Crianças de comunidade quilombola andam na escuridão para ir à escola

Por MRNews

Às 4h30 da manhã, quando o som do Córrego da Inês fica mais nítido a 50 metros de casa, o menino Aleandro, de 6 anos, acorda animado para ir à escola. Separa o uniforme e se junta aos dois irmãos mais velhos (Alecssandro, de 7, e Tawane, de 15). Juntos e de forma ligeira, eles percorrem, por 50 minutos, uma subida de quase dois quilômetros (km), no meio da escuridão, em uma estrada estreita, com chão de terra, pedregulhos e cascalhos pelo meio do Cerrado. 

As crianças da comunidade quilombola de Antinha de Baixo, na área rural de Santo Antônio do Descoberto (GO), precisam se apressar para não perder a passagem de uma kombi, às 6h10. O veículo transporta pelo menos 12 crianças das redondezas até as escolas municipais no centro da cidade, a cerca de 15 km dali. A situação já foi pior. 

Seu Joaquim é a pessoa mais velha da comunidade quilombola Antinha de Baixo – Valter Campanato/Agência Brasil

Os pais dos meninos, os agricultores Roberto Braga, de 42 anos, e Mayara Soares, de 35, orgulham-se do início do caminho dos filhos pela estrada e pela vida. Eles lembram que desistiram de estudar porque não havia qualquer apoio para chegar à cidade.

O avô, Joaquim Moreira, vive com eles. O idoso mora na mesma casa em que nasceu há 87 anos e é a pessoa mais velha da comunidade. Ao acompanhar as crianças acordando para ir à escola, ele diz ter esperança de que os mais novos não passem pelas mesmas dificuldades do passado.

Roberto Braga é morador do Quilombo Antinha de Baixo, no Santo Antônio do Descoberto, em Goiás – Valter Campanato/Agência Brasil

Raízes

Foi Seu Joaquim, como é conhecido no lugar, que recebeu no ano passado, em Brasília (DF), o certificado de autorreconhecimento de comunidade remanescente de quilombo. No local, vivem atualmente cerca de 400 famílias. 

>> Leia mais sobre as ameaças à comunidade

O documento garantiu esperança para a comunidade, depois de uma batalha judicial em que fazendeiros e grileiros reclamavam a posse do território.

Pelo menos três casas de quilombolas foram, inclusive, demolidas após decisão contrária. Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) paralisou o despejo. Além disso, eles diziam que eram constantemente ameaçados por homens armados. 

Nos últimos dias, profissionais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), incluindo antropólogos, trabalharam no local para a elaboração do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) de Antinha de Baixo.

O órgão explicou que o levantamento inclui estudos técnicos e científicos de caracterização do local para obter informações de características geográficas, históricas e etnográficas do lugar.

A conquista dos moradores foi celebrada porque deixa mais próxima a possibilidade de demarcação e titulação do território. De toda forma, a certificação já impulsiona a comunidade a buscar políticas públicas que contemplem as necessidades dessas pessoas. Entre as demandas, estão as das famílias das crianças mais novas que precisam madrugar para ir à escola. 

“Ainda é muito complicado para eles irem estudar”, diz a mãe, Mayara. O pai espera que a estrada tenha alguma iluminação. “Hoje é muito escuro”, lamenta. 

Esperança

Para os irmãos Aleandro e Alecssandro, a escola, além de ser local para conhecer as letras, serve para fazer novos amigos. Por isso, acreditam que vale a pena caminhar pelo meio da estrada, durante a madrugada.

Aleandro exibe o caderno com sílabas copiadas do quadro. A família tem esperança de que os meninos aprendam a ler ainda neste ano. 

As aulas vão até às 11h, mas eles só conseguem voltar pra casa depois das 13h30. Ninguém da comunidade pode estudar no turno da tarde porque não há condução que os leve à cidade. Nos dias de chuva mais forte, que não é raro, o transporte fica praticamente inviável. 

Roupa molhada

A irmã mais velha, Tawane, de 15, está na sétima série. Ela teve dificuldades pelo caminho. Literalmente. Há três anos, para ir à escola, precisava atravessar um córrego para chegar ao transporte que a levaria ao centro da cidade. Com isso, chegava com as roupas molhadas ao colégio. A mãe reclamou na prefeitura, que disponibilizou um veículo a mais para chegar a outra parte da comunidade. 

“Eles não queriam vir buscar desse lado de cá. E a gente tinha que atravessar. Quando chovia à noite, era impossível ir para escola”, diz Mayara. Hoje a filha gosta de estudar português e ciências, e sonha um dia fazer faculdade (de veterinária). Seria a primeira da família a chegar ao ensino superior. 

Do outro lado do rio, Débora, de 6 anos, está conhecendo as primeiras sílabas e também madruga para ir à escola. Além de juntar as letras, a menina, que acorda pouco antes das 5h, acorda de verdade na hora de brincar de pega-pega com as amigas, no recreio. 

No caderno, além das letras, ela também gosta de desenhos. Principalmente flores, tais como as que ela vê perto de casa. “Meu caderno é todo cheio de folhas”. Miguel, primo de Debora, também tem 6 anos. Ele gosta dos momentos em que joga bola e se diverte com os amigos na escola.

Três veículos transportam pelo menos 40 alunos da comunidade para as escolas. As crianças, porém, ficam cansadas com as longas distâncias que precisam percorrer diariamente.

Lutas familiares 

Willianderson é o presidente da associação de famílias da comunidade quilombola Antinha de Baixo – Valter Campanato/Agência Brasil

O irmão da pequena Débora é o presidente da associação das famílias da comunidade, Willianderson Moreira, de 27 anos. A associação ganhou registro oficial nesta semana e estão inscritas 120 pessoas que pretendem lutar para melhorar as condições do lugar para onde os ancestrais escravizados fugiram e resistiram. 

“Quando o Incra fizer a desapropriação da área, vai ser emitido um título particular para a associação administrar a área. Então são os associados que vão tomar conta de todo o território”, explica.

A expectativa da associação é de que a demarcação e titulação do território ocorram em 2027.

Moreira ressalta que há uma relação de prioridades para eles, como creche, escola, posto de saúde, iluminação, estrada de qualidade, transporte, incentivo à agricultura familiar e segurança.

Sobre as vias de acesso, a comunidade já protocolou ofício na prefeitura. Ele conta com apoio da professora Railda Oliveira, que é ativista e líder comunitária em Santo Antônio do Descoberto, para encaminhar as demandas da comunidade. 

Foi Railda que reuniu os documentos e explicou para eles que seria possível proteger o modo de vida dos quilombolas caso houvesse certificação.

“Essa comunidade passou por uma situação muito difícil e estiveram bem perto de serem retirados daqui. Hoje, já começaram a respirar”, afirma Railda.  

A reportagem da Agência Brasil buscou informações com a prefeitura de Santo Antônio do Descoberto e com o governo de Goiás sobre as políticas públicas para a comunidade e, até a publicação da matéria, não obteve retorno. O espaço está aberto para manifestações do poder público. 

Mayara, o marido Roberto e os filhos Aleandro, Alecssandro e Tawane – Valter Campanato/Agência Brasil

Sem posto ou hospital

As famílias de Antinha de Baixo dizem que, a cada febre de crianças e idosos, todos ficam muito assustados. Como não há transporte público, o socorro funciona na base da solidariedade das poucas famílias que dispõem de um carro. 

“Já tivemos que sair de madrugada procurando ajuda pelos meus filhos e pelo meu pai”, diz Roberto Braga. Os agentes de saúde não chegam às casas de lá. O hospital mais próximo fica a 20 quilômetros da comunidade.

“Quem não tem carro e não consegue ajuda fica só rezando mesmo”, lamenta Willianderson Moreira.

Quem trabalha na roça precisa de apoio também para trabalhar, mesmo sendo ainda um espaço preservado. O Córrego da Inês já foi um rio na infância de Mayara e de Roberto.

“O rio secou. Meu pai até tirava areia para vender e a areia também acabou. Hoje o dia é muito mais seco do que antes”, diz Mayara. 

O marido, Roberto, embora não tenha conseguido estudar, lembra que a mata que cercava sua casa trazia muito mais sabores do que antes.

“Hoje está tão seco que não tem mais fruta-de-ema, bacupari, gabiroba… O que ainda ficou é o caju do cerrado. Meus filhos têm menos opção do que eu tive em relação a isso”.

O problema pode não ter sido apenas relacionado às mudanças climáticas. A comunidade reclama que grileiros e fazendeiros que se instalaram na região utilizaram agrotóxicos, o que prejudicou a mata nativa. 

Mesmo assim, as crianças não se imaginam longe da liberdade de morar em uma área rural. Debora adora a plantação de milho tão perto de casa.

“É muito bom morar aqui. Tem várias coisas pra fazer. Tem como debulhar o milho e, quando está no ponto, dá pra fazer pamonha”, sorri a menina.

A mãe da menina e do presidente da associação das famílias, Rejane Moreira, de 41 anos, também nascida e criada na mesma casa, diz que não teve oportunidade de estudar depois que uma escola rural deixou de oferecer vagas. “Estudei até a quarta série”. 

Crianças da comunidade em frente à plantação de milho – Valter Campanato/Agência Brasil

Provas

Outra moradora que luta para concluir os estudos é a vendedora autônoma Ana Clity Vieira, de 57 anos. Ela está fazendo curso promovido pelo programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA), no centro de Santo Antônio do Descoberto. 

Quando a reportagem da Agência Brasil chegou à casa dela, ela chorava sozinha por não ter conseguido nenhum dia fazer provas para avançar da sétima série. Não conseguiu carro para ir ao centro. Quando vai estudar, pede para dormir na casa de algum colega de sala porque não há como voltar.

No ano passado, quando fazendeiros conseguiram a desapropriação de quilombolas, a casa de Ana só não foi demolida porque seguranças fizeram do local o ponto de apoio: “Eu fui a primeira pessoa expulsa”.

Ela precisou se refugiar em uma casa no centro da cidade pagando aluguel e se endividando. Depois da decisão do STF, ela voltou para casa e hoje vende produtos que planta para sobreviver.

“Aqui eu posso criar minhas galinhas, plantar minhas coisinhas, como o açafrão e fazer azeite de mamona para vender”.

Ana comercializa produtos da terra para abastecer dois sonhos: o primeiro é montar uma loja; o segundo é escrever um livro sobre a vida dela. Para contar as histórias sobre o desejo de ler e aprender, e sobre as dores da vida. 

Ana Clity Vieira pretende terminar os estudos sem deixar a comunidade de Antinha de Baixo – Valter Campanato/Agência Brasil

Entre as lágrimas que molham o caderno, há também aquelas de quando perdeu uma irmã atropelada. Com a indenização pelo acidente, conseguiu construir a casa na comunidade. Dor também da infância, principalmente da fome depois que o pai abandonou a mãe e cinco filhos. O livro ainda não foi escrito, mas já tem título: Resistência. O outro título que ela espera é o da terra.

Jéssica e o pequeno Henrique, o mais novo integrante do Quilombo Antinha de Baixo, com 8 meses – Valter Campanato/Agência Brasil

Perto dali, a dona de casa Jéssica Gonçalves, de 35 anos, é mãe do mais novo da comunidade: Henrique, de oito meses. Como hoje não tem creche próxima, Jéssica não consegue ter outra atividade que não seja a de cuidar do menino. 

Ela espera que o garoto cresça livre, em um território demarcado, em segurança. “Que ele tenha acesso a tudo o que a gente não teve”, diz a mãe. Mas ela entende que é fundamental que Henrique aprenda a história deles. Sobre todas as lutas que enfrentaram em busca de dias melhores para a comunidade.

 

Badminton abre Jogos Escolares com partidas intensas  – CGNotícias

A 38ª edição dos Jogos Escolares de Campo Grande começou em ritmo acelerado. O badminton abriu as disputas neste fim de semana, no Ginásio do Rádio Clube Campo, reunindo atletas de 12 a 17 anos em jogos marcados por equilíbrio e muita competitividade. 

As partidas seguem também neste domingo (29), com confrontos ponto a ponto e atletas “suando a camisa” em busca de classificação. Ao todo, 123 competidores entram em quadra na modalidade, dentro de um universo de 1.321 inscritos nas disputas individuais. 

A competitividade chamou atenção logo na largada. “Estamos com um nível técnico elevado. O badminton teve um aumento de 20% no número de atletas, o que mostra o crescimento da modalidade e o trabalho das escolas. Os jogos estão excelentes, com disputas acirradas”, destacou o gerente da Fundação Municipal de Esporte (Funesp), Júlio Marcio Sandim. 

Para quem acompanha de perto, o equilíbrio é a marca desta edição. “Esse ano eu achei que está um nível muito elevado. O masculino está de uma forma bem difícil de saber quem é que vai ganhar. Tem muito atleta bom. O rendimento deles está bonito de ver”, avaliou a técnica Dayane Santos. 

Ela também reforça o impacto dos Jogos na vida dos estudantes. “É o único jogo oficial que eles têm. Isso motiva muito. Eles fazem amigos, aprendem, ganham confiança. É muito positivo ver esse desenvolvimento”, completou. 

No badminton, já garantiram vaga para a etapa estadual Davy Castro (Escola Estadual João Carlos Flores) e Anthony Falcão (Escola Estadual Teotônio Vilela), no masculino. No feminino, avançam Eloyse Sena (Escola do SESI) e Lauriane de Oliveira (Escola Estadual Maestro Heitor Villa-Lobos). 

A programação segue nas próximas semanas com modalidades como vôlei de praia, karatê, natação, judô, xadrez e ginásticas, movimentando diferentes espaços esportivos da Capital. 

#ParaTodosVerem: A imagem em detaque mostra três atletas com suas medalhas no pescoço

Pesquisa alerta para adolescentes ainda desprotegidos contra o HPV

Por MRNews

O Sistema Único de Saúde oferece um método seguro para a prevenção de vários tipos de câncer: a vacina contra o HPV. Mas, para alcançar a sua máxima eficiência, essa precaução precisa ser tomada no final da infância ou início da adolescência, o que não acontece para boa parte do público-alvo. 

A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quarta-feira (25), mostra que apenas 54,9% dos estudantes, com idades entre 13 e 17 anos, tinham certeza de que foram vacinados contra o HPV, sigla para papilomavírus humano.

Esse vírus é responsável por 99% dos casos de câncer de colo do útero e por boa parte dos tumores de ânus, pênis, boca e garganta.

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Proteção gratuita

A vacina que previne contra o HPV está disponível em todas as unidades de saúde do Brasil, e deve ser tomada por meninas e meninos, entre 9 e 14 anos.

Essa faixa etária foi definida porque o vírus é transmitido principalmente por via sexual, e a vacina é mais eficaz se for tomada antes da primeira relação. 

Apesar disso, 10,4% dos estudantes entrevistados pelo IBGE ainda não estavam vacinados e 34,6% não sabiam se tinham recebido a vacina ou não.

Isso representa quase 1,3 milhão de adolescentes desprotegidos, e outros 4,2 milhões potencialmente vulneráveis à infecção. 

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A mesma pesquisa identificou que 30,4% dos estudantes de 13 a 17 anos já tinham vida sexual ativa, e que a idade média de iniciação sexual foi de 13,3 anos para os meninos e de 14,3 anos para as meninas.

Os dados foram coletados pelo IBGE em 2024 e mostram ainda que a porcentagem de estudantes que se vacinaram caiu 8 pontos percentuais na comparação com a edição anterior da pesquisa, de 2019.

Apesar de uma proporção maior de meninas ter se vacinado ─ 59,5%, contra 50,3% dos meninos ─ a queda da cobertura vacinal entre elas foi ainda mais expressiva, de 16,6 pontos. 

Falta de informação

Considerando apenas os estudantes que não se vacinaram, metade deles alegou não saber que precisava tomar a vacina. Para a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações Isabela Balallai, isso prova como a falta de informação tem sido preponderante. 

“Todo mundo acha que a hesitação vacinal se resume às fake news, mas não é isso. A desinformação é só uma das coisas que causam a hesitação vacinal. As outras são a falta de acesso, a baixa percepção do risco da doença e a falta de informação. E isso é um problema máximo no Brasil. Muitas pessoas não sabem quando têm que se vacinar e quais as vacinas disponíveis”.

Outros motivos foram apontados, mas em proporção bem menor:

  • 7,3% dos estudantes disseram que o pai, a mãe ou o responsável não quiseram que eles fossem vacinados;
  • 7,2% não se vacinaram porque não sabiam qual a função da vacina;
  • 7% alegaram dificuldade de chegar ao local de vacinação. 

A pesquisa também apontou algumas diferenças entre alunos de rede pública e privada. Entre os primeiros, 11% não se vacinaram, contra 6,9% do segundo grupo.

Por outro lado, a resistência dos pais contra a vacina foi a razão da hesitação de 15,8% dos alunos da rede privada, e de apenas 6,3% entre os da rede pública. 

Para a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, a escola pode cumprir um papel primordial

“Quando você pega os principais fatores de hesitação vacinal, a escola resolve todos eles. Resolve a desinformação, educando o adolescente. Resolve a falta de informação, quando eles são informados que vai ter a vacinação. Resolve o acesso, porque é muito difícil levar um adolescente ao posto de saúde, mas vacinar na escola é muito mais simples. E resolve a conscientização dos pais”.

Bom exemplo

Na casa da jornalista e escritora Joana Darc Souza, a única menina não vacinada é a filha mais nova, que ainda tem 6 anos. As outras duas, com 9 e 12 anos, estão imunizadas. 

“Eu nunca tive dúvida em relação à eficácia e sempre defendi que vacina salva vidas. Isso é uma coisa que eu aprendi em casa, quando ainda era criança, e hoje eu replico com as minhas filhas”, ela conta. 

As três filhas de Joana estudam em escolas da rede municipal do Rio de Janeiro e, de acordo com ela, de vez em quando, os alunos são convocados para se vacinarem.

“Elas acabam não participando, mas só porque aqui em casa a gente sempre está atento às vacinas”.

Quem ajuda a família nesse controle é outra profissional essencial para a sucesso das políticas de vacinação: a pediatra. “Ela é bastante cuidadosa e sempre verifica a caderneta das meninas”, elogia a mãe. 

Resgate vacinal

De acordo com o Ministério da Saúde, dados preliminares das vacinas aplicadas em 2025 mostram uma cobertura maior do que a verificada na pesquisa, de 86% entre meninas e 74,4% entre meninos. Desde 2024, a vacina contra o HPV é aplicada em dose única

No ano passado, a pasta lançou também uma estratégia de resgate vacinal, para imunizar os adolescentes de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada.

Até agora, 217 mil jovens foram imunizados, mas a campanha segue até junho de 2026 e prevê ações de vacinação nas escolas. 

Além disso, todas as unidades de saúde também continuam a aplicar o imunizante nesse público. Quem não tiver o comprovante de vacinação, pode verificar se já recebeu a vacina no aplicativo Meu SUS Digital. 

Inscrições para a Corrida do Consumidor 2026 já estão abertas e evento ocorre no dia 9 de maio

Terceira edição

Inscrições para a Corrida do Consumidor 2026 já estão abertas e evento ocorre no dia 9 de maio


29/03/2026 |
11:00 |
119

Como já está se tornando uma tradição, a Corrida do Consumidor, idealizada pela Prefeitura de João Pessoa como parte das comemorações do Procon-JP ao Dia Mundial do Consumidor, comemorado em 15 de março, vai ocorrer este ano no dia 9 de maio. As inscrições estão abertas no site: www.race83.com.br.

A terceira edição da Corrida do Consumidor terá percursos de 5km e 10km, com saída do Busto de Tamandaré, às 16h. O objetivo do evento é promover a prática esportiva e ressaltar a importância do consumo consciente e da proteção ao consumidor.

O secretário do Procon-JP, Junior Pires, destaca o compromisso do órgão em zelar não apenas pelos direitos do cidadão enquanto consumidor, mas, também, estimular um estilo de vida mais saudável através das atividades físicas. “Realizar atividades sociais e estimular o consumidor a buscar melhorias em sua vida são propósitos da política do Procon-JP de se aproximar cada vez mais do cidadão”, afirmou.

A corrida – A largada da Corrida do Consumidor 2026 será às 16h do próximo dia 9 de maio no Busto de Tamandaré e quem participar terá direito a um kit como brinde.

Desconto para servidor – Para participar da corrida, o público em geral vai pagar R$ 79 no ato da inscrição. “O funcionário da Prefeitura Municipal de João Pessoa terá um desconto de R$ 10, ou seja, só vai pagar R$ 69”, informa Junior Pires.

Serviço:

Evento: Corrida do Consumidor

Data: 09 de maio de 2026 (sábado)

Horário: 16h

Local: Busto de Tamandaré – Tambaú

Campanha do Agasalho quer arrecadar 50 mil itens em 2026  – CGNotícias

Em Campo Grande, a Campanha do Agasalho 2026 quer transformar peças paradas em cuidado para quem mais precisa, principalmente no inverno. A meta é arrecadar 50 mil itens, cerca de 40% a mais do que no ano passado e ampliar o número de famílias atendidas.  

 “Um gesto simples, como doar um casaco, pode fazer muita diferença para quem vai enfrentar o frio sem proteção. É isso que a gente quer: transformar solidariedade em cuidado de verdade. Quando essas doações chegam até quem precisa, elas viram cuidado, proteção e dignidade para enfrentar o frio”, afirma a prefeita Adriane Lopes. 

 Nos últimos três anos, a campanha já ajudou mais de 85 mil pessoas. Agora, o desafio é ir além com mais doações e maior alcance.  Podem ser doadas roupas de inverno, adultas e infantis, além de cobertores e calçados. Tudo o que chega passa por uma triagem técnica, que garante que as peças estejam em boas condições e sejam encaminhadas para entidades e comunidades cadastradas.  

“Nós fazemos a triagem do material recebido para atender tanto à população que recebe auxílio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania quanto às entidades que nos pedem apoio e ainda não foram beneficiadas por nenhuma instituição”, explica a diretora-presidente do Fundo de Amparo à Comunidade (FAC) e responsável pela campanha, Adir Diniz. 

 A campanha segue até Julho com coletas quinzenais e ações para facilitar a participação da população. Entre elas, o Dia D de arrecadação, marcado para os dias 11, 12 e 13 de junho, no Drive-Thru da Sustentabilidade.   

A partir de abril, a mobilização será intensificada com a instalação de caixas coletoras em diferentes locais. Todas as secretarias municipais participam da campanha, além de empresas, ONGs e parceiros. O FAC também recebe doações na Avenida Fábio Zahran, 6000, Vila Carvalho.   

Já as entidades e comunidades interessadas em receber as doações devem formalizar o pedido por meio de ofício ao FAC, com participação condicionada ao cadastro e à análise técnica. 

Vai sair? Confira as interdições de amanhã (30)

Motoristas de Campo Grande devem ficar atentos às mudanças no trânsito nesta segunda-feira (30). A Agência Municipal de Transporte e Trânsito informou que haverá interdição em vias da região para a realização de um evento religioso.

O bloqueio ocorrerá das 15h30 às 17h, na Rua Patagônia, com deslocamento pelas ruas Piraju, Dona Joana e José Caetano, durante a realização da tradicional Via Sacra.

Segundo o órgão, a interdição será temporária e contará com apoio para organização do tráfego, garantindo a segurança dos participantes e motoristas.

A orientação é para que condutores redobrem a atenção, respeitem a sinalização provisória e, se possível, utilizem rotas alternativas durante o período.

A Agetran também informou que a programação será repetida na terça-feira (31), no mesmo horário e trajeto, o que deve provocar nova interdição na região.

#ParaTodosVerem: A imagem mostra cones colocados na via e veículos ao lado deles.

Ultima Parcial Enquete Paredão formado no BBB 26 revela quem sai Alberto, Jordana ou Boneco

Por MRNews

🔥 Parcial da enquete BBB26 indica disputa acirrada no Paredão do Modo Turbo

O Big Brother Brasil 26 entrou de vez no chamado Modo Turbo, e isso já está impactando diretamente o jogo. Com provas, votações e eliminações acontecendo em ritmo acelerado, os participantes estão sob pressão máxima — e o público também.

O primeiro Paredão dessa fase já está formado e promete fortes emoções.

🏆 Liderança e formação do Paredão

A semana começou com a vitória de Ana Paula na Prova do Líder, garantindo a ela o poder de indicar um participante diretamente à berlinda.

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Sem hesitar, ela escolheu seu principal alvo no jogo:

👉 Alberto Cowboy foi indicado pela líder

Na votação da casa, o clima também foi intenso:

👉 Jordana foi a mais votada pelos participantes
👉 Boneco empatou com Juliano, mas Ana Paula desempatou e colocou Boneco no Paredão

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Assim, a berlinda ficou formada com três nomes fortes do jogo.

⚖️ Enquete mostra disputa voto a voto

Fora da casa, a votação segue movimentando o público. E, diferente de outros paredões, dessa vez o cenário é de total incerteza.

A parcial da enquete aponta uma disputa acirrada entre Jordana e Boneco, com ambos aparecendo como os mais ameaçados.

Apesar do equilíbrio, a tendência atual indica que:

👉 Jordana deve ser eliminada, caso o ritmo da votação se mantenha até o dia da decisão.

Já Alberto aparece em uma posição um pouco mais confortável, mesmo após a indicação direta da líder.

🚨 Modo Turbo muda tudo

Com o Modo Turbo, qualquer erro pode ser fatal. As estratégias precisam ser rápidas, e alianças podem mudar de um dia para o outro.

Esse tipo de dinâmica costuma favorecer:

  • Conflitos diretos
  • Decisões impulsivas
  • Reviravoltas inesperadas

Ou seja, mesmo com uma tendência apontada nas enquetes, tudo ainda pode mudar até o resultado oficial.

👀 O que esperar até a eliminação?

Até o anúncio final, o jogo deve esquentar ainda mais:

✔️ Campanhas nas redes sociais
✔️ Movimentações dentro da casa
✔️ Tentativas de reverter votos

No BBB, a história já mostrou que favoritismo em enquete nem sempre garante permanência.

E com o Modo Turbo ativo, a imprevisibilidade é ainda maior.


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A noite desta semana no Big Brother Brasil 26 foi marcada por tensão, estratégia e decisões que podem mudar completamente o rumo do jogo. A formação de mais um Paredão colocou frente a frente participantes fortes — e reacendeu rivalidades que já vinham se desenhando dentro da casa.

Mas o que mais chamou atenção não foi apenas quem foi indicado… e sim como tudo aconteceu.

Indicação da líder já começou causando impacto

Com o poder nas mãos, a líder Ana Paula Renault não hesitou em fazer uma escolha direta. Sem rodeios, ela colocou Alberto no Paredão, justificando sua decisão com base em conflitos e falta de alinhamento no jogo.

A indicação já era esperada por alguns brothers, mas ainda assim gerou reações dentro da casa — principalmente entre aliados do indicado.

Casa se divide e votação esquenta

Na sequência, a votação aberta trouxe ainda mais tensão. Com votos espalhados e alianças sendo testadas, quem acabou recebendo o maior número de votos foi Jordana, garantindo sua vaga direta na berlinda.

O clima ficou pesado, com trocas de olhares e comentários atravessados após a revelação dos votos.

Empate trava decisão e líder entra em ação novamente

Quando tudo parecia definido, um novo elemento trouxe ainda mais drama: empate.

Boneco e Juliano terminaram com a mesma quantidade de votos, deixando a decisão final novamente nas mãos da líder.

Sem hesitar, Ana Paula tomou sua decisão.

E escolheu salvar Juliano, enviando Boneco direto para o Paredão.

A escolha não passou despercebida e já começa a gerar consequências dentro do jogo.

Enquete aponta disputa acirrada — mas tendência começa a surgir

Com o Paredão formado entre Alberto, Jordana e Boneco, o público rapidamente começou a se manifestar nas enquetes online. E o cenário, até o momento, mostra uma disputa extremamente equilibrada.

Principalmente entre Jordana e Boneco.

A diferença é mínima em diversas votações parciais, indicando que qualquer movimento pode mudar completamente o resultado final.

Ainda assim, há uma tendência começando a aparecer.

Mesmo com a disputa acirrada, Jordana surge como a participante com maior risco de eliminação neste momento. O comportamento recente dentro da casa e alguns atritos podem estar pesando na decisão do público.

Clima promete esquentar ainda mais

Dentro da casa, os participantes já sentem o impacto da formação do Paredão. Conversas estratégicas aumentaram, alianças estão sendo reforçadas e o medo da eliminação começa a mexer com o emocional dos emparedados.

Se a disputa já está intensa fora da casa, dentro dela o clima é de pura pressão.

E, como já ficou claro nesta edição do Big Brother Brasil 26, qualquer detalhe pode ser decisivo.

Agência Minas Gerais | Governo de Minas vistoria nova Unidade Básica de Saúde (UBS) de Patrocínio

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, vistoriou, neste sábado (28/3), a nova Unidade Básica de Saúde (UBS) de Patrocínio, no Alto Paranaíba. O Governo de Minas investiu cerca de R$ 2 milhões na construção da unidade. A previsão é de que a obra seja finalizada em abril e a UBS entre em funcionamento um mês após a conclusão.

Construída no bairro Nações, a UBS Dr. Walter Pereira Nunes terá capacidade de atender mais de 4 mil moradores.

 








 
 
   
   

 

“Eu fico animado de perceber a equipe de saúde sorrindo, feliz por esse momento, entendendo que o que estamos fazendo na saúde em parceria com os municípios, está colaborando na mudança da vida das pessoas”, completou.

Unidade Básica de Saúde

A estrutura da unidade, uma UBS tipo 1, vai contar com dois consultórios multiprofissionais, um consultório ginecológico, um consultório odontológico, salas de vacinação, triagem, curativos, cuidados básicos e coleta de materiais.

As UBSs são a porta de entrada dos serviços de saúde e o Governo de Minas está empenhado em ampliar este acesso a todos os mineiros. São mais de 380 unidades em construção, reforma, ou que serão inauguradas ainda até o fim de 2026.

Grande parte dessas obras estava paralisada e foi retomada pelo atual governo, garantindo a continuidade de investimentos e a ampliação da cobertura da atenção básica, especialmente em regiões que, historicamente, enfrentavam vazios assistenciais.

Saúde em Patrocínio

Desde 2019, Patrocínio já recebeu mais de R$ 26 milhões em investimentos do Governo de Minas somente na Atenção Primária à Saúde. Em relação ao Fundo Municipal de Saúde, foram repassados aproximadamente R$ 132 milhões pelo Estado entre 2019 e 2025.

Governo Presente

A vistoria faz parte da mobilização do Governo de Minas, que transferiu, de forma simbólica, a capital do estado para Uberlândia, no Triângulo Mineiro até este sábado (28//), dentro do projeto Governo Presente.

As transferências vão se repetir em outras 19 cidades até junho, com o objetivo de reconhecer a importância e valorizar cada uma das regiões mineiras, além de possibilitar ao chefe do Executivo conhecer ainda mais de perto as demandas dos moradores, incluindo cidades ao redor das respectivas capitais provisórias.

Incêndio de grandes proporções atinge fábrica no Brás, em São Paulo

Por MRNews

Um grande incêndio atinge uma fábrica de mesas de sinuca no Brás, região central da capital paulista. O Corpo de Bombeiros está no local com 30 viaturas e 59 agentes.

A fábrica fica na Rua Sampaio Moreira 162 e, até o momento, não há registro de vítimas. Para ajudar no combate às chamas também foi chamada Defesa Civil. A Enel e a Sabesp também foram acionadas.

Não se sabe o que causou o fogo.



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Elevados Engenheiro Freyssinet e Rufino Pizarro interditados para manutenção – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Os elevados Engenheiro Freyssinet (sobre a Avenida Paulo de Frontin) e Rufino Pizarro serão fechados para serviços de manutenção, no sentido Zona Sul, das 23h50 desta sexta-feira (27/03) às 5h de sábado (28/03).

Como rota alternativa, os motoristas deverão seguir pela Avenida Paulo de Frontin e, em seguida, pelo Túnel Rebouças.

Orientação aos condutores
Sinalização especifica será instalada para orientar e alertar os motoristas. Operadores da CET-Rio estarão monitorando as condições do trânsito e vão atuar, se necessário. Além disso, os tempos semafóricos serão ajustados para melhorar a fluidez na rota de desvio e nos principais corredores da região.

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  • 27 de março de 2026
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