O Brasil inicia sua jornada no Catar no dia 24 de novembro. (Foto: Pexels/Pixabay) Há 20 anos, o Brasil conquistava seu último título mundial, ao bater a Alemanha por 2 a 0. De lá para cá, muita coisa mudou. Nas últimas quatro edições, em três a seleção caiu nas quartas de final, e na única vez que avançou à semifinal, em 2014, o arrependimento veio em forma de goleada: 7 a 1. Até onde os atletas comandados por Tite poderão avançar na edição de 2022? Essa é a pergunta que os torcedores estão se fazendo. Se você gosta de tentar prever resultados, encontre os melhores sites de apostas para iniciar sua jornada no universo do entretenimento esportivo.Caso não seja campeão em 2022, o Brasil chegará à quinta edição consecutiva sem vencer a Copa do Mundo. Isso já aconteceu outras duas vezes ao longo da história da seleção, mas em contextos bem diferentes do atual.O primeiro período de seca, de 1930 até 1958 (as edições de 1942 e 1946 não foram disputadas devido à Segunda Guerra Mundial), ocorreu logo nos primórdios do esporte, quando o futebol ainda estava se disseminando e se profissionalizando no país e no mundo. Mesmo assim, a seleção brasileira ainda abocanhou um vice-campeonato em 1950 e já mostrava ao mundo jogadores talentosos como Zizinho e Ademir de Menezes.Depois de conquistar três títulos (1958, 1962 e 1970) em quatro edições, o Brasil viveu mais um longo período de seca, que durou até 1994. Apesar disso, nos cinco Mundiais que disputou nesse intervalo, a seleção brasileira encantou torcedores de todos os países, que vibraram com jogadores como Zico, Falcão, Sócrates, Júnior, Careca, Oscar, Nelinho, Roberto Dinamite, entre tantos outros. Até hoje, a seleção de 82 é lembrada com saudade.No cenário atual, porém, a falta de títulos é reflexo direto de uma queda de qualidade dos jogadores. Não à toa o último brasileiro eleito o melhor do mundo foi Kaká, há 15 anos, e a última seleção que encheu os olhos dos torcedores (antes da Copa) foi a de 2006, que ainda era resquício da geração de 2002.Apesar disso, o Brasil vem embalado em razão de uma campanha histórica nas Eliminatórias Sul-Americanas, em que conquistou 47 pontos em 17 jogos, e é apontado como um dos favoritos ao título no Mundial do Catar.Entre os principais rivais estão França, Inglaterra, Espanha, Alemanha e Argentina. O caminho rumo ao hexa não será nada fácil, e os jogadores comandados por Tite precisarão provar jogo a jogo que são capazes de colocar a seleção no lugar mais alto do pódio novamente.O Brasil inicia sua jornada no Catar no dia 24 de novembro contra um velho conhecido: a Sérvia. Ambas as equipes também se enfrentaram na fase de grupos em 2018. Na ocasião, a equipe de Tite venceu por 2 a 0, com gols de Paulinho e Thiago Silva.No Grupo G, além de Brasil e Sérvia, também estão Camarões e Suíça – embora nenhum dos três adversários pertença ao primeiro escalão, todos têm jogadores experientes, que já atuaram nas principais ligas europeias. Os confrontos poderão oferecer as dificuldades necessárias para a seleção ganhar corpo e avançar com confiança.
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