Bonito é eleito pela 19ª vez o melhor destino de ecoturismo do Brasil – Prefeitura Municipal de Bonito

O município de Bonito (MS) foi eleito, pela 19ª vez, o melhor destino de ecoturismo do Brasil. O resultado foi anunciado no último sábado (28), durante cerimônia realizada no Rio de Janeiro.

A premiação faz parte do guia “O Melhor de Viagem e Turismo 2025/2026”, publicado pela Editora Abril, considerada uma das mais tradicionais do setor no país. Esta foi a 21ª edição do levantamento.

Bonito liderou a votação popular com 17,6% dos votos. Na sequência aparecem Fernando de Noronha, com 11,7%, e Foz do Iguaçu, com 11,5%. A escolha foi feita por meio de votação popular realizada pela internet entre os dias 17 de julho e 16 de setembro de 2025, com a participação de 11.890 pessoas. Ao todo, o prêmio contou com 36 categorias e 108 finalistas.

A cerimônia de entrega reuniu representantes de destinos turísticos de todo o Brasil. Bonito foi representado pelo diretor de Turismo, Elias Oliveira Francisco, e pela primeira-dama e secretária de Assistência Social, Leila Aivi.

De acordo com dados do Observatório de Turismo, entre janeiro e outubro de 2025, Bonito recebeu 247.049 visitantes, um aumento de 3,28% em relação ao mesmo período de 2024.

Em 2023, o município se tornou o primeiro destino de ecoturismo do mundo a obter certificação de carbono neutro. Já em 2025, sediou o AdventureELEVATE, que reuniu operadores e jornalistas de mais de 20 países.

O reconhecimento destaca a estrutura do destino, conhecida pelo controle de visitação nos atrativos naturais, além da organização da atividade turística.

O reconhecimento reflete o trabalho de toda a população bonitense, incluindo moradores, empresários, guias e profissionais do setor, que atuam diariamente na manutenção da qualidade dos serviços e na conservação dos atrativos naturais.

Motor de avião explode e piloto faz pouso de emergência em São Paulo

Por MRNews

O motor do Airbus A330-300, da Delta Airlines, explodiu momentos após a decolagem do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na noite desse domingo (29). O piloto teve de fazer um pouso de emergência. Ninguém ficou ferido.

O voo tinha como destino a cidade de Atlanta, no estado da Georgia, nos Estados Unidos. Devido ao cancelamento da viagem, outros voos tiveram de ser cancelados.

O Corpo de Bombeiros do aeroporto foi acionado e o avião conseguiu pousar em segurança.

Pé-de-Meia: beneficiários nascidos em novembro e dezembro recebem hoje

Caminhos da Reportagem aborda riscos do consumo de ultraprocessados

Segundo nota da companhia aérea, “o voo 104 da Delta, de São Paulo para Atlanta, retornou ao aeroporto logo após a decolagem após um problema mecânico no motor esquerdo da aeronave. Os passageiros foram levados de ônibus até o terminal. A segurança de nossos clientes e da tripulação é nossa maior prioridade. Pedimos desculpas aso nossos clientes por esse atraso em suas viagens”.

A aeronave levava 272 passageiros e 14 tripulantes.

veja como fica o transporte coletivo na Semana Santa  – CGNotícias

Com o feriado prolongado de Páscoa, a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) preparou uma operação especial para o transporte coletivo em Campo Grande. O esquema começa na quinta-feira (2) e segue até domingo (5), com ajustes para garantir mais eficiência no atendimento à população. 

Na quinta-feira (2), algumas linhas terão operação adaptada para atender a demanda das indústrias. É o caso das linhas 244, 322, 410, 418, 419, 422 e 424. As demais linhas funcionam com o plano especial de operação. 

Na sexta-feira (3), todas as linhas operam com o plano funcional de sábados. Já no dia seguinte (4), o sistema segue com a programação habitual, enquanto no domingo (5), os ônibus circulam conforme o plano funcional já previamente estabelecido. 

Para reforçar o atendimento, dois veículos de reserva com tripulação estarão disponíveis das 5h às 19h, posicionados estrategicamente nos terminais Guaicurus, Morenão, Bandeirantes, Aero Rancho, Júlio de Castilho, General Osório, Nova Bahia e Hércules Maymone. 

O Consórcio Guaicurus será responsável por acompanhar a operação das linhas e poderá realizar ajustes conforme a demanda, especialmente nos horários de pico, que vão das 5h30 às 8h30, das 10h30 às 13h30 e das 16h às 18h30. 

A Agetran também fará o monitoramento em tempo real da operação, garantindo que, se necessário, novas adequações sejam feitas para manter o transporte público funcionando de forma eficiente durante todo o feriado. 

#ParaTodosVerem: A imagem em destaque mostra um ônibus parado no ponto enquanto os passageiros sobem no coletivo

programa Centelha 3 é lançado na Capital e terá encontros no interior do Estado – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Uma nova etapa de incentivo ao empreendedorismo em Mato Grosso do Sul foi lançado na última sexta-feira (27) em Campo Grande: o programa Centelha 3. A partir de agora, a iniciativa segue com uma agenda de encontros no interior do Estado, com o objetivo de angariar novos participantes.

Durante o evento, autoridades destacaram a importância da ampliação da meta de propostas submetidas para mil inscritos. O diretor-presidente da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Su), Cristiano Carvalho, reforçou o impacto dessa estratégia.

“Quanto maior o número de ideias submetidas, maior será o impacto do programa e as oportunidades geradas. Esperamos que todos se tornem multiplicadores dessa iniciativa, contribuindo para ampliar tanto o número de inscrições quanto a qualidade dos projetos apresentados. Todos os parceiros estão à disposição para apoiar na construção das propostas”, explicou.

O secretário-executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Ricardo Senna, destacou o papel do programa na conexão entre pesquisa e mercado.

“O objetivo é impulsionar projetos desenvolvidos nas universidades, como teses e pesquisas que, após anos de estudo, precisam de apoio para chegar ao mercado. O Centelha contribui para transformar essas ideias em negócios, incentivando o empreendedorismo entre pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação e aproximando a produção científica das demandas da sociedade”, afirmou.

A cerimônia reuniu representantes de instituições de ensino, governo e parceiros do ecossistema de inovação. Estiveram presentes o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck; a gerente de Desenvolvimento Tecnológico e Subvenção Descentralizada da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), Thais de Lourdes Macieira; o diretor do Sebrae MS, Cláudio Mendonça; e a diretora de Educação Profissional do Senac, Jordana Duenha.

A reitora da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e presidente do Crie-MS (Conselho de Reitores das Instituições de Ensino Superior de Mato Grosso do Sul), Camila Ítavo, destacou o papel das universidades na formação de um ambiente favorável à inovação.

“Nossas instituições celebram o investimento em ciência e tecnologia e reconhecem a importância da base tecnológica gerada nas universidades. Temos atuado na formação com foco em empreendedorismo e inovação, conectando os cursos às demandas contemporâneas. Estamos à disposição para contribuir com o fortalecimento desse ecossistema”, disse.

O evento também contou com a apresentação de cases de sucesso das edições anteriores do programa, evidenciando os resultados alcançados por startups apoiadas pelo Centelha 1 e 2. Para a gerente da Finep, Thais de Lourdes Macieira, a iniciativa tem impacto direto na criação de novos negócios inovadores.

“O Programa Centelha é motivo de orgulho para todos nós. Sabemos da quantidade de startups que surgiram a partir dessa iniciativa e do potencial que existe nos estados. Para empreendedores, professores e multiplicadores, essa é uma oportunidade única. Tenho certeza de que será um divisor de águas para muitas ideias e negócios.”

Representando a Fundação Certi, o consultor de negócios Vinícius Vilvert ressaltou o potencial do Estado para alcançar a meta de inscrições. “A estrutura que vimos, tanto na Fundect quanto nas universidades, demonstra que há condições reais de atingir a meta estabelecida. Existe um ambiente favorável para que os empreendedores desenvolvam seus projetos e avancem no processo de inovação.”

Além das apresentações institucionais, o lançamento incluiu um painel de tira-dúvidas e de apresentação detalhada do programa, voltado aos interessados em submeter propostas. A atividade buscou orientar sobre as etapas do edital e ampliar o acesso às informações.

Centelha 3

O Programa Centelha 3 prevê a seleção de até 47 propostas, com investimento total de R$ 6,5 milhões. Cada projeto poderá receber até R$ 89,6 mil em recursos de subvenção econômica, além de até R$ 50 mil em bolsas de fomento tecnológico e extensão inovadora, concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

As inscrições seguem abertas até 11 de maio de 2026, por meio do Sigfundect. Podem participar pessoas físicas com ideias inovadoras, além de empresas nascentes com até 12 meses de existência.

A execução do programa em Mato Grosso do Sul é realizada pela Fundect, vinculada ao Governo do Estado através da Semadesc, em parceria com Sebrae MS, Senai-Fiems, Fecomércio-Senac, Ecossistema de Inovação e o Conselho de Reitores das Instituições de Ensino Superior de Mato Grosso do Sul (CRIE-MS), que atuarão também nos encontros previstos no interior do Estado.

Comunicação Fundect
Fotos: Nivi Souza

Com biodiversidade única, turismo e conservação no Pantanal e em Bonito atraem olhares do mundo todo

As paisagens de Mato Grosso do Sul, que abrigam as mais diversas espécies de animais no Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica, encantam turistas e moradores do Estado. Nos vastos campos pantaneiros ou nas matas, a presença dos animais é comum e chama a atenção, comprovando que o ambiente saudável contribui para a conservação da fauna e da flora.

Animais que são alguns dos símbolos da biodiversidade do Estado, como onça-pintada, tuiuiú, arara, podem ser avistados no Pantanal sul-mato-grossense, e também nas regiões dos municípios de Bonito e Jardim, que margeiam o bioma.

Além disso, o Mato Grosso do Sul é um dos importantes pontos de parada da principal rota de migração de diferentes espécies do Continente Americano.

A dinâmica das espécies migratórias está entre os assuntos da 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS COP15) – sediada pela primeira vez no Brasil –, que teve início na segunda-feira (23) e segue até domingo (29), em Campo Grande, reunindo representantes de 133 países.

“A COP de biodiversidade, no que diz respeito às espécies migratórias, ela é de extrema importância para o Brasil e tem muito a ver com o Pantanal, que é a maior planície inundável do planeta. Com dois terços que estão no Mato Grosso do Sul, um terço no Mato Grosso, e envolve também áreas na Bolívia e no Paraguai. Nós estamos falando de um dos principais pontos de parada de espécies migratórias do Hemisfério Norte, que saem do Alasca, da bacia do Rio Hudson, de Ontário, e descem por dentro do continente ou contornando a costa e vêm parar aqui no Pantanal para descansar, esperar o fim do frio do Hemisfério Norte”, explicou Rodrigo Agostinho, presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Em pontos turísticos conhecidos, como no Buraco das Araras – que faz parte da APA (Área de Proteção Ambienta) Serra da Bodoquena –, corredor ecológico entre Cerrado e Pantanal – é possível observar espécies de aves que pertencem ao bioma como arara, mutum, garça, bem-te-vi, entre outras. O céu tomado por aves e no chão muitos outros animais, como cervo-do-pantanal, tatu, tamanduá e ema.

Na mesma região, já próximo a RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) Rio da Prata, espécies migratórias se misturam aos animais residentes, em uma harmonia calma.

Próximo a um pequeno lago, foi possível observar aves como o pernilongo de costas brancas (Himantopus melanurus), irerê (Dendrocygna viduata) e também marreca cabocla (Dendrocygna autumnalis). Todos são “visitantes” no Estado e encontraram nos campos da região pantaneira abrigo e alimento durante a travessia migratória.

“É muito importante a conservação dessas espécies. Elas fazem a reciclagem de nutrientes para a polinização, dispersão de sementes, controle de pragas. Então é muito importante uma estratégia em relação a isso. Tem muito a ver com temas da atualidade, como, por exemplo, da gripe aviária. Muitas dessas espécies também disseminam a gripe aviária. Nós estamos no lugar certo para falar desse assunto, explicou Agostinho, que também é biólogo.

Já nas águas cristalinas dos rios da Prata e Olho D’Água, durante flutuação no Recanto Ecológico Rio da Prata – outro atrativo turístico da região –, diversas espécies de peixes podem ser vistas com facilidade, inclusive o dourado – considerado migratório porque realiza deslocamentos sazonais longos, principalmente ligados à reprodução.

Diferente de outros biomas, o Pantanal não possui muitas espécies endêmicas (exclusivas daquele local). “O Pantanal é como se fosse um grande espaço de confraternização da biodiversidade brasileira. No norte existem muitas espécies da Amazônia. No sul, aqui na região do Mato Grosso do Sul, a gente tem espécies do Cerrado e Chaco (bioma presente no Paraguai), como o caso de Porto Murtinho, espécies das florestas chiquitanas, que tem uma influência enorme ali na região, por exemplo, da Serra do Amolar. Na Serra da Bodoquena, têm a presença de muitas espécies da Mata Atlântica”, disse Rodrigo Agostinho.

Em fotos e vídeos, a beleza dos animais é evidente, comprovando ainda a biodiversidade predominante em todo o Estado. Para o biólogo da Sema (Secretaria Municipal de Meio Ambiente) de Bonito, Lucas Yanai – que também é observador de aves e guia de observação da vida silvestre –, a beleza natural de Mato Grosso do Sul chama a atenção, especial dos turistas. Ele também pontua que é possível conservar e garantir desenvolvimento econômico por meio da produção agropecuária.

“A natureza é muito resiliente e existem boas práticas de propriedades que utilizam a área de reserva legal como corredores ecológicos. As matas ciliares muito importantes porque elas se tornam corredores naturais para os animais. A conexão das propriedades com áreas de reserva, parques de preservação e unidades de conservação são muito importantes. Então, especificamente sobre os animais migratórios, essas ilhas são importantes, como dormitório, área de reprodução e alimentação. A gente tem boa parte do Pantanal, cadeias de montanhas, a Serra de Maracaju e da Bodoquena, áreas de cavernas calcárias. Então são ambientes extremamente distintos e tão próximos uns dos outros e que se relacionam o tempo todo. E junto dessa geografia, são muitos animais em um curto território com muita biodiversidade”, disse Yanai.

Já na região do município de Miranda, onde o Pantanal fica ainda mais presente, a paisagem impressiona moradores e visitantes. Em rios ou corixos, nas trilhas e matas, o movimento dos animais que andam livremente na Fazenda São Francisco, atrai turistas do país e do mundo.

O guia de turismo Edir Alves da Silva observa que o encantamento das pessoas com o Pantanal se deve principalmente por haver no bioma, diversos animais em vida livre. “O Pantanal tem diversos animais que hoje em dia, infelizmente, a gente não encontra mais em algumas regiões. Com certeza, todos os turistas querem ver a onça. É um animal que impressiona não só os visitantes, e até mesmo a gente que está aqui e tem contato com esse animal. Mas também o tamanduá-bandeira, tuiuiú e até o pintado. É um peixe que alguns ficam empolgados, emocionados em ver um animal diferente e único”, disse Silva.

As mudanças na paisagem pantaneira, provocadas por períodos de cheia e seca, também contribui para atrair as espécies migratórias. “Tem períodos de chuva e vai começar a inundar o Pantanal, que atrai algumas espécies de aves migratórias que buscam ambientes com água. Tem muitos insetos e aí facilita para que essas aves possam se reproduzir e ter alimentos o suficiente”, explicou o guia.

Turismo

Reconhecido como referência brasileira em turismo de natureza e sustentabilidade, Mato Grosso do Sul reafirma seu posicionamento como destino internacional de aventura e ecoturismo, com foco no turismo como ferramenta de conservação ambiental.

“Além do evento da COP15 é uma oportunidade de mostrar as belezas naturais do Mato Grosso do Sul e todo o trabalho de conservação da Rota Pantanal Bonito”, disse, Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundtur (Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul).

O Estado tem o primeiro manual do mundo voltado para mudanças climáticas de destinos turísticos dentro do contexto da Declaração de Glasgow (documento lançado durante a 27ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima COP27, principal evento de mudanças climáticas do planeta), e com isso se consolidou como uma das principais referências internacionais em turismo de natureza, graças à força de seus dois grandes destinos que são Bonito/Serra da Bodoquena e Pantanal. Ambos demonstram que é possível aliar conservação ambiental, desenvolvimento econômico e bem-estar das comunidades locais, servindo de exemplo para o Brasil e o mundo.

Bonito, que é considerado polo de ecoturismo, se tornou referência mundial em turismo responsável e sustentável, e se destaca como o principal da região turística Bonito/Serra da Bodoquena (que compreende os municípios de Bonito, Jardim e Bodoquena), destino de ecoturismo e turismo de aventura.

O município também é o primeiro destino de ecoturismo do mundo a receber ‘Certificação Carbono Neutro’ e possui o primeiro atrativo de ecoturismo considerado ‘clima positivo’, chancelado pela Green Initiative. Em 2022, o destino recebeu o certificado que permite a promoção de ações que impulsionem a inovação de produtos e serviços inteligentes e representa um compromisso com o meio ambiente.

Por meio de voto popular, o destino foi eleito 18 vezes no prêmio ‘Melhor Destino de Ecoturismo do Brasil’, concedido pela Revista Viagem e Turismo da Editora Abril.

Pantanal

O Pantanal é a vitrine da biodiversidade e da vida silvestre, enquanto Bonito é referência em conversação ambiental, inovação e governança. Reconhecido como o maior ecossistema de áreas alagáveis tropicais do mundo e Patrimônio Natural da Humanidade reconhecido pela UNESCO, o bioma abriga uma das concentrações mais ricas de fauna da América do Sul, incluindo a onça-pintada, símbolo da região.

O Pantanal se estende pelos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, cobrindo aproximadamente 250 mil quilômetros quadrados, com 67% do território pantaneiro localizado em Mato Grosso do Sul. O turismo de observação, conduzido por guias de turismo especializados, promove experiências únicas em lodges, barcos-hotel e fazendas pantaneiras, sempre aliado a programas de conservação e pesquisa científica.

A gestão turística no Pantanal se apoia em princípios de conservação e uso sustentável. Fazendas adaptaram suas estruturas para receber visitantes sem perder a essência da vida rural, integrando a pecuária tradicional ao turismo de natureza.

O Pantanal abriga uma das maiores concentrações de vida selvagem das Américas, com estimativa de que o bioma hospede mais de 4,7 mil espécies de animais e plantas, incluindo aves, peixes, mamíferos, répteis e anfíbios. 

O turismo de observação de aves, ou birdwatching, é um dos segmentos que mais cresce no mundo, impulsionado pela busca por experiências sustentáveis e pelo encantamento com a vida silvestre.

Mato Grosso do Sul tem mais de 670 espécies de aves registradas, o que representa cerca de 35% da avifauna brasileira, o que torna o destino um dos destinos mais ricos para a prática do aviturismo no Brasil. E essa diversidade é resultado da presença de quatro importantes biomas: Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica e a porção brasileira do Chaco.

A Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul é o órgão responsável pela promoção e desenvolvimento do turismo no estado, com atuação nas áreas de marketing, inteligência de mercado, governança para sustentabilidade e projeção internacional dos destinos sul-mato-grossenses. A instituição tem a missão de impulsionar o turismo como vetor de desenvolvimento econômico, social e cultural do estado.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom-MS

ATENÇÃO: confira aqui o pack imprensa com imagens de pontos turísticos de Jardim, Bonito – Serra da Bodoquena – e Miranda – Pantanal.

Não assine o Revolut Ultra agora; veja por que esperar pode ser a melhor decisão

Por MRNews

⚠️ Não assine o Revolut Ultra agora: veja por que esperar pode ser a melhor decisão

O Revolut vem ganhando cada vez mais espaço entre viajantes brasileiros, especialmente com o lançamento do plano Ultra — posicionado como um dos mais premium do mercado.

Mas aqui vai um alerta direto para o público do Viagem Black:

👉 Agora pode não ser o melhor momento para assinar o Revolut Ultra.

Banco Inter lança “limite vitalício” no cartão e muda as regras do crédito no Brasil

Qatar Airways retoma voos em Doha e flexibiliza status no Privilege Club

Antes de entrar no plano mais caro da fintech, vale entender alguns pontos que podem impactar diretamente seu bolso — e sua experiência.


💸 Anuidade alta para o que entrega hoje

O plano Ultra custa cerca de R$ 3.000 por ano, colocando ele na mesma prateleira de cartões premium no Brasil.

O problema?

Apesar do preço elevado, o pacote ainda não supera concorrentes diretos como:

Dupla oferta da Porto Bank: o “segredo” para conseguir os cartões Infinite e Black

World Legend no Brasil; o primeiro cartão, bancos emissores e o novo jogo da alta renda

  • Santander Brasil (Unlimited)
  • Itaú Unibanco (The One / Personnalité)
  • Bradesco (Aeternum / TPC)

Em vários aspectos, o Ultra ainda está “em construção” no Brasil.


🌍 Benefícios ainda inconsistentes no Brasil

Embora o Revolut Ultra ofereça vantagens interessantes globalmente, na prática brasileira alguns pontos ainda deixam a desejar:

  • Parcerias limitadas no país
  • Benefícios pouco adaptados ao público local
  • Falta de integração com programas nacionais de milhas

Para quem vive o ecossistema de pontos e viagens no Brasil, isso faz muita diferença.


✈️ Salas VIP: boas, mas não exclusivas

O acesso via DragonPass é um ponto positivo — com entradas ilimitadas em salas VIP.

Mas isso já não é mais diferencial.

Hoje, vários cartões oferecem experiências semelhantes ou até melhores, como:

  • LoungeKey + DragonPass combinados
  • Salas próprias em aeroportos
  • Benefícios adicionais em viagens

Ou seja: bom, mas não único.


💱 Spread ainda pesa no uso internacional

Um dos maiores pontos de atenção está no custo real das compras internacionais.

Mesmo com IOF reduzido em algumas operações, o Ultra ainda aplica um spread relevante — girando em torno de 3,75%.

Na prática, isso pode deixar suas compras no exterior mais caras do que parecem.


📉 Falta de histórico e confiança no longo prazo

Diferente de bancos tradicionais, o Revolut ainda está consolidando sua operação no Brasil.

E isso levanta algumas dúvidas importantes:

  • Como será o suporte no longo prazo?
  • Os benefícios vão melhorar ou mudar?
  • O custo vai subir?

Para um plano premium, previsibilidade é essencial.


🧠 O melhor movimento agora: esperar

Se você está pensando em entrar no Ultra, a estratégia mais inteligente no momento é simples:

👉 Espere.

O produto ainda está amadurecendo no Brasil, e é bem provável que:

  • Novos benefícios sejam adicionados
  • Parcerias locais sejam fortalecidas
  • A proposta de valor fique mais clara

Entrar agora pode significar pagar caro por algo que ainda não atingiu seu potencial máximo.


🏁 Conclusão

O Revolut Ultra é promissor — mas ainda não é imbatível.

Para o viajante experiente e focado em custo-benefício, o momento ideal pode ser daqui a alguns meses, quando o produto estiver mais robusto no Brasil.

Até lá, existem opções mais consolidadas e com melhor retorno real.


Tags: Revolut Ultra, cartões premium, cartão internacional, spread bancário, salas VIP, DragonPass, melhores cartões 2026, fintech Brasil

Como funciona o financiamento da saúde pública? Entenda como os recursos chegam aos municípios

Entenda como funciona a estrutura do SUS e como União, estados e municípios dividem responsabilidades na gestão da saúde

Você já se perguntou como o dinheiro da saúde pública é aplicado e quem é responsável por cada etapa do atendimento no SUS (Sistema Único de Saúde)?

A resposta passa por um modelo chamado gestão tripartite, no qual União, estados e municípios compartilham responsabilidades no financiamento e na execução das ações de saúde.

No SUS, esse modelo permite organizar desde a vacinação e consultas básicas até atendimentos hospitalares de alta complexidade, garantindo que os recursos cheguem aos serviços utilizados pela população.

Gestão tripartite: como funciona

O financiamento da saúde pública no Brasil é dividido entre três níveis de governo:
• União, responsável por repasses nacionais e políticas estratégicas;
• Estados, que coordenam a rede regional de saúde e apoiam os municípios;
• Municípios, responsáveis pela execução direta da maior parte dos serviços, como atendimento nas unidades de saúde.

Esse modelo permite que os recursos sejam distribuídos de forma organizada entre as diferentes etapas do atendimento.

Como o recurso chega aos municípios

Grande parte do financiamento da saúde funciona por meio de transferências chamadas de “fundo a fundo”.

Nesse modelo, o recurso sai do Fundo Nacional de Saúde e é transferido para os fundos estaduais e municipais, que utilizam os valores para custear serviços, programas e ações de saúde.

Na prática, isso significa que o Governo do Estado exerce papel central na organização e distribuição dos recursos, coordenando a rede regional de saúde e garantindo o apoio necessário para a execução dos atendimentos no SUS.

“O financiamento da saúde é compartilhado, mas ele só se concretiza de fato quando chega na ponta, no atendimento à população. Por isso, é fundamental essa articulação entre União, Estado e municípios, garantindo que os recursos sejam aplicados de forma eficiente e cheguem onde as pessoas mais precisam”, destaca o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões.

Onde os recursos são aplicados

Os recursos públicos financiam diferentes áreas da rede de saúde, entre elas:
• atendimento nas UBS (Unidades Básicas de Saúde)
• serviços de urgência e emergência
• consultas, exames e cirurgias
• programas de vacinação e prevenção
• custeio de hospitais e unidades especializadas

Também são utilizados para aquisição de medicamentos, equipamentos, manutenção das unidades e pagamento de profissionais de saúde.

Investimento em saúde no Estado

Dados do RDQA (Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior) mostram que, em 2025, Mato Grosso do Sul aplicou mais de R$ 2,95 bilhões em ações e serviços públicos de saúde, considerando diferentes fontes de financiamento.

Somente com recursos próprios do Estado, foram R$ 2,39 bilhões investidos na área, valor que corresponde a 12,26% da receita estadual, percentual acima do mínimo constitucional exigido.

“Esse investimento é essencial para manter a rede funcionando e ampliar o acesso da população aos serviços. O Estado tem atuado de forma contínua para fortalecer a assistência e apoiar os municípios em todas as regiões”, reforça o secretário Maurício Simões.

Quem executa os serviços

Embora o financiamento seja compartilhado entre os três níveis de governo, a maior parte dos atendimentos é realizada pelos municípios, especialmente na Atenção Primária.

Cabe ao Estado organizar a rede regional de saúde, apoiar os municípios e garantir serviços de média e alta complexidade, como hospitais regionais, transplantes, centros especializados e programas estratégicos.

Uma rede integrada

O modelo tripartite permite que o SUS funcione como uma rede integrada, onde cada esfera de governo assume responsabilidades específicas.

Essa estrutura garante que a população tenha acesso a diferentes níveis de atendimento, desde a unidade básica de saúde até hospitais especializados, dentro de um sistema público que atende milhões de brasileiros todos os dias.

“O Estado tem um papel central na organização da rede de saúde, articulando os serviços e ampliando o acesso da população. Esse trabalho é essencial para garantir mais qualidade e eficiência no atendimento em todas as regiões”, finaliza o secretário.

André Lima, Comunicação SES
Foto: Arquivo SES

Enquete BBB 26; quem sai entre Jordana, Marciele e Solange Couto no 12º paredão?

Por MRNews

Enquete BBB 26; quem sai entre Jordana, Marciele e Solange Couto no 12º paredão?

O clima esquentou de vez no Big Brother Brasil 26 com a formação do 12º paredão, marcada por estratégias intensas e decisões que mexeram com o jogo. Na disputa pela permanência na casa mais vigiada do país estão Jordana, Marciele e Solange Couto, três participantes com trajetórias bem diferentes dentro do reality.

Com o Modo Turbo ativado, o programa acelera ainda mais o ritmo e deixa o público em constante expectativa. A eliminação acontece nesta terça-feira (31), e as enquetes já apontam tendências importantes.


📊 Parcial da enquete indica favorita para sair

De acordo com a votação popular em enquetes online, o cenário atual mostra uma clara tendência:

Patrocinador do Big Brother Brasil 26 se manifesta após Ana Paula ficar sem apartamento mesmo após vencer Prova do Líder

BBB26; eliminação histórica surpreende o público e muda completamente o jogo

  • Jordana: 9,5%
  • Marciele: 12,9%
  • Solange Couto: 77,6%

Os números indicam que Solange aparece como a mais cotada para deixar o programa, embora o resultado oficial dependa exclusivamente da votação no sistema do Big Brother Brasil.

Vale lembrar que enquetes servem apenas como termômetro e não interferem diretamente na decisão final.


🔥 Como foi formado o 12º paredão

A formação do paredão foi marcada por reviravoltas e poderes estratégicos dentro da casa:

  • A líder da semana, Ana Paula Renault, indicou Solange Couto diretamente ao paredão
  • Milena atendeu o Big Fone e ganhou o poder de indicar alguém, escolhendo Marciele
  • Jordana foi a mais votada pela casa, completando a berlinda

A combinação desses fatores criou um paredão considerado forte pelo público, com perfis distintos e diferentes níveis de rejeição.

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📞 Big Fone e liderança agitam o jogo

O domingo foi um dos mais movimentados da temporada. Logo após a eliminação de Alberto Cowboy, o Big Fone tocou e mudou completamente o rumo da formação do paredão.

Além disso, Ana Paula Renault conquistou mais uma liderança, reforçando seu protagonismo no jogo e ganhando ainda mais influência nas decisões da casa.


🏠 Top 10 definido no BBB 26

Com a saída de Alberto Cowboy, o reality chegou oficialmente ao Top 10. Permanecem na disputa:

  • Ana Paula Renault
  • Chaiany
  • Gabriela
  • Jordana
  • Juliano Floss
  • Leandro Boneco
  • Marciele
  • Milena
  • Samira
  • Solange Couto

A disputa pelo prêmio milionário entra agora em uma fase decisiva, onde cada voto e cada movimento podem mudar completamente o rumo do jogo.


🗳️ Como funciona a votação no BBB 26

O Big Brother Brasil 26 segue com o sistema misto de votação:

  • Voto da torcida: ilimitado
  • Voto único: um voto por CPF

A média ponderada entre os dois define quem deixa o programa. Esse modelo busca equilibrar engajamento com justiça na votação.


⚠️ Expectativa para a eliminação

Com alta rejeição nas enquetes, Solange Couto aparece como a principal candidata à eliminação — mas, como já aconteceu em outras edições, reviravoltas não estão descartadas.

O resultado oficial será conhecido ao vivo, e pode impactar diretamente a dinâmica da casa na reta final do Big Brother Brasil 26.


Tags: BBB26, paredão BBB, enquete BBB, Solange Couto, Ana Paula Renault, reality show, votação BBB

Espetáculos da Paixão de Cristo acontecem em Mangabeira e Ilha do Bispo

Os moradores de Mangabeira vão poder assistir, nesta terça-feira (31) a encenação de ‘A Sagrada Paixão de Cristo’; já na quarta-feira (1º), ‘A Paixão de Cristo segundo Herodes’ será apresentada na Ilha do Bispo. Os espetáculos foram selecionados no edital Paixão de Cristo nos Bairros – realizado pela Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) – e serão apresentados em diversos bairros até 19 de abril.

O diretor executivo da Funjope, Marcus Alves, afirma que a Paixão de Cristo nos Bairros é uma ação da Funjope de muito sucesso. Ele ressalta que a gestão estimula, do ponto de vista financeiro, por meio de um edital de cerca de R$ 110 mil, a cena cultural do teatro comunitário nos bairros.

“E nós vemos resultados. A cada ano, o número de grupos de teatro que se capacitam para esse edital só vem crescendo. Isso mobiliza a cena do teatro local, fortalece os laços entre a comunidade e os artistas, e deixa a Funjope e a Prefeitura de João Pessoa muito contentes porque estamos no caminho certo da nossa política municipal de cultura”, acrescenta.

Mangabeira – ‘A Sagrada Paixão de Cristo’. A peça faz parte do edital Paixão de Cristo nos bairros e é realizada pela Oliveira Produções, Instituto Cena Preta e Recreio Criações, em parceria com a comunidade Sagrada Família. Com duração de aproximadamente 80 minutos, a encenação tem início às 19h, na Rua Vitaliano Barbosa de Albuquerque – Comunidade Sagrada Família, em Mangabeira IV. A edição deste ano contará com intérprete de Libras.

Alexandra Oliveira, que divide a coordenação do projeto com o diretor da peça Ryan Nery, é responsável pela preparação do elenco e produção executiva do espetáculo. Ela conta que o projeto tem caráter formativo e comunitário, começando no ano anterior à apresentação, e envolve oficinas gratuitas de iniciação teatral abertas à comunidade de João Pessoa. As oficinas acontecem entre os meses de novembro e janeiro.

Em seguida, têm início os ensaios da encenação. No final do processo, os participantes recebem certificado do curso de iniciação teatral, valorizando e incentivando a participação de crianças, jovens, adultos e idosos da comunidade. Nesta edição, são quase 60 pessoas envolvidas, promovendo um espaço acolhedor e inclusivo, com a participação de pessoas LGBTQIAPN+, refletindo a diversidade presente na própria comunidade.

O espetáculo apresenta uma narrativa emocionante da Paixão de Cristo conduzida pelo próprio Jesus, que já crucificado relembra os momentos marcantes de sua trajetória. Enquanto narra sua missão, as cenas ganham vida mostrando os milagres, os encontros com seus discípulos, o sofrimento de Maria, a traição, o julgamento e o caminho até a crucificação. A encenação propõe uma reflexão profunda sobre amor, fé, perdão e redenção.

“O edital é muito importante para fortalecer a produção cultural nos bairros, pois possibilita que artistas e comunidades realizem seus projetos com mais estrutura e visibilidade. Esse apoio incentiva a arte local e ajuda a manter viva a tradição cultural nas comunidades”, ressalta Luciana Oliveira.

Ilha do Bispo – A encenação da peça ‘A Paixão de Cristo segundo Herodes’ será realizada na sede da Associação Recreativa Cultural e Artística (Arca), Avenida Redenção, SN, Ilha do Bispo, nesta quarta-feira (1º), a partir das 19h. A produção é do Ponto de Cultura Arca e envolve 55 integrantes entre crianças, adolescentes e adultos, com expectativa de reunir 500 pessoas.

José Geraldo de Aguiar Silva, coordenador da Arca, explica que a apresentação começa durante a celebração da videira, quando Jesus é conduzido ao encontro de Herodes. Tomado pela curiosidade e pelo desejo de presenciar um espetáculo, o governante passa a interrogá-lo sobre sua origem, sua família, os milagres e o título de rei que lhe atribuem.

“Cada pergunta feita por Herodes dá origem a cenas que reconstituem momentos marcantes da missão de Cristo. O público é conduzido a revisitar seus ensinamentos, gestos de compaixão, a fé que mobiliza multidões e o amor que confronta as injustiças”, relata.

Na medida em que a narrativa avança, a trajetória se aproxima do sofrimento, das traições e da crucificação. Entretanto, conforme o coordenador, o espetáculo ultrapassa a dor e culmina na ressurreição, apresentada como mensagem maior de esperança, renovação e transformação. Dessa forma, o encontro com Herodes torna-se um convite à reflexão coletiva, reafirmando a permanência da mensagem de Cristo e sua força de amor para os dias atuais.

Para José Geraldo, o edital Paixão de Cristo nos Bairros contribui para fortalecer a arte e a cultura através das apresentações nas comunidades da Ilha do Bispo, Varadouro e em toda a Grande João Pessoa. “Promove o acesso de crianças, adolescentes, jovens e adultos às artes cênicas e às diversas manifestações culturais, buscando desenvolver potencialidades artísticas, estimular talentos e ampliar oportunidades de participação cultural”, observa.

Paixão de Cristo nos bairros – Este edital incentiva a cultura nas comunidades, a promoção da melhoria e manutenção dos espetáculos, o fortalecimento do turismo interno e consequentemente, a geração de trabalho e renda, impulsionando a economia local.

Confira a programação

Mangabeira

31/03 (terça-feira) – 19h

Espetáculo ‘A Sagrada Paixão de Cristo’

Rua Vitaliano Barbosa de Albuquerque – Comunidade Sagrada Família, em Mangabeira IV

Produção: Oliveira Produções, Instituto Cena Preta e Recreio Criações, em parceria com a comunidade Sagrada Família.

Ilha do Bispo

1º/04 (quarta-feira) – 19h

Espetáculo ‘A Paixão de Cristo segundo Herodes’

Local: sede da Associação Recreativa Cultural e Artística (Arca), Avenida Redenção, SN

Produção: Ponto de Cultura Arca

Bancários e Rangel

03/04 (sexta-feira) – Bancários – Praça da Paz – 19h

04/04 (sábado) – Rangel – Praça da Amizade – 19h

Espetáculo Paixão em Retalhos Itinerantes

Produção: Coletivo de Teatro Retalhos

Castelo Branco III

05/04 (domingo) – 16h

Espetáculo ‘Paixão de Cristo: um presente de amor’

Praça José Batista de Melo

Realizado pela Companhia Brincante em parceria com a Biblioteca Comunitária Baobazinho

Bessa

05/04 (domingo) – 19h30

Espetáculo: Carpinteiro Deus

Parque Parahyba – Bessa

Produção: Grupo Semear de Teatro

Centro

11/04 (sábado) – 20h

Espetáculo ‘Paixão de Cristo – As Sete Dores de Maria’

Produção – Comunidade Adorai – Companhia Adorai de Teatro e Dança

Local – Parque Solon de Lucena

Mangabeira

19/04 – Comunidade Jacarapé – 19h

Espetáculo – ‘Paixão de Mãe’

Produção – Companhia Abra-te Sésamo

Funsat oferece 1,3 mil vagas nesta segunda (30) – CGNotícias

A segunda-feira, 30 de março, começa com boas oportunidades para quem busca uma colocação no mercado de trabalho em Campo Grande. A Fundação Social do Trabalho disponibiliza 1.314 vagas de emprego, distribuídas em 114 profissões, com recrutamentos realizados por 139 empresas da Capital.

Para participar dos processos seletivos, é necessário estar com o cadastro completo e atualizado no Sistema Nacional do Emprego.

Do total de vagas, 17 são exclusivas para pessoas com deficiência (PCDs), abrangendo sete funções diferentes. Entre elas estão repositor de mercadorias e auxiliar administrativo, com cinco vagas cada, além de empacotador à mão e auxiliar de linha de produção. Também há oportunidades para porteiro, motorista de caminhão e auxiliar de limpeza. Mais detalhes podem ser obtidos diretamente no guichê 1 da unidade Centro da agência.

No quadro geral, os setores de Comércio e Serviços concentram a maior parte das oportunidades. Há vagas para agente de saneamento, atendente de lanchonete, atendente de lojas e mercados, atendente de padaria, auxiliar operacional em logística, consultor de vendas e estoquista, entre outras funções.

Um ponto importante é que cerca de 70% das vagas não exigem experiência prévia, o que amplia as chances para quem está ingressando no mercado de trabalho. Ainda assim, é fundamental que o candidato tenha perfil compatível com a área desejada. Entre as funções com maior número de vagas estão operador de caixa, operador de vendas em lojas, repositor de supermercados e servente de pedreiro.

O atendimento ao público é realizado em duas unidades da Funsat: na região central, na Rua 14 de Julho, 992, Vila Glória, e também no Polo Moreninhas, localizado na Rua Anacá, 699, na região do Bandeira.