (25) a reforma e ampliação do Hospital Edemira Nunes de Oliveira, em Guia Lopes da Laguna. O investimento é de R$ 3,5 milhões, por meio de convênio com o município.

A solenidade ocorreu em frente ao hospital. “Temos que celebrar as conquistas. Vim aqui no lançamento da obra e agora entregar o trabalho concluído. O passo seguinte é equipar o hospital e não vamos falhar com o povo de Guia Lopes”, afirmou o governador.

Riedel destacou que a saúde pública é prioridade e que deve ser feita com planejamento. “Construir um hospital nem é tão difícil, o mais complicado é equipar e fazer a manutenção da unidade, para fazer ele funcionar de forma efetiva. Por isso existe este equilíbrio com os gastos públicos”, completou.

A reforma na unidade era muito sonhada pela população e profissionais de saúde da cidade. São melhorias estruturais, que foram planejadas com base técnica, orçamento, fazendo parte do plano estadual de regionalização da saúde.

A obra foi viabilizada por meio de convênio entre o Governo do Estado e o município, e contou com a construção de um necrotério, que ampliou o complexo em 77,64 m². A reforma geral dos blocos 1 e 2, que totalizam 2.028,41 m² somando a área externa.

A reforma contemplou melhorias nas coberturas, piso, revestimentos, forro, esquadrias, bancadas e instalações (elétrica, hidrossanitária, climatização, gases medicinais, preventivas de incêndio e acessibilidade), elevando a infraestrutura do hospital a padrões mais modernos e eficientes.

“Uma obra do povo, como uma política de Estado. Isto demonstra um olha de carinho pela nossa cidade, em prol da população, que é a principal beneficiada”, descreveu o presidente do hospital, Malone Barros.

Infraestrutura

Para qualificar a infraestrutura da região e facilitar o acesso na área rural, foi construída uma ponte de concreto sobre o Rio Feio. A obra foi realizada contratada pelo Governo do Estado, por meio da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos).

Foram investidos R$ 1,9 milhão. A nova ponte facilita o escoamento da produção agrícola e pecuária, beneficiando famílias assentadas em áreas rurais isoladas, integrando a zona produtiva de Guia Lopes da Laguna, vizinha à Laguna Carapã.

Além disso, contribui para o desenvolvimento agropecuário no Cone Sul de MS. A construção de pontes de concreto sempre foi uma das prioridades da infraestrutura do Estado. Mais segurança para quem trafega pelas estradas.

“Nos resta agradecer ao governador por tudo que tem acontecido na nossa cidade. O apoio não tem nos faltado do Estado. Esta parceria traz frutos para a pessoas”, afirmou o prefeito Max Antônio Soares.

O governador reafirmou em Guia Lopes da Laguna seu compromisso com uma gestão municipalista, que pensa no bem-estar das pessoas. “Seguimos comprometidos com os municípios, olhando para cada cidade com carinho. Sempre vamos priorizar a relação com as prefeituras, para atender os anseios da população. Melhorar a vida das pessoas”.

Educação de qualidade

O governador aproveitou a agenda em Guia Lopes para entregar a ampliação da Escola Estadual Alziro Lopes, no valor de R$ 2,1 milhões. Estrutura Mais moderna para melhorar o aprendizado dos alunos.

A ampliação na unidade foi no bloco de salas de aula e passarela, contemplando adequação da edificação às normas vigentes de acessibilidade, proteção contra incêndio e pânico, proteção contra descargas atmosféricas e vigilância sanitária.

Os serviços de intervenção incluem revestimentos de pisos, paredes e forros, esquadrias e ferragens, instalações hidrossanitárias, pintura interna e externas de paredes e tetos, quadra esportiva, louças e acessórios de acessibilidades nos banheiros, e demais adequações necessárias ao atendimento da comunidade discente.

A escola dispõe de 679 alunos de Ensino Fundamental e Médio, com a oferta de turmas parciais (meio período). “A nossa máquina de educação tem uma rede pública acelerada e que mais entrega obras de escolas estaduais. Não é só pintura, mas reforma, ampliação, acessibilidade e segurança. Ambiente acolhedor, com tecnologia e preparo, onde se paga o melhor salário de professor do Brasil”, revelou o secretário estadual de Educação, Hélio Daher.

Leonardo Rocha, Comunicação Governo de MS
Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS

Mutirão do INSS prevê 19 mil atendimentos para reduzir fila da perícia

Por MRNews

O Ministério da Previdência e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) realizam, neste sábado (25) e domingo (26), mais um mutirão de perícias médicas para a concessão de benefícios assistenciais e por incapacidade. A ação ocorre em 16 estados, em 53 agências da Previdência Social.

O objetivo é reduzir o tempo de espera por atendimento dos segurados do INSS. O total de processos em tramitação no órgão chega a 2,7 milhões. Em entrevista recente, a presidente INSS, Ana Cristina Silveira, explicou que, desse total, cerca de 1,3 milhão são pedidos de benefícios que entram todos os meses e cerca de 500 mil são processos que dependem de ação dos segurados, como apresentação de documentos ou ida às agências.

Pela conta, o volume de processos em atraso está em torno de 900 mil.

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A expectativa para este fim de semana é que sejam realizadas mais de 19 mil perícias por meio de atendimentos presenciais ou conectadas, modalidade de teleatendimento que amplia o acesso da população aos benefícios, especialmente em regiões distantes e com escassez de profissionais.

De acordo com o INSS, a perícia conectada tem a mesma segurança e os mesmos princípios do atendimento presencial, de privacidade e sigilo.

Os mutirões acontecem a cada 15 dias, sempre aos fins de semana, e desde o início deste ano já foram realizados 130 mil atendimentos periciais por meio dessa iniciativa.

Para informações sobre antecipação de perícia e agendamento nos mutirões, os segurados podem entrar em contato pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, ou acessar o serviço Meu INSS, no site ou aplicativo para celular.

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Atleta da GCM de Sorocaba conquista pódio no Arnold Sports Festival South – Agência de Notícias



25 de abril de 2026

12:17

Por: Bruno Rodrigues

Fotos: GCM Sorocaba/Divulgação


O atleta da Guarda Civil Municipal (GCM Sorocaba), Anderson Carvalho, participou, nesta sexta-feira (24), na capital paulista, do Arnold Sports Festival South, maior evento multiesportivo da América Latina.

Anderson competiu pela modalidade de Powerlifting e conquistou a segunda colocação, representando a GCM de Sorocaba pela liga profissional.

O pódio marca a estreia do atleta na categoria Master até 100kg com a marca de um total de 530kg, que garantiu a medalha de prata do esportista sorocabano.

Além da competição, o Arnold Sports Festival South America reúne as principais marcas e nomes do mercado esportivo em um ambiente de negócios, conhecimento e entretenimento.

Terras raras, minerais estratégicos e críticos: entenda as diferenças

Por MRNews

Conhecidos pelo potencial para impulsionar a transição energética, terras raras, minerais estratégicos e minerais críticos vêm ganhando cada vez mais protagonismo global. Embora frequentemente tratados como sinônimos, os três conceitos cumprem papéis diferentes na geopolítica e na economia global.

Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), órgão do governo federal responsável por avaliar o potencial mineral do país, Elementos Terras Raras (ETR) são um grupo específico de 17 elementos químicos da tabela periódica: 15 lantanídeos (como lantânio, cério, neodímio e disprósio), escândio e ítrio.

Apesar do nome, não são necessariamente raros na natureza, mas costumam estar dispersos, o que dificulta a exploração econômica. São essenciais para tecnologias de ponta, como turbinas eólicas, carros elétricos, baterias, eletrônicos e sistemas de defesa.

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Minerais estratégicos são aqueles considerados essenciais para o desenvolvimento econômico dos países e que tenham importância pela sua aplicação em produtos e processos de alta tecnologia, defesa e transição energética.

Minerais críticos são aqueles cujo suprimento pode envolver diferentes riscos de abastecimento: concentração geográfica da produção, dependência externa, instabilidade geopolítica, limitações tecnológicas, interrupção no fornecimento e dificuldade de substituição.

Por isso, a definição de quais minerais são estratégicos ou críticos depende de cada país. A lista também pode mudar conforme o tempo, de acordo com avanços tecnológicos, descobertas geológicas, mudanças geopolíticas e evolução da demanda. Porém, alguns exemplos mais comuns atualmente são: lítio, cobalto, grafita, níquel e nióbio.

Terras raras podem ser consideradas minerais críticos ou estratégicos, dependendo do contexto. Ou seja, toda terra rara pode ser estratégica, mas nem todo mineral estratégico é terra rara.

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Situação no Brasil

Segundo o SGB, o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas. Isso representa cerca de 23% das reservas globais, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

A maior parte das terras raras no Brasil está concentrada em Minas Gerais, Goiás, Amazonas, Bahia e Sergipe. Esses estados têm os principais tipos de depósitos com potencial econômico.

Entre os minerais que costumam ser considerados críticos ou estratégicos na maior parte dos países, o Brasil se destaca por ter as maiores reservas de nióbio do mundo (94%), com 16 milhões de toneladas. Também é o segundo no ranking global de reservas de grafita (26%), com 74 milhões de toneladas, e o terceiro quando se trata de reservas de níquel (12%), com 16 milhões de toneladas.

O país tem uma lista de minerais considerados estratégicos para o desenvolvimento interno. Ela foi publicada na Resolução nº 2, de 18 de junho de 2021, do Ministério de Minas e Energia. Esses minerais são divididos em três grupos:

Precisam ser importados: enxofre, minério de fosfato, minério de potássio e minério de molibdênio.

Usados em produtos e processos de alta tecnologia: minério de cobalto, minério de cobre, minério de estanho, minério de grafita, minérios do grupo da platina, minério de lítio, minério de nióbio, minério de níquel, minério de silício, minério de tálio, minério de terras raras, minério de titânio, minério de tungstênio, minério de urânio e minério de vanádio.

Minerais com vantagem comparativa e geração de superávit na balança comercial: minério de alumínio, minério de cobre, minério de ferro, minério de grafita, minério de ouro, minério de manganês, minério de nióbio e minério de urânio.

Disputa global

Esses recursos se tornaram centrais na disputa geopolítica global. Hoje, a China lidera amplamente o refino e a produção de terras raras, o que gera preocupação em outras potências, como Estados Unidos e União Europeia, que buscam diversificar fornecedores.

Nesse cenário, o Brasil aparece como um ator relevante. Especialistas apontam que o desafio brasileiro não está apenas na extração. A cadeia produtiva desses minerais envolve etapas complexas, como beneficiamento e refino, que ainda são pouco desenvolvidas no país.

Sem isso, o Brasil tende a continuar importando produtos de maior valor agregado, analisa o professor de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Luiz Jardim Wanderley, que é especialista na interseção entre política, economia e mineração.

“O Brasil mantém o mesmo padrão de dependência que teve ao longo de sua história. Foi assim com o ouro colonial, passando pelo ferro e até o petróleo. Servindo para o mundo como um país primário-exportador. A gente exporta muitos minerais e os consome muito pouco no mercado nacional”, diz Jardim.

Além da dimensão econômica, há também questões ambientais e sociais. A exploração desses recursos gera impactos significativos nos lugares onde ocorre.

“Não existe mineração sustentável. Toda mineração causa impactos ambientais pesados, como o comprometimento de recursos hídricos. Também causa pressão econômica nos municípios em que ocorre: aumento da pobreza, desigualdade e violência urbana. O que temos hoje é um modelo completamente insustentável de mineração”, avalia o geógrafo.

“É possível fazer um modelo um pouco menos degradante. Mas, ainda assim, continuariam sendo feitos grandes buracos para extrair esses minérios. Continuariam a desmontar montanhas e a afetar cursos de água. Precisamos pensar com muita calma se realmente vale a pena, já que perdemos muitos recursos naturais e os efeitos socioambientais são significativos”, complementa.

Leo Bezerra abre Mutirão de Cuidados aos Animais e destaca mais de 800 atendimentos aos pets neste mês de abril

O prefeito Leo Bezerra abriu, neste sábado (25), o Mutirão de Cuidados aos Animais, numa grande ação que ocorre mensalmente para ampliar os atendimentos veterinários e dar suporte aos cuidadores. O gestor de João Pessoa acompanhou os atendimentos no Hospital do Pet, no Bairro dos Estados, mas a ação também aconteceu na Clínica do Pet, no Centro da Capital.

De acordo com o prefeito, só neste mês de abril, a Prefeitura de João Pessoa vai atingir a marca de 800 atendimentos nas mais diversas especialidades. “Dialogamos com protetores e com a comunidade, informando sobre a expansão contínua de nossos serviços.  Ao ampliar nossos serviços e aprimorar a qualidade de vida das pessoas, seguiremos o rumo adequado, no momento oportuno. O hospital veterinário, a clínica veterinária e o atendimento móvel são realidades consolidadas, e continuaremos a expandir nossos serviços”, projetou o prefeito.

O secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Welison Silveira, informou que a ação representa um grande ‘Dia D’, um chamamento para que os tutores possam ter mais serviços fora dos horários de funcionamento tanto do Hospital do Pet quanto da Clínica do Pet.

“Estamos oferecendo serviços de castração, vacinação, atendimento clínico e exames médicos, além de realizar cirurgias de urgência, se necessário. Nos últimos meses, foram realizados aproximadamente 500 atendimentos, mas agora estamos conseguindo ampliar esse número, mostrando a importância e a força da rede de proteção animal de João Pessoa”, destacou o secretário Welison Silveira.

O estudante Felipe Fernandes, tutor de um cão, exaltou a importância do mutirão para que os pets tenham mais oportunidades de receber atendimento. Ele conseguiu atendimento e destacou o cuidado como “essencial para a saúde dos animais”. “Meu cão foi vacinado hoje aqui e ainda consegui uma consulta para checar a condição de saúde dele. Espero que essa ação continue acontecendo sempre”, afirmou.

Família e escola devem liderar luta antimachismo, dizem especialistas

Por MRNews

Em 2025, a cada 24 horas, ao menos 12 mulheres foram agredidas, em média, no Brasil, o que representa 4.558 vítimas de violência no ano, segundo pesquisa da Rede de Observatórios da Segurança. O dado se refere a casos registrados em nove estados monitorados pela rede: Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo.

O machismo estrutural faz com que esses casos se repitam, na avaliação de especialistas entrevistados pela Rádio Nacional. Por isso, eles defendem que é urgente a inclusão dos homens na construção de soluções que aumentem o engajamento masculino na luta contra a violência e mudem essa realidade.

Levantamento feito pela ONU Mulheres e pelo Instituto Papo de Homem mostra que 81% dos homens e 95% das mulheres avaliam que o Brasil é um país machista.

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Leis de proteção à mulher: transformação social pode demorar gerações

Ouça na Radioagência Nacional

 

O psicólogo Flávio Urra, que trabalha na reeducação com foco na ressocialização de autores de violência, considera que, diferentemente dos homens, as mulheres mudaram o mundo legitimando uma série de pautas. No entanto, diz ele, “os homens continuam com a mesma cabeça de 30 anos atrás, de 50 anos atrás, querendo aquele modelo de família, aquele modelo de mulher que não existe mais.”

Existem exceções, como o engenheiro Carlos Augusto Carvalho, de 55 anos. Em conversas com outros homens, ele aprendeu que combater o machismo é uma luta diária. “Eu acho que o machismo é essa coisa que está enraizada e que a gente tem que diariamente combater. Realmente levantar uma bandeira forte para eliminar isso do nosso caminho.”

 

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Para o psicólogo Alexandre Coimbra Amaral, a questão de gênero deve ser obrigatória na grade escolar Foto: Joédson Alves/Arquivo/Agência Brasil

Família e masculinidades

O psicólogo e terapeuta familiar Alexandre Coimbra Amaral avalia que as dinâmicas familiares influenciam a visão de mundo de crianças e adolescentes e têm um componente cultural. Ele compara a família a um país, com seus códigos. Quando o indivíduo nasce nesse país, aprende o certo, o errado, como se come e se veste, o que se pode ou não falar e como crianças e idosos devem ser tratados.

Amaral entende que existem várias formas de ser homem. No entanto, quando a cultura familiar assume que ser homem é seguir o padrão tradicional, sem outros modelos de masculinidade, entrega para a criança e para o adolescente uma maneira de pensar que pode favorecer a violência.

“Essa biografia mais enrijecida ensina que homens têm que deter o poder, precisam dominar, precisam submeter e, quando as pessoas não são regidas por esse binômio, dominação e obediência, a violência precisa aparecer como uma espécie de cala boca.”

Para o psicólogo, o diálogo na família deve ser aberto não com a justificativa do homem de que foi essa a maneira como ele foi criado, mas que ele saiba questionar a criação que teve.

”Que ele possa se perguntar quais foram os prejuízos que eu tive na condição de homem por eu ter aprendido a ser homem dessa forma, com meu pai, com meu avô, com meu tio, com meu bisavô, vendo todos esses homens. Quais foram as coisas que eles perderam na vida?”

 

Orientador familiar Peu Fonseca defende a construção de uma nova identidade, pensada por homens e mulheres, que não leve à violência – Foto: Gustavo Minas/Divulgação

Na opinião do educador parental Peu Fonseca, é preciso haver uma identidade nova, coletiva e social, pensada por homens e mulheres, que não leve à violência.

“É preciso que essa identidade se afaste do que nos trouxe aqui até hoje, porque o que nos trouxe aqui até hoje está matando mulheres. A gente não tem como admitir isso mais. Chega! É preciso ensinar os nossos meninos a gostar, e não odiar meninas. E não se sentirem ameaçados. O fato de as meninas ocuparem espaços que antes eram nossos não diz sobre as meninas quererem nos dominar. Diz sobre a gente não querer aprender coisas novas.”

Peu Fonseca é pai de João, Irene, Teresa e Joaquim. Para ele, o grande desafio dos pais e responsáveis é entender que o papel de cuidar não é sobre controlar quem serão essas crianças. Mas acolher, dialogar, orientar. “Indicar caminho, corrigir rotas, ser margem e, em outros momentos, ser fluxo, ser água corrente, para que elas se lancem mais ao mundo.”

O consultor de empresas Felipe Requião trabalha com o engajamento de homens na promoção da equidade de gênero e na prevenção da violência contra as mulheres. Para ele, a família, além da  escola e das redes sociais, deve ser protagonista na formação da masculinidade – seja ela sadia, madura, benéfica ou tóxica.

Requião acredita que a família contribui quando não reforça estereótipos do tipo “homem não chora”, “não faz trabalho doméstico” e “não cozinha”.

Pesquisador em masculinidades, Ismael dos Anjos diz que meninos devem ser estimulados a ter cuidado consigo e com o outro – Foto: Ismael dos Anjos/Arquivo pessoal

O jornalista e pesquisador em masculinidades Ismael dos Anjos diz que, diferentemente das avós e mães, as meninas de hoje já aprendem que o lugar delas é onde quiserem. Agora é a vez de os meninos buscarem uma nova realidade em que cuidem de si e do outro.

Ele defende que, para um futuro mais igualitário, brincadeiras como polícia e ladrão e pega-pega, por exemplo, sejam substituídas por atividades lúdicas em que os meninos sejam estimulados a ter cuidado consigo, com o outro e também com o ambiente ao redor. “Se existe professor e aluna, mamãe e filhinha, por que a gente não ensina professor e aluno, papai e filhinho para os nossos meninos?”

Ismael dos Anjos acredita que “mudar a chavinha” para entender que o cuidado não deve ser algo compulsório apenas para as meninas, mas também seja algo estimulado entre os meninos desde cedo, provocará “uma mudança cultural e uma mudança desejável para uma sociedade de homens que, caso ascendam a posições de influência, de liderança, saibam a responsabilidade que carregam consigo nesses papéis.”

Escola no letramento de gênero

Sete em cada dez professores já presenciaram situações indesejadas de sexualização e silenciamento contra meninas, segundo um estudo da organização não governamental (ONG) Serenas. A ONG trabalha na prevenção de violências contra meninas e mulheres.

Psicóloga e pesquisadora Valeska Zanello avalia que as instituições de ensino têm papel fundamental na promoção do letramento de gênero – Foto: Valeska Zanello/Arquivo pessoal

A psicóloga e pesquisadora Valeska Zanello, referência em gênero e saúde mental, avalia que as instituições de ensino têm papel fundamental na promoção do letramento de gênero. Ela pontua que a tendência é reproduzir os valores aprendidos, como um ciclo de violência familiar. Por isso, vê na escola, na obrigatoriedade do ensino gratuito, público para todas as crianças e jovens, a chance de mudar essa realidade.

“Em muitas famílias a gente vai ter uma genealogia, uma repetição dessa violência por muitas gerações. Então, se minha bisavó apanhava, minha avó apanhava, minha mãe apanhava, o que eu como menina aprendo? É um direito desse homem quando se sente aborrecido, não obedecido, recorrer à violência. É importante então que isso seja problematizado.”

A coordenadora-geral de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas, do Ministério da Educação (MEC), Thaís Luz, concorda que a escola deve ser um espaço de enfrentamento e não de risco.

Ela ressalta que essa luta exige a articulação da escola com as famílias, a comunidade, a rede de proteção, de assistência social, de saúde e o sistema de Justiça. Thaís Luz afirma que a educação básica é importante para a transformação da sociedade e também para desconstrução de padrões culturais machistas.

“Quando nós trabalhamos intencionalmente temas como respeito, equidade, empatia, resolução pacífica de conflitos, nós estamos contribuindo diretamente para a prevenção da violência, incluindo a violência contra meninas e mulheres.”

Para a coordenadora-geral, historicamente, não é um desafio simples. Esses são temas ausentes da formação inicial dos professores, se tornando um desafio estrutural, mas que não deve ser visto como limitador. Para mudar essa realidade, o programa Escola que Protege, do MEC, se soma a outras ações de capacitação nas redes de ensino no enfrentamento à violência.

Ela destaca o curso Escolas ON Violências OFF, em parceria com a ONG Serenas, e também cursos sobre cidadania, democracia e direitos humanos desde a escola, com o Instituto Auschwitz.

“Tudo isso com o objetivo de garantir que os profissionais tenham o repertório necessário, se sintam seguros e sensíveis para lidar com essas situações do cotidiano da escola.”

Thaís Luz defende que, na implementação das mudanças, é fundamental que gestores e entes federativos estejam comprometidos. Para ela, a escola é a parte mais importante dessa transformação, e os profissionais de educação são os protagonistas desse processo, por isso precisam ter apoio institucional.

“Então, é muito importante também reconhecer a responsabilidade dos entes federativos em garantir as condições para que essa agenda se concretize, oferecendo suporte, formação e a estrutura adequada para suas redes, para suas escolas.”

Professora da Faculdade de Direito da UnB, Janaína Penalva diz que ensino emancipatório é muito poderoso na prevenção de várias formas de violência – Foto: Janaína Penalva/Arquivo pessoal

Professora da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), Janaína Penalva também acredita que a transformação social começa pela escola, com a formação de professores e professoras capazes de identificar os estereótipos de gênero presentes na sociedade e nos próprios livros produzidos para a educação.

Para Janaína, um ensino emancipatório é muito poderoso na prevenção de várias formas de violência, incluindo os casos de agressão a mulheres.

Recentemente, o governo lançou um pacote com ações que vão do ensino básico à educação superior e que inclui no currículo conteúdos relativos ao combate à violência contra meninas e mulheres.

O psicólogo Alexandre Coimbra Amaral concorda que a questão de gênero deve ser obrigatória na grade escolar. Ele critica a tentativa de movimentos conservadores de impedir esse avanço afirmando se tratar de ideologia de gênero.

“Essa expressão ideologia de gênero nem existe no campo científico. E, portanto, não existe uma construção de uma ideologia, o que existe é a possibilidade de se conversar abertamente. Toda a história da psicologia mostra o seguinte: onde a palavra não pode existir, há adoecimento psíquico.”

Para o psicólogo, não deve ser feita uma “patologização” do menino que comete uma ação inadequada, nem haver uma conduta punitivista como suspensão ou castigo, mas é necessário promover um diálogo que envolva também as meninas. “Aproveitar aquilo ali como ação educativa. Abrir uma roda de conversa e falar assim: ‘o que a gente pode aprender disso aqui? Quem já se sentiu no lugar dele e no lugar dela?’”

Amaral lembra que a própria criança que age de forma agressiva com outra pode ter sido a vítima em circunstâncias anteriores.

Machismo: redes sociais

Estudos revelam o crescimento de discursos misóginos e machistas nas redes sociais. Passaram a ser comuns, entre outros, os termos machosfera, para se referir a fóruns e grupos na internet que defendem a masculinidade tóxica, o ódio às mulheres e a oposição aos direitos femininos, ou redpills, como são chamados os homens que teriam “despertado” para uma suposta realidade em que as mulheres são exploradoras e manipuladoras.

Um levantamento atualizado este ano, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostra que 90% dos canais do YouTube identificados em 2024 com conteúdo misógino continuam ativos na plataforma. Mais de 130 perfis seguem disponíveis e publicando vídeos.

“As redes sociais estão claramente, neste momento, assumindo que promovem mais o tipo de masculinidade tóxica, perversa e violenta”, diz o psicólogo Alexandre Coimbra Amaral. Para ele, não existe neutralidade uma vez que as redes são regidas pelas big techs.

Amaral avalia que a preferência tem sido pelo conteúdo que repete a mensagem masculina mais violenta, que tem mais alcance e engajamento. Ele alerta que as redes sociais são perigosas por serem uma espécie de TV em que os programas mais vistos, com mais audiência, não são os que o público escolhe, mas os que elas escolhem repetir várias vezes.

O psicólogo defende a construção de um diálogo fora e dentro das redes que questione “o malefício desse conteúdo para os meninos e os adolescentes, para a formação dos homens e para a construção de uma sociedade que não seja regida pela barbárie”.

O consultor Felipe Requião trabalha com o engajamento de homens na promoção da equidade de gênero e na prevenção da violência contra as mulheres – Foto: Felipe Requião/Arquivo pessoal

O consultor Felipe Requião concorda que as redes sociais amplificam conteúdos misóginos, com comunidades de validação. Para ele, a internet acaba tendo um papel de educar mais os meninos, na comparação com a formação oferecida por adultos.

“Às vezes, eu dou o celular na mão de um jovem, de um menino, achando que eu estou ocupando o espaço dele, ocupando o tempo dele, fazendo com que ele tenha acesso à tecnologia. Mas, na verdade, eu estou dando uma forma de educação por algo, por alguém com quem eu não concordo, que eu não conheço e que eu não tenho controle sobre o que está sendo falado. O desafio é ocupar esse espaço com alternativas reais, verdadeiras, de pertencimento masculino saudável.”

Para a psicóloga e pesquisadora Valeska Zanello, a internet tem um lado negativo e um positivo. Como exemplo de mau uso, as redes sociais amplificam a violência digital com o cometimento de novos tipos de crimes. “A gente vai ter o uso da IA [inteligência artificial], por exemplo, para divulgar fotos montadas de mulheres nuas, então, um novo tipo de nude, mas que nunca existiu, mas o fato de nunca ter existido não impede que afete a honra, as relações sociais das meninas e mulheres.”

No entanto, as novas tecnologias podem se tornar poderosas aliadas quando amplificam o letramento de gênero, a compreensão, a desconstrução e a crítica das normas sociais e estereótipos impostos a homens e mulheres.

As redes sociais, no seu bom uso, combatem a violência digital, com conteúdo educativos, além de possibilitar uma rede apoio e o alcance das denúncias. As campanhas de mobilização podem ser citadas como exemplo. Uma das estratégias é o uso de hashtags. Criado pela ONU Mulheres, o movimento #ElesPorElas (HeForShe) busca engajar homens e meninos na promoção da igualdade de gênero e no empoderamento feminino. Movimentos como o #Metoo, contra o assédio sexual, e o #MexeuComUmaMexeuComTodas evidenciam a importância de dar voz aos movimentos de mulheres.

*Colaborou Luciene Cruz

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Agência Minas Gerais | Previsão do tempo para Minas Gerais neste sábado, 25 de abril

Fim de semana de tempo estável em Minas Gerais. Uma área de alta pressão em médios níveis da atmosfera impede o avanço dos sistemas frontais para o Brasil Central e Sudeste, mantendo tempo estável nessa área do país. Os dias serão de sol entre nuvens em todas as regiões mineiras.

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