política que fortalece prevenção e amplia rede de enfrentamento à violência contra mulheres em MS – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Um ano após sua instituição como política pública de Estado, o Protege (Programa Estadual de Prevenção e Enfrentamento à Violência contra as Mulheres) reúne resultados que evidenciam a consolidação de uma rede articulada de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres em todo o Mato Grosso do Sul. Da formação de estudantes e profissionais à adesão de municípios, a iniciativa amplia a atuação integrada entre diferentes áreas do governo, fortalece a rede de atendimento e reafirma o compromisso do Estado com a prevenção da violência, a proteção das mulheres e a promoção da cidadania.

Programa foi publicado em Diário Oficial em junho de 2025 e apresentado à sociedade em agosto. (Foto: Álvaro Rezende)

Coordenado pela SEC (Secretaria de Estado da Cidadania), por meio da Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres, o programa foi estruturado sobre quatro pilares: prevenção e educação para igualdade de gênero; atendimento integral e proteção; autonomia, justiça e garantia de direitos; e governança e monitoramento. Em doze meses, o Protege mobilizou escolas, profissionais da segurança pública, saúde, assistência social, lideranças comunitárias, universidades, gestores municipais e organizações da sociedade civil, consolidando uma atuação transversal que já alcança dezenas de municípios sul-mato-grossenses.

Para a subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres, Manuela Nicodemos Bailosa, o principal resultado desse primeiro ano foi transformar a violência contra as mulheres em uma responsabilidade compartilhada por todo o Estado.

“O Protege fez com que a violência contra as mulheres deixasse de ser um tema tratado apenas pelas políticas públicas para mulheres e passasse a ser um problema de Estado. Hoje, educação, saúde, assistência social, segurança pública, justiça e os municípios trabalham de forma articulada para prevenir a violência, proteger as vítimas e construir uma cultura de respeito às mulheres.”

Prevenção começa na escola

Depois da formação sobre o enfrentamento à violência contra mulheres, grêmios estudantis de toda a Rede Estadual de Ensino apresentaram o que aprenderam na prática. (Foto: Paula Maciulevicius/SEC

Um dos principais investimentos do programa ocorreu justamente onde as mudanças sociais costumam produzir efeitos duradouros: dentro das escolas. Em parceria com a SED (Secretaria de Estado de Educação) e com a Subsecretaria de Políticas Públicas para a Juventude, o Protege incorporou o enfrentamento à violência de gênero como tema permanente na formação dos grêmios estudantis da Rede Estadual de Ensino.

Atividades ganharam as escolas, comunidades e redes sociais em todos os municípios de MS.

Em dois ciclos consecutivos de formação, mais de 340 grêmios estudantis passaram a desenvolver ações de conscientização sobre violência contra meninas e mulheres, alcançando diretamente cerca de 40 mil estudantes e, de forma indireta, mais de 100 mil jovens em todo o Estado. Ao todo, mais de 600 estudantes gremistas receberam formação específica para atuar como multiplicadores dentro das escolas, promovendo debates, rodas de conversa e atividades educativas sobre respeito, igualdade de gênero e prevenção da violência.

Segundo Manuela, os resultados começaram a aparecer ainda durante o desenvolvimento das atividades.

“Nós já identificamos estudantes que reconheceram situações de violência vividas pelas próprias mães depois das formações e buscaram conversar com elas, orientar sobre os canais de denúncia e incentivar a procura por ajuda. Isso demonstra que informação salva vidas e que a prevenção começa muito antes de uma ocorrência policial.”

A iniciativa também integra outro projeto permanente da Secretaria da Cidadania, o Intervalo da Cidadania, ampliando o espaço de diálogo dentro das escolas sobre cidadania, direitos humanos e prevenção das violências. Para a subsecretária, formar adolescentes significa investir na transformação cultural das próximas gerações.

“Muitos jovens iniciam seus primeiros relacionamentos reproduzindo comportamentos de controle, ciúme e violência que aprenderam ao longo da vida. Quando levamos informação para dentro das escolas, estamos formando uma consciência crítica sobre essas relações, prevenindo futuras violências e construindo uma sociedade mais igualitária.”

Formação permanente fortalece a rede de atendimento

Capacitação “Protege MS: Fortalecimento dos Organismos de Políticas Públicas para Mulheres” formou todas as gestoras municipais. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)

Outro eixo estratégico do Protege foi a qualificação contínua dos profissionais que atuam diretamente ou indiretamente no atendimento às mulheres. Ao longo do primeiro ano, a Secretaria da Cidadania percorreu todas as regiões de Mato Grosso do Sul promovendo formações voltadas a profissionais da segurança pública, assistência social, saúde, educação, políticas públicas para mulheres e demais serviços que compõem a rede de enfrentamento à violência.

Mais de 150 profissionais participaram da formação intersetorial coordenada pela ex-ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, voltada à atualização dos marcos legais, dos conceitos relacionados à violência de gênero e dos fluxos de atendimento às vítimas.

Na sequência, outros 100 profissionais da rede especializada participaram de um curso de atualização promovido em parceria com a Faculdade Insted, reunindo pesquisadoras e especialistas nacionais na área das políticas públicas para mulheres. Além disso, 50 gestoras municipais de políticas para mulheres receberam, pela primeira vez, uma formação específica voltada ao fortalecimento da gestão municipal da política pública.

Para Manuela, preparar os profissionais é uma das estratégias mais importantes para prevenir casos graves de violência. “Apenas um terço das mulheres em situação de violência procura diretamente uma delegacia. Muitas chegam primeiro a uma unidade de saúde, a um CRAS, a uma escola ou procuram assistência psicológica. Quando capacitamos esses profissionais, aumentamos as chances de identificar precocemente uma situação de violência e impedir que ela evolua para um feminicídio.”

As formações também alcançaram profissionais da saúde indígena, ampliando a atuação da rede em territórios tradicionalmente mais vulneráveis e fortalecendo o atendimento intercultural às mulheres indígenas.

Formações também foram realizadas entre os integrantes da segurança pública, como com a Polícia Civil, que passou a adotar um Protocolo de Atendimento padronizado em todo o Estado. (Foto: Paula Maciulevicius/SEC)

Outro avanço destacado foi a participação da Subsecretaria na construção do Protocolo de Atendimento às Meninas e Mulheres da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, além da capacitação de delegados, escrivães e investigadores para aplicação dos novos procedimentos.

Segundo a subsecretária, o objetivo é garantir que toda mulher, independentemente da porta de entrada do serviço público, encontre profissionais preparados para acolher, orientar e encaminhar sua situação de forma humanizada. “A violência contra as mulheres se transforma ao longo do tempo. Hoje enfrentamos também a violência digital, a misoginia nas redes sociais e novas formas de controle e opressão. Por isso a formação precisa ser permanente. Qualificar a rede significa fortalecer a prevenção, proteger as vítimas e evitar a revitimização.”

Mobilização social fortalece prevenção nos territórios

Protege também chegou às lideranças comunitárias através de formações e visitas aos conselhos comunitários de segurança das regiões da cidade. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)

Uma das sensibilizações realizadas em bairros para levar a iniciativa “Vizinho também Protege”.

O primeiro ano do Protege também consolidou uma estratégia voltada à participação da sociedade no enfrentamento à violência contra as mulheres. Por meio das ações Liderança Também Protege e Vizinho Também Protege, desenvolvidas em parceria com a Subsecretaria de Assuntos Comunitários e integradas ao programa Perifeirarte, lideranças comunitárias, representantes de associações de moradores, clubes de mães, conselhos comunitários de segurança, instituições religiosas, organizações da sociedade civil e representantes do setor empresarial passaram a receber formações sobre prevenção, acolhimento e orientação às mulheres em situação de violência.

As ações têm como objetivo transformar pessoas que já exercem influência em seus territórios em multiplicadores de informação, capazes de identificar situações de violência, orientar sobre os serviços disponíveis e estimular o rompimento do ciclo de agressões.

Segundo Manuela Nicodemos Bailosa, fortalecer a comunidade é ampliar a própria rede de proteção. “As pesquisas mostram que, antes de procurar o Estado, a mulher procura a família, os amigos ou a comunidade. Muitas vezes ela conversa primeiro com alguém da igreja, da associação de moradores ou do bairro. Por isso precisamos formar essas lideranças para que saibam acolher, orientar e apoiar essas mulheres sem julgamento. É uma forma de fazer a proteção chegar onde o Estado, sozinho, nem sempre consegue chegar.”

A iniciativa tem percorrido diferentes municípios e bairros de Mato Grosso do Sul, ampliando o debate sobre violência de gênero para além dos espaços institucionais e estimulando uma responsabilidade coletiva na prevenção dos casos.

Atendimento integral amplia acolhimento às famílias

Ceamca ganhou reforço com mais profissionais para atender mulheres vítimas de violência e seus filhos. (Foto: Bruno Rezende)

Outra frente fortalecida pelo Protege foi a qualificação do atendimento oferecido pelo Ceamca (Centro Especializado de Atendimento à Mulher em Situação de Violência). A partir da atual gestão, o serviço passou a atender também crianças e adolescentes que fazem parte do contexto familiar das mulheres acolhidas, reconhecendo que a violência doméstica afeta toda a dinâmica familiar e que romper esse ciclo exige um cuidado mais amplo.

Além da ampliação da equipe técnica por meio de processo seletivo, a metodologia adotada pelo Ceamca começou a ser apresentada a municípios interessados em fortalecer seus CRAMs (Centros de Referência de Atendimento à Mulher), com a perspectiva de expandir esse modelo para outras regiões do Estado.

Para a subsecretária, o atendimento familiar representa uma mudança importante na forma de enfrentar a violência. “Nós percebemos que não bastava cuidar apenas da mulher de forma isolada. Quando acolhemos também seus filhos e filhas, trabalhamos o rompimento do ciclo da violência de maneira mais efetiva. É um processo que fortalece essa mulher e oferece às crianças novas referências de convivência baseadas no respeito e na proteção.”

Tecnologia aproxima informação e amplia o acesso aos serviços

Vitória é a assistente virtual que disponibiliza informações sobre como sair do ciclo da violência e onde procurar ajuda. (Foto: Matheus Carvalho/SEC)

Entre as inovações implementadas pelo programa está a Vitória, assistente virtual desenvolvida para orientar mulheres sobre direitos, serviços públicos e políticas disponíveis no Estado.

Disponível por meio do WhatsApp, pelo número 3348-6657, a ferramenta reúne informações sobre toda a rede de atendimento às mulheres, orienta sobre os canais de denúncia e apresenta os serviços oferecidos pelo Governo do Estado, funcionando como mais um instrumento de acolhimento e orientação.

Segundo Manuela, a tecnologia representa uma nova porta de entrada para a rede de proteção. “A Vitória amplia o acesso à informação e orienta as mulheres sobre onde procurar ajuda. Ela complementa serviços como o Ligue 180 e o 190, oferecendo um canal permanente para esclarecer dúvidas, apresentar direitos e fortalecer a autonomia das mulheres.”

A ferramenta tem sido amplamente divulgada durante as ações do programa no interior do Estado, especialmente em comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e rurais.

Ônibus Lilás leva cidadania aos territórios mais distantes

Ônibus Lilás foi até Corumbá, atender mulheres de comunidades indígenas e ribeirinhas.

A interiorização das políticas públicas também ganhou reforço com a retomada do Ônibus Lilás, unidade móvel que passou a percorrer diferentes regiões de Mato Grosso do Sul levando informação, orientação e serviços às mulheres.

Fruto de um convênio entre Governo do Estado e o programa federal Mulher, Viver sem Violência, o veículo voltou a ser utilizado de forma permanente e já passou por diversos municípios, alcançando comunidades rurais, indígenas, quilombolas e ribeirinhas, muitas vezes distantes dos equipamentos especializados de atendimento.

Além da divulgação da assistente virtual Vitória e dos canais oficiais de denúncia, as equipes realizam palestras, orientações sobre direitos, encaminhamentos à rede de proteção e atividades educativas em parceria com programas como o MS em Ação.

“O Protege nos permitiu integrar diferentes políticas públicas em um mesmo território. Levamos informação sobre violência contra as mulheres, mas também aproximamos saúde, assistência social, justiça, segurança pública e cidadania das comunidades. Essa atuação intersetorial é um dos maiores diferenciais do programa”, afirma Manuela.

Adesão dos municípios fortalece a política pública

Registro da adesão do município de Amambai ao Protege durante ação com Ônibus Lilás em território indígena.

Um dos resultados mais expressivos do primeiro ano do Protege foi a adesão de 45 municípios ao programa estadual. Na prática, a adesão representa o compromisso das administrações municipais em implementar ações permanentes de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres, fortalecendo os serviços especializados, qualificando as equipes locais e integrando diferentes áreas da gestão pública.

Para a subsecretária, a institucionalização do Protege garante continuidade às políticas públicas. “Quando uma política pública se torna política de Estado, ela deixa de depender do gestor da vez. Ela passa a ser um direito das mulheres e um dever permanente do poder público. A adesão ao Protege significa exatamente esse compromisso institucional de implementar ações que envolvem educação, saúde, assistência social, segurança pública e políticas para as mulheres.”

Além da adesão municipal, o programa conta com um sistema de monitoramento baseado em indicadores e metas que permitirá acompanhar a execução das ações e avaliar seus resultados ao longo dos próximos anos.

Uma política pública construída para permanecer

Ao completar seu primeiro ano, o Protege consolida uma nova forma de atuação do Estado no enfrentamento à violência contra as mulheres. A proposta vai além da resposta às ocorrências e aposta na prevenção, na formação permanente, na articulação entre instituições e na participação da sociedade para reduzir os índices de violência e fortalecer a proteção às mulheres sul-mato-grossenses.

Para Manuela Nicodemos Bailosa, o principal legado desse primeiro ano está justamente na capacidade de integrar diferentes setores em torno de um objetivo comum. “O maior legado do Protege é mostrar que enfrentar a violência contra as mulheres exige planejamento, monitoramento e trabalho conjunto. Quando educação, saúde, assistência social, segurança pública, justiça, municípios e sociedade civil caminham na mesma direção, conseguimos construir uma política pública permanente, capaz de salvar vidas e transformar realidades. É esse compromisso que o Governo do Estado assume ao instituir o Protege como uma política de Estado para Mato Grosso do Sul.”

Paula Maciulevicius, da Comunicação da Cidadania
Foto de capa: Matheus Carvalho/SEC

Prefeitura faz limpeza na Ernesto Geisel – CGNotícias

Por MRNews

A Prefeitura de Campo Grande iniciou nesta quinta-feira (2) uma força-tarefa de limpeza no entorno da Avenida Ernesto Geisel para remover o acúmulo de resíduos na região e melhorar as condições de segurança, saúde e bem-estar da população.

A ação, coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), conta com apoio da Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (Sesdes) e da Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS). Os trabalhos devem seguir nos próximos dias.

Para a execução dos serviços, foram mobilizados cerca de 50 servidores, 10 caminhões-caçamba e três pás-carregadeiras, utilizados na retirada de resíduos e limpeza das áreas atingidas.

AVISO DE DISPENSA Nº. 22/2026 – CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE PODAS E SUPRESSÃO DE ÁRVORES DE ACORDO COM AS NORMAS E ORIENTAÇÕES REALIZADAS PELA SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE – SEMA. – Prefeitura Municipal de Bonito

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A iniciativa atende a uma demanda frequente de moradores da região, que relatam preocupação com o descarte irregular de lixo e os impactos causados pelo acúmulo de resíduos, como a proliferação de insetos e outros vetores de doenças.

Durante a operação, equipes da Assistência Social também realizam abordagens às pessoas em situação de rua presentes no local, com oferta de atendimento e encaminhamento à rede socioassistencial do município.

A Prefeitura destaca que a atuação conjunta das secretarias busca promover melhorias na limpeza urbana, fortalecer as ações de assistência social e garantir mais segurança para moradores e usuários da Avenida Ernesto Geisel.

Sine-JP disponibiliza 642 oportunidades de emprego em evento na próxima terça-feira

A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedest) e Sistema Nacional de Emprego (Sine-JP), promove, na próxima terça-feira (7), mais uma Ação de Empregabilidade, que vai oferecer 642 oportunidades de emprego para os pessoenses. Os interessados devem procurar a sede do Sine-JP, no bairro do Varadouro, das 9h às 12h.

“Serão mais de 640 vagas de emprego que serão intermediadas pelo Sine-JP com as empresas AeC e São Braz. Importante ressaltar que as entrevistas serão feitas ao vivo na própria terça-feira, durante o evento. Os concorrentes devem lembrar de levar os documentos pessoais, como RG, CPF, Carteira de Trabalho e currículo atualizado. Não esquecer também das dicas para passar boa impressão nas entrevistas de emprego, como pontualidade, a linguagem corporal aberta – contato visual, boa postura e objetividade, além de pesquisar informações sobre a empresa com antecedência”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Bruno Farias.

Apenas na empresa AeC, serão disponibilizadas 600 vagas para operador de telemarketing. Já na empresa São Braz, são 20 vagas para auxiliares de expedição/CD; 15 para auxiliar de produção; 03 para auxiliar de serviços gerais; 02 para auxiliar de portaria; e outras 02 vagas para operadores de empilhadeira elétrica.

Mais uma ação – Na quinta-feira (9), a Prefeitura promove mais uma Ação de Empregabilidade, desta vez do Programa ‘Sou CLT – Edição Migrante’, das 13h às 17h, com palestras, capacitação e ação de empregabilidade do Sine-JP, no Fórum da Justiça do Trabalho em João Pessoa. 

Serviço:

Ação de Empregabilidade

Dia: Terça-feira (7)

Local: Sede do Sine-JP – Rua João Suassuna, 49, bairro Varadouro

Horário: 9h às 12h

Programa: Sou CLT – Edição Migrante

Dia: Quinta-feira (9)      

Local: Fórum da Justiça do Trabalho em João Pessoa    

Horário: 13h às 17h

Funsat oferece 1.003 vagas de emprego nesta sexta-feira – CGNotícias

A Fundação Social do Trabalho (Funsat) disponibiliza nesta sexta-feira (3) um total de 1.003 vagas de emprego em Campo Grande. As oportunidades são oferecidas por 132 empresas, que buscam profissionais para preencher 124 funções diferentes.

Para participar dos processos seletivos, é necessário estar com o cadastro atualizado no Sistema Nacional de Emprego (Sine). Quem ainda não possui cadastro ou precisa atualizar as informações pode procurar uma das unidades da Funsat, onde o atendimento é rápido e gratuito.

Entre as vagas com maior número de oportunidades estão alimentador de linha de produção (80), operador de caixa (57), repositor de mercadorias (24), auxiliar de manutenção predial (20), garçom (10) e vendedor interno (3). Segundo a Funsat, cerca de 60% das vagas não exigem experiência profissional.

Para as vagas que exigem experiência comprovada, estão abertas 436 oportunidades em funções como ajudante de eletricista, apontador de obras, auxiliar de almoxarifado, banhista de animais domésticos, comprador, cozinheiro, encarregado de obras e instalações, instalador de tubulações e mecânico de motocicletas.

Também estão disponíveis 52 vagas destinadas prioritariamente a pessoas com deficiência (PCDs), sendo 50 para auxiliar de confecção, uma para empacotador à mão e uma para auxiliar de limpeza. O atendimento para esse público é realizado no Guichê 1 da agência da Funsat, no Centro.

Os atendimentos acontecem das 7h às 13h nas unidades da Vila Glória, localizada na Rua 14 de Julho, nº 992, e do Polo Moreninhas, na Rua Anacá, nº 699.

A população também pode acompanhar as oportunidades pelas redes sociais da Funsat, no Instagram (@funsat.cg) e no Facebook (Funsat Campo Grande MS). O painel completo de vagas também está disponível aqui

Descubra se seu filho está preparado para profissões que vão dominar o mercado – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

As profissões do futuro já chegaram e jovens de Campo Grande, Três Lagoas, Corumbá e Dourados estão aprendendo na escola pública o que o mercado está precisando. O mundo do trabalho mudou mais nos últimos cinco anos do que nas cinco décadas anteriores e ainda não parou.

Inteligência Artificial, Ciência de Dados, Computação Gráfica, Segurança Cibernética e Desenvolvimento de Software são profissões com maior crescimento no mercado global, atualmente. E a pergunta que toda família deveria estar fazendo não é: “Meu filho vai conseguir emprego?” Ou ainda. “Meu filho está sendo preparado para o trabalho que o mundo vai precisar?”

O Fórum Econômico Mundial estima que 65% das crianças que estão na escola hoje vão trabalhar em profissões que ainda não existem. Ou que já existem e crescem em ritmo acelerado em áreas que sustentam profissões ligadas à tecnologia, dados, automação e criação digital.

O que o mercado está pedindo agora

A transformação digital não é uma tendência, é uma realidade que já reorganizou setores inteiros da economia. Bancos, hospitais, indústrias, fazendas e pequenos comércios estão incorporando ferramentas digitais no dia a dia. E quem opera, desenvolve e analisa essas ferramentas são profissionais com formação técnica em tecnologia.

Ciência de Dados é uma das áreas com maior déficit de profissionais no Brasil. Empresas de todos os setores precisam de pessoas que saibam transformar grandes volumes de informação em decisões estratégicas.

Inteligência Artificial avança em velocidade sem precedentes e quem entende como ela funciona tem vantagem em qualquer mercado. Computação Gráfica movimenta bilhões em publicidade, entretenimento, games e design.

Setores que só crescem. A boa notícia é que essas competências não exigem diploma universitário para começar. Exigem formação técnica de qualidade e quanto mais cedo, melhor.

Jovens que saíram na frente

Em Campo Grande, Lorenzo de Souza Rocha, 16 anos, transformou sua paixão por animes e quadrinhos em formação profissional no Curso Técnico em Computação Gráfica da Escola Estadual Vespasiano Martins. “O curso representa a realização de um sonho e a prova de que consigo ser bom naquilo que me faz feliz”, conta o estudante.

Em Três Lagoas, Rafael Mendes Sozza tem 17 anos e já desenvolveu sistemas reais que estão sendo apresentados para empresas. Quer se tornar engenheiro de dados e atuar para o mercado internacional. Começou no Curso Técnico em Ciência de Dados da Escola Estadual Professor João Magiano Pinto, ainda no Ensino Médio.

Yasmim Namie percorreu esse caminho antes dele. Egressa da mesma escola, hoje cursa Sistemas de Informação na UFMS. “Tenha a curiosidade de conhecer como todo recurso tecnológico funciona. Criar algo inovador não é inalcançável, é possível”, deixa como mensagem para outros jovens.

Em Corumbá, às margens do Pantanal, Deric Mendes Vieira, 16 anos, é o primeiro da família a seguir na área de tecnologia. No Curso Técnico em Informática para Internet da Escola Estadual Dom Bosco, Deric programa, participa de Clube de Robótica e já aplica fora da escola o que aprende dentro dela. “Todo mundo começa do zero. Se a gente se esforçar, a tecnologia vai abrir muitas portas”, diz.

Em Dourados, Henrique Gonçalves de Souza, 17 anos, e Isabelly Sanches Gama, 14, cursam Inteligência Artificial na Escola Estadual Rita Angelina Barbosa Silveira. Isabelly é a primeira da família a entrar nesse universo. “Aprendi a utilizar planilhas, desenvolvi jogos e tive contato com ferramentas que ampliaram minha visão sobre a tecnologia”, conta a estudante.

O que essas histórias têm em comum

Nenhum desses jovens veio de família com tradição em tecnologia. Nenhum pagou curso particular. Todos chegaram ao mercado do futuro pelo mesmo caminho, a escola pública de Mato Grosso do Sul. Hoje, 95% das escolas estaduais de MS têm laboratórios de robótica. São 352 unidades com conectividade e Sala de Tecnologia Educacional. Os cursos técnicos em tecnologia chegam também aos municípios que nunca tiveram acesso a esse tipo de formação na Educação Profissional.

Mas o que as famílias podem fazer agora? Descobrir habilidades e talentos de seu filho é o primeiro passo. Depois, conversar com a escola sobre os cursos técnicos disponíveis, incentivar a participação em feiras e olimpíadas científicas e abrir espaço em casa para que a curiosidade tecnológica seja valorizada. O mercado não vai esperar.

Gilberto Junior, Comunicação SED
Foto de capa: Cid Nogueira/SED
Internas: Reprodução

Brasil completa 1 ano fora do Mapa da Fome, mas desafios persistem

Por MRNews

Em julho de 2025, há um ano, o Brasil deixou o Mapa da Fome o que resultou em menos de 2,5% da população com risco de subnutrição ou falta de acesso à alimentação suficiente. Apesar da conquista, ainda há no país cerca de 6,5 milhões de brasileiros em situação de insegurança alimentar grave.

Um ano após deixar o Mapa da Fome, o Brasil ainda tem cerca de 6,5 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar grave. Especialistas afirmam que a manutenção desse resultado depende de políticas públicas permanentes nas áreas de emprego, renda, saúde, educação e segurança alimentar.

Esse é o menor patamar da série histórica, mas, segundo especialistas entrevistados pela Agência Brasil, ainda é preciso combater a fome. Fora aqueles que estão em situação mais grave, a segurança alimentar, ou seja, o acesso regular, permanente e suficiente a alimentos saudáveis e de qualidade, é garantido a 77% da população brasileira.

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Segundo o pesquisador Lucas de Almeida Moura, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Fome, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, é preciso encontrar mecanismos que tornem permanentes as estratégias que reduziram o índice de insegurança alimentar no Brasil.

“Termos alcançado esse marco, pela segunda vez, de saída do Mapa da Fome, é resultado de uma intersetorialidade muito forte entre as políticas públicas. Isso precisa de fato ser mantido e, mais do que mantido, aprimorado.”

De acordo com o especialista, o combate à insegurança alimentar não está centrado somente na oferta de alimentos, mas na criação e na manutenção de toda uma estrutura complexa que vai garantir o acesso adequado à alimentação. Isso envolve a garantia de uma renda mínima, educação, acesso à água, esgotamento sanitário, segurança pública, emprego. 

Lucas Moura é autor do estudo que criou um ponto de medição multidimensional para a insegurança alimentar no Brasil, denominado Índice Multidimensional de Insegurança Alimentar, cujo primeiro número foi lançado em janeiro deste ano, abrangendo o período de 2018 a 2022. 

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Os resultados do MUFII (do nome em inglês) foram publicados na revista Sustainability. A pesquisa propõe avaliação da fome a partir de 12 indicadores de Desenvolvimento Sustentável, comparando ano a ano.

Os resultados mostraram piora no cenário nacional em 2022, revelando que os menores valores médios foram encontrados em Santa Catarina, enquanto os maiores foram registrados no Maranhão, Acre e Amazonas. Os dados apontam que a maior parte dos estados do Norte e Nordeste do Brasil está em um nível acima dos 50% de insegurança alimentar multidimensional. A ideia dos pesquisadores é atualizar o índice para os anos posteriores a 2022. 

Políticas públicas

De acordo com a secretária Extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Valéria Burity, a meta é garantir que os brasileiros consigam se alimentar com qualidade e que isso seja um direito de todos.

“Essa é uma meta de longo prazo de impacto: a gente garantir direito à alimentação adequada saudável como um direito para toda a população brasileira.”

Uma das ações que mais impactaram nesta redução foi o Plano Brasil sem Fome, que articula medidas de política econômica e de proteção social. O plano fomentou a agricultura familiar, fez reajuste na alimentação escolar, apoiou as cozinhas comunitárias e determinou meios para garantir proteção social, trabalho, renda e acesso à alimentação adequada.

Segundo a secretária, a prioridade atual é a inclusão das pessoas que ainda estão em risco de insegurança alimentar em políticas públicas, apoiando estados e municípios para que também consigam fazer o mesmo movimento.

Três pilares

A professora Semíramis Domene, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretora do Instituto Fome Zero (IFZ), destacou que três grandes movimentos levaram a fome a patamares tão baixos novamente. 

Em primeiro lugar, foram mecanismos de diminuição dessa desigualdade. “Se o acúmulo de riqueza e desigualdade estão na raiz da fome, combater a desigualdade está na raiz do caminho para sair dela.”

As políticas de emprego e renda foram fundamentais para isso. “A gente tem hoje o menor índice de desemprego em 13 anos; temos uma elevação do salário mínimo que alcançou reajustes superiores a 6% a partir de 2022. Então, nessa primeira dimensão de combater a desigualdade, a gente tem sido muito bem-sucedido.”

Uma segunda frente foi o fortalecimento das políticas públicas de proteção social. Não se trata apenas da diminuição da desigualdade por meio do emprego mas, sim, a criação de mais emprego, de mais renda, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). 

No âmbito do Bolsa Família, os resultados são positivos e mostram que as famílias atendidas conseguem evoluir para uma condição de emprego, conseguem melhorar a escolarização das suas crianças “e muitas das famílias deixam o Bolsa Família, justamente porque melhora a sua condição familiar”. Citou também ganhos com o Cadastro Único, que foi modernizado recentemente em 2025 e o Programa Nacional de Alimentação Escolar.

A terceira frente muito importante, que também explica a saída do Mapa da Fome, são as ações relativas à produção de alimentos, com o fortalecimento das políticas de abastecimento, sobretudo com incentivo à produção de alimentos da agricultura familiar, que está mais próxima da comida que vai à mesa do povo.

Para a diretora do Instituto Fome Zero, o fortalecimento do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que estava praticamente extinto, sem financiamento, tem sido fundamental para a agricultura familiar. “Pode-se discutir abastecimento na perspectiva do alimento como função social e da terra não como um bem que favorece o mercado internacional de commodities.”

Insegurança alimentar

O economista e pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) Daniel Duque também destaca o protagonismo do Bolsa Família na redução da fome no país. Segundo ele, o aumento da assistência à renda permitiu que milhões de famílias voltassem a ter poder de compra.

Além disso, ele ressalta que os preços dos alimentos tiveram desaceleração em relação à inflação geral a partir de 2023 e também nos anos subsequentes de 2024 e 2025, com o país apresentando boas safras, o que ajudou a controlar os preços dos alimentos. Do mesmo modo, o mercado de trabalho melhorou bastante nesse período, contribuindo de forma significativa para a situação brasileira avançar.

Para que o Brasil se mantenha fora do Mapa da Fome e reduza os índices de insegurança alimentar, o país precisa manter uma situação do mercado de trabalho favorável. “Até agora, não parece haver nenhum indicativo de reversão do emprego”, afirmou Duque.

Chegou a oportunidade de regularizar seus débitos com condições especiais – Prefeitura Estância Turística Guaratinguetá

A Prefeitura de Guaratinguetá, por meio da Secretaria da Fazenda, está promovendo um programa de anistia de juros e multas, oferecendo condições facilitadas para que os contribuintes regularizem seus débitos.

O programa oferece descontos conforme a forma de pagamento, com benefícios que variam entre o pagamento à vista e o parcelamento em até 30 meses.

Importante: para aderir ao programa, é necessário estar com os tributos de 2026 em dia.

Adesão de 1º de julho a 30 de dezembro.

O atendimento é realizado de forma presencial na Prefeitura de Guaratinguetá, ou por e-mail divida.ativa@guaratingueta.sp.gov.br.

Regularize sua situação e aproveite essa oportunidade!

PM intensifica ações contra o crime organizado no Rio

Por MRNews

A Polícia Militar fez nesta quinta-feira (2) operações simultâneas para conter a criminalidade de norte a sul do Rio de Janeiro, incluindo as regiões metropolitana e litorânea do estado.

As ações mobilizaram equipes dos comandos de Policiamento de Área e de unidades especializadas, com foco no combate às organizações criminosas, ao roubo de veículos e de cargas, além da retirada de barricadas.

Entre os principais resultados da operação está a prisão de Diego Silva de Jesus, conhecido como “Problemático”, apontado pelos setores de inteligência como um dos líderes do tráfico de drogas da comunidade da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Contra ele havia dois mandados de prisão em aberto. 

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O criminoso tem 16 anotações criminais e já havia sido preso por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) em 2019, suspeito de participação no homicídio de um policial militar na Linha Amarela, uma das principais vias expressas da cidade. 

Na mesma ação, outros três suspeitos foram presos e um fuzil foi apreendido, representando mais um importante golpe contra o grupo criminoso que atua na região.

Na Cidade de Deus, policiais militares do 18º batalhão da PM desarticularam uma central usada para aplicar golpes contra instituições bancárias. 

No imóvel, foram apreendidos 15 notebooks, quatro computadores desktop, uma caixa de som, cinco cadernos de anotações, três aparelhos celulares e documentos contendo roteiros e registros relacionados à prática criminosa. 
 

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Prefeitura adere a Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada promovido pela CGU – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

A Secretaria Municipal de Integridade e Transparência do Rio de Janeiro celebrou sua adesão à Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada (REDE) durante o Dia da Integridade Empresarial 2026, organizado pela Controladoria-Geral da União, em Brasília.

Já integrante do Pacto Brasil e da Rede Nacional de Integridade Pública, o Rio agora amplia sua atuação em governança para o setor privado, unindo-se ao esforço federativo por meio da cooperação técnica e do compartilhamento de boas práticas.

A iniciativa busca ampliar a segurança jurídica, uniformizar a aplicação da Lei Anticorrupção e da nova Lei de Licitações, aperfeiçoar a avaliação de programas de integridade e evitar a duplicidade de processos, contribuindo para a consolidação de um ambiente ético e transparente nas relações entre o poder público e as empresas.

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  • 2 de julho de 2026
  • Marcações: Controladoria-Geral da União Lei Anticorrupção Lei de Licitações Rede Nacional de Promoção da Integridade Privada

    Ferrovia Transnordestina, entre CE e PI, atinge 82% de obra concluída

    Por MRNews

    A construção da primeira fase da ferrovia Transnordestina, no ramal que conecta o interior do Piauí ao litoral do Ceará, atingiu 82% de obras físicas concluídas.

    O trecho mais recente, de pouco mais de 100 quilômetros (km), entre as cidades cearenses de Acopiara e Quixeramobim, foi inaugurado nesta quinta-feira (2), em um evento que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador Elmano de Freitas.  

    “Essa é uma estrada de ferro vital para a perspectiva de desenvolvimento dessa região”, afirmou Lula na cerimônia em Quixeramobim.

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    Considerada a maior obra de infraestrutura linear em execução no país, a Transnordestina terá 1.206 quilômetros de extensão, ligando Eliseu Martins (PI) ao Porto do Pecém (CE), e atravessará 53 municípios nordestinos, incluindo o oeste de Pernambuco, pela cidade de Salgueiro.

    Com a entrega dos novos trechos, a ferrovia passa a contar com 777 quilômetros de infraestrutura física finalizada, de acordo com o Ministério dos Transportes. A previsão é que o total de 1,2 mil km de trilhos esteja concluído até o fim do ano que vem.

    Segundo o governo federal, o investimento total na obra está estimado em R$ 15 bilhões, com R$ 9,8 bilhões desembolsados até março de 2026.

    A agenda desta quinta também marcou a entrega de 100 vagões graneleiros destinados ao transporte de grãos e fertilizantes e o anúncio da produção de outros 370 vagões. Além disso, foi assinada a ordem de serviço do Ramal Nelog, que fará a ligação da ferrovia ao Terminal de Uso Privado (TUP) Nelog, no Complexo do Pecém, e a assinatura de protocolo de intenções para implantação do Porto Seco de Quixeramobim, empreendimento com previsão de R$ 1 bilhão em investimentos privados para melhorar a logística regional e estimular a instalação de novos empreendimentos industriais.

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    Ligação com Porto de Suape

    Originalmente, o projeto da ferrovia Transnordestina, iniciado há 20 anos, previa um ramal de mais 500 km ligando o oeste de Pernambuco, a partir de Salgueiro, ao Porto de Suape, na região metropolitana do Recife, mas o trecho foi retirado na gestão anterior. A contratação permanece suspensa por decisão do Tribunal de Contas da União (TCU).