Jogos Escolares destacam xadrez e apoio das famílias – CGNotícias

A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Funesp, realizou neste sábado (18) a competição de xadrez da etapa individual da 38ª edição dos Jogos Escolares da Capital. O evento aconteceu no CCI Vovó Ziza e reuniu estudantes de 12 a 17 anos, além de familiares, em um ambiente de integração, estratégia e incentivo ao esporte.

Parte do calendário oficial dos Jogos Escolares, a competição teve como destaque a forte presença das famílias, reforçando a importância do apoio no desenvolvimento esportivo e educacional dos jovens.

Para Moacir Moreira Borges, pai do atleta Gustavo Borges, de 16 anos, a experiência vai além da disputa. “A expectativa é que ele se divirta e que aproveite. Ele gosta de xadrez, então é importante essa competição para desenvolver até o raciocínio lógico, que ajuda muito, principalmente na área de exatas. Ele foi bem, é o primeiro ano que participa de um campeonato de xadrez e estamos satisfeitos. Essa iniciativa da prefeitura é uma oportunidade para muitos alunos que não têm expectativa de vida, e um torneio como esse pode abrir muitas portas para eles futuramente”, destacou.

O coordenador da modalidade e professor da Funesp, Marcos Borges Ortega, ressaltou o sucesso do evento. “Os Jogos de Xadrez, hoje uma tradição dos Jogos Escolares de Campo Grande, foram um sucesso. Tudo que foi planejado pela Fundação e pela Prefeitura está acontecendo. Além dos atletas e professores, temos um bom público de pais no evento. Quando a família está presente, especialmente no esporte, é uma garantia de que essa criança ou adolescente terá um bom caminho na vida”, afirmou.

A participação dos pais também foi ressaltada por Patrícia Camila de Souza, mãe de um dos competidores. “É a primeira vez que ele está participando e estou com as melhores expectativas. A gente sempre vem para ter um bom resultado, porque é o que eles procuram. Sobre a iniciativa da Prefeitura, é um projeto muito bacana, com certeza. Eles se entrosam, se dedicam e eu gostei bastante. Com certeza ele vai participar mais vezes”, disse.

Entre os destaques da competição está o tricampeão Luiz Henrique Leite Lima, de 14 anos, vencedor da categoria A. “Estou muito feliz, porque a cada dia venho me esforçando mais para alcançar o tão esperado pódio. Em 2024, fiquei em segundo lugar nos Jogos Escolares Estaduais de Mato Grosso do Sul e em terceiro lugar nacional na Série Prata de equipes. Me dedico bastante treinando duas vezes por semana, por duas horas”, relatou.

Na categoria feminina A, a campeã Mariana Mayumi Shiguematsu Yassuda, de 15 anos, também comemorou o resultado. “Estou muito contente com o torneio que fiz hoje. Tive que enfrentar minhas amigas, que estão sempre nos torneios comigo. São partidas muito difíceis, porque treinamos juntas e temos um vínculo forte. Isso torna o jogo ainda mais desafiador. Eu gosto muito de representar Campo Grande. Desde que comecei a jogar xadrez, participo de competições estaduais e nacionais pela cidade. Treino duas vezes por semana e também estudo sozinha”, destacou.

A etapa individual também serve como seletiva para os Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul. A competição é dividida nas categorias A (15 a 17 anos) e B (12 a 14 anos), nos naipes masculino e feminino. Em Campo Grande, classificam-se para a fase estadual um atleta de cada sexo na categoria A e dois na categoria B.

Pódio – Xadrez (etapa individual)

Categoria A Masculino
1º lugar – Luiz Henrique Lima (Colégio Évora)
2º lugar – Vitor Hugo Fedrizzi (Escola Estadual Emygdio Campo Vidal)
3º lugar – Ghylherme de Souza (Instituto Federal de MS)

Categoria A Feminino
1º lugar – Mariana Mayumi Yassuda (Insty Colégio e Cursos)
2º lugar – Kariny Shikasho (Escola Maria Montessori)
3º lugar – Yasmin Müller (Colégio Militar de Campo Grande)

Categoria B Masculino
1º lugar – César Ishikawa (Colégio Classe A)
2º lugar – Matheus Andretto (Colégio Tic Tac e Instituto Penrabel)
3º lugar – Rover de Moura (Colégio CBA/ABC)

Categoria B Feminino
1º lugar – Rafaela Mattoso (Colégio Classe A)
2º lugar – Helena Cabreira (Escola Municipal Licurgo de Oliveira Bastos)
3º lugar – Sarah Oliveira (Escola Municipal Licurgo de Oliveira Bastos)

Na Alemanha, Lula defende parceria com Europa na descarbonização

Por MRNews

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu neste domingo (19) uma matriz energética limpa em parceria com a Europa e a proteção a empregos com o avanço da inteligência artificial.

Na Alemanha, Lula discursou na abertura da maior feira industrial do mundo, a Hannover Messe. Ele voltou a criticar os efeitos da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, conflito que chamou de “maluquice”. 

Lula disse que o Brasil pode ajudar a União Europeia a diminuir custos de energia e a descarbonizar a indústria. “Para isso, é essencial que as regras do bloco levem em conta a matriz energética limpa utilizada em nossos processos produtivos”, disse Lula, na Hannover Messe.

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No discurso, acompanhado pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, por representantes dos governos e empresários dos dois países, Lula argumentou que é preciso combater “narrativas falsas” a respeito da sustentabilidade da agricultura brasileira. Ele foi aplaudido pelos presentes em diferentes momentos do discurso.

“Criar barreiras adicionais ao acesso de biocombustíveis é contraproducente, tanto do ponto de vista ambiental quanto do ponto de vista energético”. 

O presidente argumentou que, em 2026, o Brasil coloca em marcha um “robusto programa” que prioriza a economia verde e a indústria 4.0. Por outro lado, ele aproveitou para contextualizar que se trata de um momento crítico na geopolítica global, marcado por paradoxos.

“A inteligência artificial nos torna mais produtivos, mas também é utilizada para selecionar alvos militares sem parâmetros legais ou morais”, criticou.

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Defesa do trabalhador 

Sobre o mercado de trabalho, Lula disse que o país tem o menor desemprego da sua história e que defende o fim da escala 6×1, com a redução da jornada de trabalho para garantir dois dias de descanso.

Em relação aos empregos, Lula fez apelo aos empresários e pesquisadores para que, no cenário da evolução das tecnologias de inteligência artificial, contabilizem os impactos para os trabalhadores no mundo.

“Se a inteligência artificial causar o bem que nós queremos, é preciso que nos lembremos que, por trás de cada invenção, tem um ser humano. Se ele não tiver mercado de trabalho, o mundo só tende a piorar”, considerou.

“Maluquice da guerra”

Ainda em seu discurso, Lula assegurou que o Brasil é um dos países menos afetados pela “maluquice da guerra feita com o Irã”. Ele afirmou que o governo tomou medidas internas para minimizar esse impacto diante de um cenário em que o país importa 30% do óleo diesel utilizado.  

O presidente aproveitou para condenar o fato de o mundo estar marcado por desigualdades, mas haver um gasto de US$ 2,7 trilhões em guerras. Em relação a isso, Lula pediu responsabilidade a membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU para buscar caminhos contra essa realidade. O conselho conta com cinco membros permanentes: Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido. 

Efeitos sobre mais vulneráveis

Lula lembrou que, com o conflito no Oriente Médio, ocorrem flutuações no preço do petróleo que encarecem a energia e o transporte. Outra consequência é a escassez de fertilizantes, que afeta a produção agrícola e aumenta a insegurança alimentar.

“São os mais vulneráveis que pagam o preço da inflação dos alimentos. O protecionismo ressurge como resposta falaciosa para problemas econômicos e sociais complexos”. 

Diante desse cenário, Lula apontou que a “paralisia” da Organização Mundial do Comércio (OMC) torna necessário “refundar a organização”. No tema do comércio internacional, o presidente aproveitou para enfatizar a importância do acordo entre o Mercosul e a União Europeia.

“Daqui a menos de duas semanas, entrará em vigor o acordo que cria um mercado de quase 720 milhões de pessoas e um PIB de 22 trilhões de dólares”. 

Lula voltou a ser aplaudido quando lembrou do compromisso brasileiro de, até 2030, chegar a desmatamento zero na Amazônia. “Nos últimos três anos, reduzimos em 50% o desmatamento da Amazônia e em 32% no Cerrado”.

O presidente também destacou que o Brasil prioriza a sustentabilidade no campo dos combustíveis. “Já adotamos mistura de 30% de etanol na gasolina e de 15% no biodiesel. Produzimos biocombustíveis de forma sustentável, sem comprometer o cultivo de alimentos ou derrubar florestas”, explicou.

Ele acrescentou que 90% da energia elétrica do Brasil é limpa e há potencial para produzir o hidrogênio verde mais barato do mundo.  

Lula também citou a possibilidade de maior exploração de minérios críticos para colaborar com a descarbonização e a transformação digital. “Com apenas 30% do potencial mineral mapeado, nosso país já tem a maior reserva mundial de nióbio, a segunda de grafita e terra rara e a terceira de níquel”.

Ele disse que não vê o país como “mero exportador” dos minerais, mas deseja parcerias internacionais com transferência de tecnologia.

Sine-JP oferta 644 vagas de emprego em vários setores a partir da próxima quarta-feira

O Sistema Nacional de Emprego de João Pessoa (Sine-JP) oferta, a partir da próxima quarta-feira (22), 644 vagas de emprego nos mais variados setores. Os interessados devem comparecer pessoalmente à sede do Sine-JP, localizada na Avenida João Suassuna, nº 49, no primeiro casarão da Villa Sanhauá, na Praça Antenor Navarro, Varadouro.

Para realizar a inscrição, é necessário apresentar RG, CPF, carteira de trabalho, comprovante de residência e currículo atualizado. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Mas, é importante lembrar que essa será uma semana com feriadão, ou seja, na segunda-feira (20) e terça-feira (21) estará fechado.

A função com mais vagas disponíveis é auxiliar de linha de produção. São 92 oportunidades sendo oferecidas. Mas, é importante ficar atento às exigências. Uma das empresas exige experiência, já a outra não. O profissional dessa área atua na indústria organizando, abastecendo e mantendo a limpeza do local de trabalho e maquinários para garantir o funcionamento da produção.

Tem, ainda, 40 vagas para auxiliar de expedição e auxiliar de linha de produção. O profissional que ocupa essa função é responsável por organizar, conferir e despachar mercadorias em uma empresa. Para esse caso, não está sendo exigido experiência.

Outros setores – O Sine-JP também oferece vagas para operador de lojas (20), ajudante de carga e descarga de mercadorias (15), vendedor pracista (15), auxiliar de pedreiro (12), arquivista de documentos (10), entre outros

Serviço – Mais informações sobre todas as vagas e os requisitos podem ser consultadas no Painel da Empregabilidade, disponível no site da Prefeitura de João Pessoa: www.joaopessoa.pb.gov.br/servico/painel-da-empregabilidade , ou pelo telefone (83) 98654-8978.

Mega-Sena acumula para R$ 70 milhões; confira números sorteados

Por MRNews

O prêmio da Mega-Sena acumulou para R$ 70 milhões depois do sorteio realizado no último sábado (18), pela Caixa Econômica Federal. O próximo sorteio será na quinta-feira (23).

As seis dezenas sorteadas na noite de sábado, no Concurso 2998, foram 15, 18, 28, 31, 52 e 58.

As 48 apostas que acertaram cinco dezenas conquistaram o prêmio de R$ 55.256,40. Já as 3.695 apostas com quatro acertos ganharam R$ 1.183,20.

Réus são condenados a 1,2 mil anos por chacina contra família no DF

Goiás tem 42% dos casos de síndrome respiratória até 2 anos de idade

As apostas para o próximo sorteio podem ser realizadas em casas lotéricas ou na internet, e o valor mínimo para participar é de R$ 6.
 

Agência Minas Gerais | Governo de Minas transfere capital do Estado para Ouro Preto por três dias e reforça presença na região Central de Minas

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, conduziu, neste domingo (19/4), a solenidade de transferência da capital do Estado para Ouro Preto, em cerimônia realizada no anexo do Museu da Inconfidência, em Ouro Preto. A cidade da região Central é a nova sede do Poder Executivo mineiro até a próxima terça-feira (21/4), Dia de Tiradentes.

A iniciativa integra o programa Governo Presente, liderado pelo governador Mateus Simões, e que tem aproximado a estrutura do Estado dos mineiros que vivem no interior, a partir do diálogo direto com a população, e da concretização de entregas e anúncios prioritários para diferentes realidades dos municípios mineiros.

Reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade, Ouro Preto tradicionalmente se torna capital do estado no dia 21 de abril, em referência à Inconfidência Mineira e à memória de Tiradentes. Neste ano, de forma inédita, a transferência foi ampliada para o período entre os dias 19/4 e 21/4, em função das ações do Governo Presente, reforçando o papel histórico, cultural e econômico da cidade para Minas Gerais.

“Eu quero comemorar com vocês essa passagem da capital para Ouro Preto, pensando que essa cidade tem muito a ensinar a Minas, não só pela referência histórica. Mas também pela capacidade de se reinventar ao longo do tempo. Uma cidade ligada à mineração do ouro, não perdeu sua característica de território minerário. É o nosso principal destino histórico e cultural. E é um município que avançou também muito na referência culinária. Ouro Preto também é uma cidade universitária interativa, além de ter relevância nos serviços, ou seja, Ouro Preto é uma cidade completa”, disse o governador Mateus Simões.

Após a solenidade, o governador ainda esteve na Praça Tiradentes, visitando comércios e acompanhando a montagem dos preparativos para a cerimônia da Medalha da Inconfidência, a ser realizada na próxima terça-feira (21/4).

Nos próximos dias, o governador irá percorrer a região Central, realizando anúncios e entregas nas áreas de infraestrutura, mobilidade e educação. Além disso, entre os dias 19/4 e 21/4, Ouro Preto recebe a Praça de Serviços, realizada no Campo de Futebol da Água Limpa, entre 14h e 16h, com uma série de serviços à população, incluindo vacimóvel, castramóvel, emissão da nova carteira de identidade, entre outras iniciativas.

Capitais de Minas Gerais no interior

No âmbito do Governo Presente, se tornaram capitais provisórias de Minas Gerais as cidades de Uberlândia, Ipatinga, Ubá, Pouso Alegre, Poços de Caldas e Diamantina. Agora, Ouro Preto se soma a esse conjunto, sendo a primeira cidade da região Central a receber a iniciativa. A iniciativa será levada a 19 cidades, entre março e junho.

A presença do Governo de Minas na cidade ao longo dos próximos dias inclui encontros com prefeitos, lideranças e representantes da sociedade civil, além de agendas voltadas ao desenvolvimento regional, infraestrutura, educação e serviços públicos.

Com a iniciativa, o Governo de Minas reforça a proposta de interiorização da gestão, promovendo maior integração entre o Estado e os municípios e garantindo que políticas públicas e investimentos cheguem de forma mais eficiente à população.

Goiás tem 42% dos casos de síndrome respiratória até 2 anos de idade

Por MRNews

O estado de Goiás decretou, nesta semana, situação de emergência de saúde pública em razão do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Em dados divulgados até o início da tarde deste domingo (19), pelo menos 42% dos casos estão relacionados a bebês (até dois anos de idade)

Segundo os números do painel, nessa faixa etária são 1.139 casos do total de 2.671 registrados.

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Outra faixa etária que requer atenção especial é de pessoas acima de 60 anos de idade, com 482 casos (18% do total).

Emergência

Ao todo, já foram registradas 115 mortes no estado em vista da SRAG. Quando a Secretaria de Saúde decretou emergência, na quinta-feira (16), eram 2.560 casos. A medida estadual, estipulada em 180 dias, demandou, por exemplo, a instalação de um centro de operações para o monitoramento e a gestão da situação. 

Segundo o painel, 148 casos estariam relacionados à circulação do vírus da Influenza e 1.080 relacionados a outros vírus. Há alerta em relação à circulação da variante K do Influenza.

Outras ações do governo local foram a aquisição especial de insumos e materiais e contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação com dispensa de licitação.

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“Nesse período, a administração pública estadual deverá providenciar o regular processo de licitação”.

O decreto ainda autoriza a contratação de pessoal por tempo determinado, com a finalidade de combate à epidemia.

“Tramitarão em regime de urgência e prioridade, em todos os órgãos e entidades da administração pública estadual, os processos referentes a assuntos vinculados ao decreto”.

Distrito Federal

Vizinho a Goiás, o Distrito Federal também monitora a situação. No entanto, a Secretaria de Saúde local informou que a variante K da Influenza já é predominante na América do Sul neste ano.

“Mas, até o momento, não há evidências de aumento da gravidade dos casos nem de perda de eficácia das vacinas disponíveis”, escreveu o secretário de Saúde Juracy Cavalcante.  

De acordo com informações da vigilância epidemiológica, até agora, foram registrados 67 casos de SRAG por influenza, incluindo um óbito.

“Apesar do cenário de 2026 sugerir, até o momento, a ocorrência dentro do padrão sazonal esperado de influenza, a dinâmica reforça a importância do monitoramento contínuo diante da possibilidade de aumento de casos nas próximas semanas. Seguimos com monitoramento permanente, e a população pode permanecer tranquila, mantendo a vacinação em dia”, disse o secretário do DF.

Em alta 

Nesta semana, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) havia divulgado, em boletim, que havia aumento de casos de SRAG em crianças menores de 2 anos em quatro das cinco regiões do país (Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste).

“A análise aponta que o crescimento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator de elevação dos casos nessa faixa etária”.

Esses casos que afetam bebês, segundo o boletim, aumentaram em todo o Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal), Sudeste (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo), e em estados do Norte.

Outra informação do boletim é que os casos graves por covid-19 seguem em baixa no Brasil.

Vacinação 

O Ministério da Saúde mantém campanha nacional de vacinação contra a influenza em todo o Brasil, com prioridade para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, mais suscetíveis a desenvolver quadros graves. 

A vacina contra a covid-19 deve ser tomada por todos os bebês, aos 6 meses de idade.

Reforços periódicos são recomendados para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e comorbidade ou imunosuprimidas e outros grupos vulneráveis. 

No ano passado, o Ministério da Saúde passou a oferecer também a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, com o objetivo de proteger os bebês pequenos, principais alvos do vírus, que causa a bronquiolite.

Prefeitura do Rio inicia obras do Morar Carioca em comunidade da Ilha do Governador – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Investimento representa dignidade, segurança e acesso a direitos básicos para quase 3,2 mil pessoas – Iago Campos/ Prefeitura

O prefeito Eduardo Cavaliere deu iniciou a primeira fase das obras de urbanização integrada na favela Vila Nova Canaã, na Ilha do Governador, neste domingo (19/04). Mais do que cimento e asfalto, o investimento de R$ 23.109 milhões da Prefeitura do Rio representa dignidade, segurança e acesso a direitos básicos para quase 3,2 mil pessoas de 781 domicílios.

– A nossa premissa básica na prefeitura é melhorar a vida das pessoas através das políticas públicas. E as obras do Morar Carioca representam bem esse objetivo que perseguimos – frisou o prefeito do Rio.

As obras na comunidade integram o programa Morar Carioca, executado pela Secretaria Municipal de Habitação (SMH). A primeira etapa contemplará uma área de 87.770 metros quadrados com implantação de rede de abastecimento de água, esgotamento sanitário, rede de drenagem, pavimentação, iluminação, sinalização, paisagismo e equipamentos para coleta de resíduos sólidos.

Uma parte importante da obra será voltada a construção de áreas de lazer e implantação de mobiliário urbano. Os moradores irão usufruir de áreas de convivência, academia da terceira idade, parque infantil, churrasqueira comunitária, anfiteatro, quadra poliesportiva e pista de caminhada.

As obras têm prazo de execução de 20 meses. A iniciativa faz parte da política habitacional do município, que entende a moradia como um direito básico e aposta na urbanização como instrumento de inclusão social e dignidade. Com essa iniciativa, a Prefeitura do Rio reforça seu compromisso com a urbanização de áreas vulneráveis e a promoção da equidade no acesso à cidade. A expectativa é transformar o cotidiano dos moradores, com infraestrutura adequada, mais segurança e valorização do território.

– É muito gratificante ver como essa obra irá transformar a comunidade de Vila Nova Canaã, levando mais dignidade, infraestrutura e qualidade para as famílias. O esforço que nós estamos fazendo está dando resultados para melhorar as favelas do Rio de Janeiro – afirmou o secretário municipal de Habitação, Cláudio Dutra.

Uma segunda etapa de obras na comunidade Vila Nova Canaã está em fase de elaboração de projeto.

Sobre o Morar Carioca

O Morar Carioca é o maior programa de urbanização de favelas do País. Promove a urbanização de ruas e áreas de lazer, agregando um leque de melhorias em saúde, educação e outros serviços públicos básicos, além de levar cidadania e dignidade a uma parcela da população que mora em áreas vulneráveis.

As ações incluem redes de água e esgoto, drenagem, iluminação pública, pavimentação e contenção de encostas, além de paisagismo, equipamentos de saúde, educação, cultura e lazer.

Desde 2021, a Prefeitura do Rio já investiu um total de R$ 873,653 milhões em obras do Morar Carioca em todas as regiões do Rio, entre os projetos já concluídos, em andamento e com intervenções a iniciar. Outras nove iniciativas do programa estão em fase de licitação.

Categoria:

  • 19 de abril de 2026
  • Marcações: Habitação ilha do governador Morar Carioca Prefeitura do Rio Vila Nova Canaã

    Curso de linguiça na Expogrande capacita usuários dos Cras – CGNotícias

    O encontro entre a culinária regional e a criatividade gastronômica resultou em um curso de fabricação de linguiça cuiabana artesanal, realizado durante três dias na Expogrande 2026, que termina neste domingo (19). A iniciativa reuniu usuários dos Cras Estrela Dalva e Jardim Aeroporto.

    A ação foi fruto de uma parceria entre a Secretaria de Assistência Social e Cidadania (SAS), por meio da Gerência de Ações de Trabalho e Renda (GTAC), e o Senai. O objetivo foi oferecer uma nova oportunidade de geração de renda, ensinando a produção de um alimento típico da região com um toque diferenciado, voltado ao empreendedorismo.

    O curso chamou atenção pela proposta inovadora: em vez da tradicional carne moída, os participantes aprenderam a trabalhar com carne picada na faca e a incorporar ingredientes como queijo, beterraba, laranja e pimenta. Segundo o instrutor Lucas França Sepolini, essa combinação cria um produto com maior valor de mercado.

    Mais do que ensinar receitas, a capacitação também focou na organização e no trabalho em equipe em uma cozinha profissional. O conteúdo foi dividido em três etapas, incluindo higiene, amolação de facas e preparo dos ingredientes.

    “A gente dividiu tudo em equipe e eles trabalharam super bem. Eu falo para eles que a cozinha tem que ser aberta e fechada pela equipe, então todo mundo só saia quando estava tudo limpinho. Além da união no espaço de trabalho, mostramos para os alunos como ocorre a produção em larga escala, a fabricação industrial, além das estratégias de venda”, explicou o instrutor.

    Lucas também incentivou a criatividade dos participantes: “A base é a carne e o tempero, mas o restante eles podem acrescentar produtos da época que têm em casa, como queijo e azeitona. É bem diversificado”, revelou.

    Para muitos alunos, o curso abriu novas perspectivas. A dona de casa Jucilene Pereira Amario, que já trabalhou em açougues, viu na capacitação uma chance de empreender. “Eu gostei muito. O que me interessou em fazer esse curso foi porque essa linguiça é diferente, é com queijo. Nunca tinha visto linguiça com queijo e esses outros ingredientes diferentes. Eu já sabia fazer massa de linguiça, mas era moída e só com tempero comum”, contou.

    Agora, ela pensa em ir além. “Meu projeto é tentar fazer cursos melhores para eu aprender mais”, frisou.

    Já Angélica Jeniffer dos Santos teve o primeiro contato com esse tipo de produção e pretende investir na nova habilidade. “Nunca tive conhecimento sobre a produção de linguiça. O curso foi maravilhoso porque aprendemos muitas técnicas. Gostei muito das dicas sobre o uso das facas e pedras. Pretendo produzir para o consumo próprio e futuramente para vender”, afirmou.

    Segundo o coordenador do Cras Estrela Dalva, Gilberto Gomes do Couto, a iniciativa busca promover transformação social por meio da qualificação profissional. “O foco principal é a transformação social através de uma capacitação técnica. Quem fez saiu capacitado para fazer essa linguiça caseira, artesanal e gourmetizada, valorizando a mão de obra e o mercado local. É uma oportunidade de geração de renda para que as famílias saiam da situação de vulnerabilidade e tenham esse horizonte para abrir o próprio negócio”, destacou.

    De acordo com o instrutor, o retorno financeiro pode variar bastante. “Tudo depende dos ingredientes que a pessoa vai usar. A criatividade é quem vai impulsionar as vendas”, concluiu, ressaltando que o lucro pode chegar de 20% a 100%.

    Soberania em minerais críticos permite emprego verde na América Latinacurrent-page:pager]Agência Brasil

    Por MRNews

    Os países da América Latina devem aproveitar as enormes reservas de minerais críticos e terras raras que possuem para desenvolver a própria indústria da transição energética, avaliaram lideranças latino-americanas consultadas pela Agência Brasil.  

    O controle sobre os minerais críticos, fundamentais para indústrias da transição energética e da tecnologia, é um dos centros da disputa comercial travada entre China e Estados Unidos (EUA) pela liderança da economia global.

    Ex-ministro de Minas e Energia da Colômbia Andrés Camacho. Foto: Lucas Alvarenga/Ineep

    Os especialistas argumentam que, ao desenvolver a própria indústria, a América Latina evita repetir o papel de simples exportador de matérias-primas, fortalecendo a economia da região e ganhando poder de barganha no cenário global.

    O ex-ministro de Minas e Energia do governo de Gustavo Petro, na Colômbia, Andrés Camacho, destacou que o fato de uma parcela importante desses minerais estar na América Latina permite que os países possam desenvolver as próprias indústrias, criando empregos de qualidade e reduzindo a dependência tecnológica.

    “Por exemplo, o lítio, encontrado em países aqui no Sul do continente. Precisamos avançar em direção à produção, não apenas para exportar lítio, mas também para aprimorá-lo, e não apenas como mineral, mas como baterias”, destacou.

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    O lítio é um dos principais insumos para baterias de carros elétricos, assim como o cobre é fundamental para os painéis solares e eólicos. Estima-se que 45% do lítio e 30% do cobre estejam na América Latina, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE).

    A deputada pela Argentina do parlamento do Mercosul (Parlasul) Cecilia Nicolini, ex-secretária de Mudanças Climáticas do governo de Alberto Fernández (2019-2023), defendeu que os países latino-americanos não devem se limitar a exportar minerais brutos para outras nações processá-los.

    “Você pode ter uma política de exportação de recursos, mas também podemos usar esses recursos para desenvolver algum tipo de tecnologia ou algum tipo de participação na cadeia de valor para ter um nível mínimo de poder de negociação [no cenário global]”, disse.

    Diretora técnica do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Ticiana Alvares. Foto: Lucas Alvarenga/Ineep

    As lideranças participaram, no Rio de Janeiro (RJ), do Seminário Internacional Energia, Integração e Soberania, realizado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), em parceria com a Fundação Perseu Abramo e a Fundação Friedrich Ebert Brasil.

    A diretora técnica do Ineep, Ticiana Alvares, defendeu que a atual lógica do comércio global está em xeque com as guerras em curso e a disputa geopolítica entre China e EUA. Isso abriria oportunidades para a América Latina investir em indústrias regionais ligadas à transição energética.  

    “Essa internalização de bens e insumos essenciais talvez não possa ser feita de forma nacional, mas faz sentido de forma regional. Por exemplo, o tema dos fertilizantes, que o Brasil tem uma dependência gigante. Temos a Argentina, que agora é abundante em gás. Temos também a Bolívia abundante em gás. O gás natural é o principal insumo para a produção de fertilizante nitrogenado”, explicou.

    Para Ticiana, a crise atual incentiva os países a internalizar a produção de bens necessários para segurança energética. “Em um momento de crise, duvido que os países não queiram ter uma indústria no seu país”, completou.

    Importância da América Latina nos minerais críticos

    A Agência Internacional de Energia (AIE) aponta a América Latina como região chave para o mercado global de minerais críticos, com vastas reservas e um setor de mineração bem estabelecido.

    “A América Central e do Sul são ricas em minerais críticos como lítio, cobre, grafite, terras raras, níquel, manganês, prata e bauxita, lideradas por países como Argentina, Bolívia, Brasil, Chile e Peru”, diz a AIE.  

    A dependência dos Estados Unidos de importações desses minerais tem sido uma fonte de tensões geopolíticas, uma vez que Washington atua para garantir esses suprimentos e evitar que adversários, principalmente Rússia e China, tenham acesso a esses materiais.  

    “Os EUA dependem de importações para mais da metade do lítio e mais de dois terços dos compostos e metais de terras raras que consomem”, afirma o relatório do Serviço Geológico dos Estados Unidos de 2026.

    Por outro lado, a China tem um papel dominante no mercado dos minerais críticos e terras raras, tanto no campo da mineração, como principalmente no processamento e refino desses materiais, segundo relatório da Agência Internacional de Energia (AIE).

    “Sua influência é ainda mais forte no refino, com uma participação de 44% no refino global de cobre, uma participação de 70-75% no processamento de lítio e cobalto e uma participação de mais de 90% no refino de elementos de terras raras e grafite de grau de bateria”, diz a AIE.

    Ainda segundo a agência, o engajamento da China nesse mercado “tem sido forte na África, América Latina e Indonésia”.

    Trump tenta conter China na América Latina

    Um dos objetivos da política externa da Casa Branca sob Trump é conter a influência econômica chinesa no continente latino-americano, como ficou expresso na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA, publicada em novembro do ano passado, reafirmando a “proeminência” de Washington sobre a América Latina.

    “Negaremos a concorrentes de fora do Hemisfério a capacidade de posicionar forças ou outras capacidades ameaçadoras, ou de possuir ou controlar ativos estrategicamente vitais em nosso Hemisfério”, diz o documento oficial.

    Em março deste ano, Trump firmou uma coalizão militar com 12 países latino-americanos alinhados ideologicamente, como Argentina, Paraguai, Equador e Chile. Um dos objetivos é afastar a influência de potências estrangeiras de fora do hemisfério, o que tem sido interpretado como parte da guerra comercial travada pelos EUA contra a China. 

    Coalizão latino-americana sem ideologia

    Deputada pela Argentina do Parlasul, Cecilia Nicolini, ex-secretária de Mudanças Climáticas do governo. Foto: Lucas Alvarenga/Ineep

    A deputada do Parlasul Cecilia Nicolini defende que os países latino-americanos precisam criar coalizões baseadas em temas, como a transição energética, para que possam contornar as diferenças ideológicas entre os governos da região.

    “Precisamos pensar em como formar essas coligações com outros países que não compartilham nossa ideologia, para construir essas alianças com base em questões específicas, principalmente na transição energética. Porque essa integração exige infraestrutura, exige políticas que vão além dos governos atuais”, destacou Cecilia.

    Para o ex-ministro de Minas e Energia colombiano Andrés Camacho, caso não consiga desenvolver uma indústria própria, a região ficará dependente da importação dos equipamentos da transição energética.

    “A produção de painéis solares provavelmente será difícil, mas se tivermos recursos como esses minerais, poderemos começar a criar cadeias de produção. Teremos que começar a desenvolver nossas próprias adaptações para veículos elétricos e tomar medidas para garantir que não nos tornemos completamente dependentes dessas tecnologias”, destacou.

    A diretora técnica do Ineep Ticiana Alvares pondera, por outro lado, que os países que detêm os minerais críticos exigidos por EUA e China precisam conquistar, por meio de negociações, as condições que permitam a transferência de tecnologia para a região.

    “A gente tem as matérias-primas dessas indústrias que são as indústrias energéticas do futuro. Não só energética, no caso dos minerais críticos, da inteligência artificial e tudo mais. A China não irá transferir tecnologia por vontade própria. A gente tem que dizer o que a gente quer. A China mesmo fez isso. Foi assim que a China foi avançando nas cadeias de valor”, finalizou.

    Segurança nacional

    O presidente do Brasil,  Luiz Inácio Lula da Silva, tem defendido que os países da América Latina tenham acesso a todas as etapas das cadeias de valor dos minerais críticos existentes na região. 

    Na última sexta-feira (17), durante assinatura de acordos com a Espanha, Lula lembrou que a América Latina já já deixou passar outros ciclos econômicos como do ouro, da prata, do minério de ferro e da madeira, sem tirar proveito disso.

    “Nós não podemos agora permitir que a riqueza que a natureza nos deu não permita que a gente fique rico”. 

    Segundo ele, o Brasil está disposto a fazer acordo com todos os países sobre o tema. 

    “E o processo de transformação se dará dentro do Brasil. Não vamos repetir com os minerais críticos e com as terras raras o que aconteceu com o minério de ferro, com a bauxita. Vamos agora assumir a responsabilidade. Isso é uma questão de segurança nacional para nós”, disse o presidente.

     

    *O repórter viajou a convite do Ineep para o Seminário Internacional Energia, Integração e Soberania

    GCM captura procurado pela Justiça na Vila Carvalho  – Agência de Notícias

    Foto: GCM

    Na madrugada deste sábado (18), a Guarda Civil Municipal (GCM) deteve um homem procurado pela Justiça, durante patrulhamento preventivo nas imediações do CEI-16, na Vila Carvalho.

    A ação ocorreu depois que os guardas avistaram um indivíduo sentado próximo ao muro da unidade escolar, em atitude que motivou a abordagem para averiguação.

    Na busca pessoal, nada de ilícito foi localizado. Contudo, ao realizar consulta por meio do sistema informatizado Muralha Paulista, foi gerado alerta indicando que o indivíduo era procurado pela Justiça.

    Em contato com o Centro de Controle Operacional Integrado (CCOI), a informação foi confirmada, sendo constatada a existência de mandado de prisão em aberto, pelo crime previsto no artigo 217-A do Código Penal (estupro de vulnerável).

    Diante dos fatos, o indivíduo foi detido e conduzido à delegacia, onde a autoridade policial ratificou a captura do procurado, que permaneceu à disposição da Justiça.