Sine-JP inicia semana com oferta de 635 vagas de emprego em vários setores

Mercado de trabalho

Sine-JP inicia semana com oferta de 635 vagas de emprego em vários setores


29/03/2026 |
17:00 |
194

A semana começa com 635 vagas de trabalho ofertadas pelo Sistema Nacional de Emprego de João Pessoa (Sine-JP) nos mais variados setores. Os interessados devem comparecer pessoalmente à sede do Sine-JP, localizada na Avenida João Suassuna, nº 49, no primeiro casarão da Villa Sanhauá, na Praça Antenor Navarro, Varadouro. Para conferir a tabela completa de vagas, clique neste link.

Para realizar a inscrição, é necessário apresentar RG, CPF, carteira de trabalho, comprovante de residência e currículo atualizado. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Mas, é importante lembrar que essa será uma semana com feriadão.

O setor da construção civil está bem aquecido. São 70 vagas para pedreiro e 31 para servente de obras. Tem, ainda, 8 para ajudante de obras, 7 para pintor de obras e 1 para encarregado de obras. É importante verificar as exigências das empresas com relação a experiência e ao grau de escolaridade.

Tem também vagas para auxiliar de linha de produção (76), ajudante de carga e descarga de mercadorias (35), operador de lojas (20), ajudante de motorista (11), arquivista de documentos (10), entre outras funções.

Serviço – Mais informações sobre todas as vagas e os requisitos podem ser consultadas no Painel da Empregabilidade, disponível no site da Prefeitura de João Pessoa: www.joaopessoa.pb.gov.br/servico/painel-da-empregabilidade , ou pelo telefone (83) 98654-8978.

BBB26; eliminação histórica surpreende o público e muda completamente o jogo

Por MRNews

🚨 BBB26: eliminação histórica surpreende o público e muda completamente o jogo

A tarde deste domingo (29) entrou para a história do Big Brother Brasil 26 com uma eliminação inédita que pegou o público de surpresa. Em meio à intensa semana turbo, Alberto Cowboy deixou a disputa com uma rejeição expressiva.

O brother foi eliminado no 11º Paredão com 67,95% dos votos, encerrando sua trajetória no reality e abrindo espaço para novas reviravoltas dentro da casa mais vigiada do país.


📊 Como foi a votação do Paredão

O resultado confirmou o que muitas enquetes já indicavam ao longo do fim de semana:

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  • Alberto Cowboy – 67,95% (eliminado)
  • Leandro Rocha – 28,74%
  • Jordana Morais – 3,31%

A diferença ampla deixou claro que Cowboy já vinha perdendo força com o público, especialmente após os acontecimentos recentes dentro da casa.


🌞 Eliminação inédita durante o dia

O grande diferencial desta eliminação foi o horário. Pela primeira vez na história do Big Brother Brasil, um participante foi eliminado à luz do dia.

Logo no início da edição, o apresentador Tadeu Schmidt explicou a mudança ao público, destacando que a dinâmica fazia parte da chamada semana turbo, que acelera o ritmo do programa.

Essa novidade quebrou completamente a tradição das eliminações noturnas e aumentou ainda mais a tensão entre os participantes.

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⚡ Semana turbo agita o reality

A semana turbo, iniciada na última sexta-feira (27), trouxe uma sequência intensa de acontecimentos:

  • Formação de Paredão
  • Eliminação em tempo recorde
  • Nova Prova do Líder no mesmo dia
  • Outra formação de berlinda logo na sequência

Esse formato exige decisões rápidas e aumenta o risco de erros estratégicos, tornando o jogo ainda mais imprevisível.


🔄 O impacto da saída de Cowboy

Com a eliminação de Alberto Cowboy, o jogo ganha novos contornos.

Alianças devem ser revistas, estratégias precisam ser ajustadas e participantes que estavam mais “escondidos” podem começar a se destacar. Em uma semana acelerada, qualquer movimento pode ser decisivo na corrida pelo prêmio milionário.


👀 O que esperar agora?

A expectativa é de ainda mais tensão nos próximos dias dentro do Big Brother Brasil 26. Com provas, votações e eliminações acontecendo em ritmo acelerado, o público deve acompanhar mudanças constantes no favoritismo dos participantes.

Se a semana turbo já começou histórica, a tendência é que o reality continue entregando momentos surpreendentes até a grande final.


Tags: BBB26, Big Brother Brasil, eliminação BBB26, Alberto Cowboy, paredão BBB, reality show, TV Globo, semana turbo

Patrocinador do Big Brother Brasil 26 se manifesta após Ana Paula ficar sem apartamento mesmo após vencer Prova do Líder

Por MRNews

Patrocinador do Big Brother Brasil 26 se manifesta após Ana Paula ficar sem apartamento mesmo após vencer Prova do Líder

A vitória de Ana Paula Renault na Prova do Líder do Big Brother Brasil 26, realizada na última quinta-feira (26), acabou gerando uma grande polêmica dentro e fora da casa. Apesar de conquistar a liderança e garantir vantagens importantes no jogo, a sister não recebeu o tão esperado prêmio de um apartamento — situação que rapidamente tomou conta das redes sociais.

Entenda a polêmica envolvendo o prêmio

A expectativa do público era clara: ao vencer a dinâmica patrocinada, Ana Paula poderia sair premiada com um imóvel, como já aconteceu em outras edições do reality. No entanto, as regras específicas da prova impediram que o prêmio fosse concedido.

Segundo a dinâmica apresentada no programa, havia critérios adicionais que precisariam ser cumpridos para que o apartamento fosse entregue. Como essas condições não foram totalmente atendidas, a produção seguiu o regulamento, frustrando parte dos fãs que acompanhavam o momento.

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Patrocinador quebra o silêncio e levanta suspeitas

Diante da repercussão negativa, a empresa responsável pela ação publicitária decidiu se pronunciar — e fez isso de forma bastante enigmática. Em publicações nas redes sociais, a marca deixou no ar a possibilidade de uma reviravolta.

Uma das mensagens mais comentadas dizia:
“Será que vem aí um APÊ pra AP?”

A frase foi suficiente para reacender a esperança do público, que passou a especular sobre uma possível surpresa fora do roteiro tradicional do programa. Em outra postagem, o tom misterioso continuou:

“Cuidado com o que pedem… vai que a gente aparece com uma surpresa.”

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As interações aumentaram ainda mais o engajamento dos fãs, que agora aguardam ansiosamente por uma definição.

Impacto dentro do jogo

Enquanto o público debate nas redes, dentro da casa a realidade é outra. Ana Paula Renault segue focada na estratégia como Líder da semana, especialmente com a formação do próximo Paredão.

Com o poder de indicar um participante diretamente à berlinda, a sister pode mudar completamente o rumo do jogo — independentemente de qualquer prêmio extra que possa ou não surgir.

Possível reviravolta ainda não está descartada

Mesmo sem confirmação oficial, o histórico do Big Brother Brasil mostra que surpresas podem acontecer, especialmente quando há forte mobilização do público e interesse comercial envolvido.

Caso o patrocinador decida realmente premiar Ana Paula fora das regras iniciais, a decisão pode gerar novos debates sobre justiça no jogo e influência externa — temas recorrentes em realities desse porte.

Por enquanto, tudo segue em aberto. Entre regras, expectativas e possíveis surpresas, o caso continua movimentando a audiência e mantendo o Big Brother Brasil 26 no centro das atenções.


Tags: BBB26, Ana Paula Renault, Prova do Líder, reality show, Globo, polêmica BBB, patrocinador BBB

Agência Minas Gerais | Previsão do tempo para Minas Gerais neste domingo, 29 de março

Domingo (29/3) em Minas Gerais de céu parcialmente nublado com chuva isolada no Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce. Céu parcialmente nublado com possibilidade de chuva isolada na Zona da Mata. Demais regiões, céu claro a parcialmente nublado. 

A temperatura deve variar no estado entre a mínima de 9° C e a máxima de 34° C.


Clique aqui para conferir a previsão completa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


 


doador encerra trajetória de 52 anos e inspira nova geração no Hemosul – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Por MRNews

Com última doação aos 69 anos, Domingos Paulo Sosti recebeu certificado inédito e deixou legado que já segue vivo dentro da própria família

A trajetória de solidariedade de mais de cinco décadas ganhou um capítulo especial nesta quinta-feira (26), no Hemosul Coordenador, em Campo Grande. Aos 69 anos, o doador Domingos Paulo Sosti realizou sua última doação de sangue, encerrando um ciclo de 52 anos dedicados a salvar vidas, agora reconhecido com a entrega de um certificado inédito pela instituição. Ele completa 70 anos no próximo dia 11 de abril, idade limite para doação conforme a legislação vigente.

O momento foi ainda mais simbólico: a coleta do sangue foi realizada pela própria filha, Vanessa dos Santos, técnica em enfermagem do próprio Hemosul, tornando a despedida ainda mais marcante.

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Uma vida dedicada a salvar vidas

Domingos iniciou sua jornada como doador aos 18 anos, em São Paulo, e manteve o compromisso ao longo de toda a vida. Durante décadas, transformou a doação de sangue em um gesto contínuo de cuidado com o próximo.

“Eu acho muito gratificante doar sangue, porque estamos ajudando o próximo. Já são 52 anos de doação. Se eu pudesse, doaria mais ainda, mas existe o limite de idade, que vai até os 70 anos”, afirmou.

Entre as muitas histórias marcantes, uma das mais emocionantes foi a doação que ajudou a salvar a vida da filha de um amigo. “Ela precisava com urgência. Isso me tocou muito, porque penso que ajudei aquela criança a ter uma vida inteira pela frente”.

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Reconhecimento e marco para o Hemosul

Domingos encerrou oficialmente sua trajetória recebendo um certificado em homenagem à sua história de solidariedade. A iniciativa abriu caminho para que outros doadores, em situação semelhante, também possam solicitar o reconhecimento junto ao Hemosul.

“É um sentimento de muita gratidão. Pelo que fiz até hoje, sinto que é um reconhecimento, uma bênção”, destacou.

Legado que atravessa gerações

Mais do que números, a história de Domingos se refletiu diretamente dentro de casa. A filha, Vanessa, cresceu acompanhando o exemplo do pai e, nesta última doação, teve a oportunidade de estar ao lado dele também como profissional.

“Desde muito pequena, eu via ele chegando da doação, com orgulho. E eu sempre falava: ‘Quando eu crescer, quero ser doadora de sangue igual ao meu pai’”, relembrou.

Apesar do medo de agulha, Vanessa superou o receio e também se tornou doadora. “Ele sempre dizia que não doía, que o mais importante era o sentimento. Levei um tempo, mas hoje já tenho cerca de 4 a 5 anos como doadora”.

Vocação para o cuidado

A trajetória profissional de Vanessa também foi influenciada por esse ambiente de cuidado e solidariedade. Concursada da SES (Secretaria de Estado de Saúde) há quase 13 anos e com 22 anos de experiência na enfermagem, ela atua há cinco meses no Hemosul.

“Construí minha trajetória na enfermagem e hoje estou aqui, no Hemosul, vivendo isso de perto”, contou.

Orgulho e inspiração na família

Para Vanessa, ver o pai sendo homenageado foi motivo de emoção e orgulho, ainda mais por participar diretamente desse momento.

“Ele está prestes a completar 70 anos, mas tem um espírito jovem. É o tipo de pessoa que, se você ligar de madrugada pedindo ajuda, ele vai. Ele se doa para os outros, isso faz parte da essência dele”.

O exemplo também se estendeu aos irmãos. “Tenho uma irmã que também é doadora. Meu irmão ainda tem um pouco de medo, mas a gente sempre incentiva”.

Encerramento de um ciclo e início de outro

A última doação, que inicialmente seria apenas um registro institucional, acabou se transformando em uma homenagem familiar.

“Era para ser só uma comemoração para a página do Hemosul, mas virou uma homenagem minha para ele. Uma forma de retribuir tudo o que ele fez por mim”, destacou Vanessa.

O momento simbolizou mais do que um encerramento: representou a continuidade de um legado.

“Fecha um ciclo, mas começa outro. Ele encerrou essa fase com saúde, não por doença, mas porque chegou o tempo. Como diz a Bíblia, há tempo para todas as coisas”.

Incentivo à doação

Domingos deixou um recado direto à população: superar o medo e praticar a solidariedade.

“Muita gente tem medo por causa da agulha, mas não dói. Doar sangue é um gesto de amor. Todos deveriam doar, porque estamos salvando vidas”.

Como doar sangue

Para doar sangue, é necessário:

  • Estar em boas condições de saúde
  • Ter entre 16 e 69 anos (menores com acompanhamento do responsável e primeira doação até 60 anos)
  • Pesar no mínimo 51 kg
  • Estar alimentado (evitar alimentos gordurosos nas horas anteriores)
  • Apresentar documento oficial com foto
  • Respeitar o intervalo entre doações (homens: 60 dias – mulheres: 90 dias)
  • Não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas
  • Estar bem hidratado (hidratar-se antes e depois da doação)
  • Aguardar prazos específicos em caso de vacinas, cirurgias ou procedimentos

Antes da doação, todos os candidatos passam por triagem clínica para garantir a segurança do doador e de quem vai receber o sangue.

André Lima, Comunicação SES
Fotos: André Lima

Caminhada do Silêncio em São Paulo denuncia violência de estado

Por MRNews

São Paulo – A 6ª edição da Caminhada do Silêncio pelas Vítimas de Violência do Estado ocorreu neste domingo (29), na capital paulista. A concentração foi, a partir das 16h, em frente ao antigo prédio do DOI-Codi/SP, na rua Tutóia, onde funcionava um dos principais centros de repressão e tortura da ditadura militar brasileira (1964-1985).

O cortejo seguiu pelas ruas da zona sul, com destino ao Monumento em Homenagem aos Mortos e Desaparecidos Políticos, no Parque Ibirapuera, sob escolta da polícia militar. Os agentes ficaram circulando entre os manifestantes do ato. Organizado pelo Movimento Vozes do Silêncio, iniciativa do Instituto Vladimir Herzog e do Núcleo de Preservação da Memória Política, o ato reuniu centenas de pessoas, incluindo familiares de vítimas e movimentos de direitos humanos.

Com o mote “aprender com o passado para construir o futuro”, as entidades não apenas relembraram os crimes cometidos durante a ditadura militar mas denunciaram a repetição das violências de estado ao longo de décadas, mesmo após a redemocratização.

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A coordenadora da área de Memória, Verdade e Justiça do Instituto Vladimir Herzog, Lorrane Rodrigues chamou atenção para a importância de discutir os impactos da ditadura mesmo após a redemocratização. “A ditadura militar geralmente é um tema pensado, no imaginário coletivo, como algo estanque, como algo parado, como se o que aconteceu naquele período ficasse pra lá, a gente não precisasse falar ou conversar sobre ela”, disse.

“O lema da caminhada traz essa discussão: tentar entender quais são os impactos do período da ditadura militar no presente, no período contemporâneo, pra gente pensar um pouco o futuro”, acrescentou Lorrane, ao mencionar a necessidade de fortalecimento da democracia.

“A gente também tem que pensar um pouco sobre a construção dessa democracia, porque como está hoje não é suficiente, não é igualitária para uma parte significativa da população. A caminhada tem esse desejo de aproximar o passado e o presente de uma forma mais objetiva para as pessoas”, explicou. Uma das ferramentas para alcançar resultados no campo da memória, verdade e justiça, segundo ela, é o conjunto das recomendações da Comissão Nacional da Verdade.

“São 49 recomendações ao estado [brasileiro], e que até esse momento, do período que foi lançado até agora, foram pouco cumpridas ou parcialmente cumpridas. A gente já tem um caminho, o instituto faz o monitoramento das recomendações a cada dois anos, e o que a gente tem percebido é que são movimentações pequenas, alguns avanços significativos, mas acho que muito pouco perto do que as recomendações propõem para a sociedade”, relatou.

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O diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sotilli, afirmou, em nota, que a Caminhada do Silêncio nasceu como uma resposta coletiva ao autoritarismo e às tentativas de apagamento. Ele destacou que a ditadura militar deixou uma herança de impunidade, o que se reflete na violência de estado que o país ainda sofre atualmente.

“Após cinco edições, queremos retomar o sentimento que originou essa manifestação. Temos vivido tempos em que a defesa do Estado democrático de Direito ficou muito delegada às mais altas instituições, mas seguimos enfrentando ataques graves contra a democracia. Por isso, este é o momento de dizermos que estamos na rua, de voltarmos a demonstrar nossa força”, disse.

Mais de 30 organizações da sociedade civil, movimentos sociais e entidades de direitos humanos participaram da iniciativa. Neste ano, os movimentos destacaram também a possibilidade defendida pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de afastar a aplicação da Lei da Anistia aos casos que envolvam crimes permanentes, como ocultação de cadáver.

São Paulo (SP)-29/03/2026. Caminhada Silenciosa em memória das vítimas da ditadura militar. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil – Paulo Pinto/Agencia Brasil

Perto do final do evento, a organização leu o manifesto da caminhada:

“Hoje, caminhamos em silêncio, mas não em ausência.

Nosso silêncio é a presença viva, é memória que resiste, é a voz que ecoa nos passos de cada pessoa que se recusa a esquecer.

Saímos de um lugar marcado pela dor, o antigo DOI-Codi, onde o Estado torturou, matou e tentou apagar histórias. E seguimos até um monumento que insiste em lembrar: as  histórias não foram apagadas.

Nossos mortos não estão no passado. Nossos desaparecidos não são ausência.

Cada vítima de violência do Estado é permanência.

Se a Caminhada do Silêncio nasceu da urgência de resistir, seguimos caminhando porque ainda é preciso.

Este ato nasceu quando a democracia voltou a ser ameaçada de forma aberta, quando o autoritarismo deixou de ser lembrança e voltou a ser projeto.

Hoje, anos depois, seguimos aqui, porque a ameça não desapareceu. Ele se transformou, se reorganizou e segue à espreita.

Nunca foi tão importante defender a democracia. E nunca podemos esquecer: essa luta é contínua.

Relembrar para não repetir. Ocupar a memória para não esquecer nossa história.

Porque sem memória, a violência se naturaliza. Sem verdade, a mentira se institucionaliza. E sem justiça, a barbárie se repete.

A violência de Estado não ficou no passado.

Lutar por memória, verdade e justiça é afirmar que não aceitamos a impunidade. É exigir a responsabilização de torturadores, de seus cúmplices e daqueles que financiaram o terror.

É dizer, com todas as letras: ditadura nunca mais. Tortura nunca mais.

Este manifesto não é apenas denúncia. É compromisso.

Por isso, fazemos um chamado:

Às novas grações que não viveram o terror, mas herdam suas consequências. À sociedade civil que não pode se calar. Às instituições, que precisam ser defendidas, mas também transformadas.

Este é um tempo de escolha: entre esquecer ou lembrar. Entre repetir ou transformar. Entre silenciar ou agir.

Sabemos que resistir não é apenas lembrar o passado. Mas disputar o futuro.

Hoje, nosso silêncio fala. E o que ele diz é simples e inegociável:

Para que nunca se esqueça.

Para que nunca mais aconteça.

Seguiremos caminhando”.

A seguir, foram lidos os nomes das vítimas de violência de estado do período da ditadura e também quem sofreu com isso também nos dias atuais. Após a leitura de cada um dos nomes, as manifestantes diziam, em coro, “presente”.

Circulador Cultural celebra Mês da Mulher com música e diversidade na Casa da Pólvora

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o projeto Circulador Cultural realizou, neste domingo (29), mais uma edição na Casa da Pólvora, no Centro Histórico de João Pessoa. O público acompanhou as apresentações da DJ Dany Andrade e da cantora Nathalia Bellar, em uma programação marcada pela diversidade sonora e valorização da música brasileira.

A iniciativa, promovida pela Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), reuniu moradores e turistas em um fim de tarde de intensa movimentação cultural, reforçando o papel do projeto na ocupação dos espaços públicos com arte gratuita e de qualidade.

O diretor executivo da Funjope, Marcus Alves, destacou a relevância e a consolidação do projeto. “O Circulador Cultural é uma ação de muito sucesso, realizado há cinco anos na Casa da Pólvora, com foco em uma cultura mais experimental e criativa. A cada mês, o público encontra uma programação diversa, e, nesta edição especial dedicada às mulheres, com Nathalia Bellar e DJ Dany Andrade, reforçamos uma iniciativa já muito esperada pelos artistas e pelos moradores de João Pessoa”, comemorou.

No palco, a DJ Dany Andrade conduziu o público com um set vibrante, que mesclou ritmos brasileiros a vertentes da música eletrônica, como house e afro house, além de releituras de clássicos da MPB. A performance manteve a energia do público em alta e destacou a força da discotecagem como linguagem artística.

A turista Vanessa Santos, project manager que vive em Lisboa, contou que descobriu o evento por acaso e aprovou a experiência. “Chegamos hoje a João Pessoa e, caminhando pelo Centro, vimos o palco e resolvemos ficar. Viemos ver o pôr do sol e acabamos aproveitando o ambiente, que está muito agradável, com boa música. Vamos passar alguns dias pela cidade antes de seguir viagem pelo Nordeste, e a primeira impressão está sendo muito positiva”, comentou.

Em seguida, Nathalia Bellar apresentou o show “Nathalia Bellar – música preta brasileira”, trazendo um repertório que transitou por diferentes gêneros, como black music, samba, jazz brasileiro e ritmos da cultura popular nordestina. A cantora também interpretou canções consagradas da música nacional, além de trabalhos autorais, em uma apresentação marcada pela expressividade e conexão com o público.

A professora de História Ana Beatriz, moradora do bairro Portal do Sol, destacou a importância da programação cultural gratuita na cidade: “A gente costuma acompanhar a agenda cultural de João Pessoa e sempre vem prestigiar, principalmente aqui na Casa da Pólvora. A programação de hoje, no Mês das Mulheres, foi muito especial, valorizando artistas locais e proporcionando um momento importante de acesso à cultura e de reconhecimento do trabalho feminino na música”, destacou.

Nova Iguaçu amplia frota do SAMU com a chegada de três novas ambulâncias

Nova Iguaçu amplia frota do SAMU com a chegada de três novas ambulâncias




Nova Iguaçu vai ampliar a frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) com a chegada de três novas ambulâncias. Os veículos foram entregues na última quinta-feira (26), pelo Ministério da Saúde. A previsão é que mais três ambulâncias cheguem nos próximos meses. Com isso, o município aumentará a frota, chegando, neste primeiro momento, a 16 veículos em operação, e, posteriormente, pode alcançar 19 ambulâncias, agilizando o atendimento em ocorrências de urgência e emergência.

A entrega faz parte de um pacote de investimentos do Governo Federal para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) no estado do Rio de Janeiro. As ambulâncias foram entregues em um evento do Ministério da Saúde.

Somente neste ano, o SAMU de Nova Iguaçu já recebeu mais de 30 mil chamados, sendo mais de 24 mil atendimentos realizados com o uso de ambulâncias. Com a ampliação da frota, a expectativa é reduzir o tempo de resposta e ampliar a cobertura, especialmente em casos de maior gravidade.

“Esse investimento reforça o compromisso com a ampliação e a qualificação da rede de saúde, garantindo um atendimento mais eficiente e seguro para a população iguaçuana. Com o aumento da frota, o socorro médico chega mais rápido, pois quando se trata de salvar vidas, cada minuto é crucial”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Nobre Cavalcanti.

Atualmente, a Prefeitura de Nova Iguaçu mantém oito bases do SAMU, localizadas nos bairros Centro, Vila de Cava, Tinguá, Santa Rita, Ambaí, Comendador Soares, Austin e Patrícia Marinho (Jardim Guandu), garantindo cobertura em diferentes regiões do município.

Museu do Futebol lança audioguia em formato de programa de rádio

Por MRNews

Aumentar a acessibilidade para pessoas com deficiência visual, com este objetivo o Museu de Futebol lançou oficialmente neste mês o audioguia “Futebol é Mais”, um projeto inédito e inovador de audiodescrição dramatúrgica da nova exposição principal da instituição.

O audioguia (que estava disponível desde o segundo semestre de 2025, mas que agora tem versões em inglês e espanhol) usa o formato de um programa de rádio, conduzido por dois âncoras (apresentadores) e uma repórter, que conduz todo o percurso expositivo.

“Desenvolvemos esse projeto com muito cuidado ao longo de dois anos e, durante o processo, percebemos que um programa de rádio poderia agregar um valor interessante à audiodescrição, pois é um meio de comunicação muito consumido pela pessoa com deficiência visual. E fomos além: trabalhamos para que esse material também pudesse atender a um público maior. A ideia é que as pessoas sem deficiência visual [exceto as pessoas com deficiência auditiva] ouçam a audiodescrição, achem interessante a experiência que propomos e compreendam um pouco mais como as pessoas com deficiência visual constroem as imagens com o recurso da audiodescrição. Nesse sentido é uma ampliação do entendimento do que pode ser esse recurso de acessibilidade”, afirma a audiodescritora e diretora da Inclusive Acessibilidade, Georgea Rodrigues.

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Através da nova ferramenta oferecida pelo Museu do Futebol, os visitantes ficam sabendo de fatos marcantes de alguns dos maiores ídolos do futebol brasileiro. Dois exemplos são Pelé ou Marta. Sobre o Rei do Futebol é informado que ele se tornou verbete de dicionário. Já em relação à Rainha é dito que ela jogou descalça durante um bom período da vida e utilizou cabeças de boneca como bola em suas peladas em Alagoas.

Agência Minas Gerais | Governo de Minas inaugura Unidade Básica de Saúde (UBS) em Belo Oriente

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, inaugurou, neste domingo (29/3), uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) em Belo Oriente, município do Vale do Aço.

 








 
 
   
   

 

Com recursos de cerca de R$ 2 milhões repassados pelo Governo de Minas, a UBS já está em funcionamento. A unidade conta com quatro consultórios multiprofissionais, um consultório odontológico, salas de vacinação, triagem, curativos, cuidados básicos e coleta de materiais.

Localizada no Centro de Belo Oriente, a UBS funciona entre 7h e 22h. Aos sábados, domingos e feriados, a unidade atende o público de 7h às 16h. A nova UBS tem capacidade de realizar cerca de 120 atendimentos por dia.

A UBS é fundamental para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde no município, ampliando o acesso da população aos serviços básicos, promovendo ações de prevenção, promoção da saúde, acompanhamento contínuo e ordenação da rede de atenção à saúde local.

UBS em Minas

A UBS é a porta de entrada dos serviços de saúde. Em Minas Gerais são mais de 380 unidades em construção, reforma, ou que serão inauguradas ainda em 2026. Grande parte dessas obras estava paralisada em gestões anteriores e foi retomada pelo atual governo, garantindo a continuidade de investimentos e a ampliação da cobertura da atenção básica, especialmente em regiões que historicamente enfrentavam vazios assistenciais.

Governo Presente

A cerimônia de inauguração faz parte da mobilização do Governo de Minas, que transferiu, de forma simbólica, a capital do estado para Ipatinga, no Vale do Aço, até a próxima terça-feira (31/3), dentro do projeto Governo Presente.

As transferências vão se repetir em outras 19 cidades até junho, com o objetivo de reconhecer a importância e valorizar cada uma das regiões mineiras, além de possibilitar ao chefe do Executivo conhecer ainda mais de perto as demandas dos moradores, incluindo cidades ao redor das respectivas capitais provisórias.