Casa do Trabalhador oferece 208 vagas de emprego na segunda-feira (2) – Agência de Notícias



30 de janeiro de 2026

16:02

Por: Luís Gustavo Adabro

A Casa do Trabalhador, antigo Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Sorocaba, ligado à Secretaria de Relações do Trabalho e Qualificação Profissional (Sert), da Prefeitura de Sorocaba, oferecerá, na segunda-feira (2), 208 vagas de trabalho na cidade.

Os munícipes podem se candidatar comparecendo à Casa do Trabalhador, no Centro e a sua unidade móvel, sem a necessidade de agendamento prévio, ou ainda na Casa do Cidadão mais próxima de sua residência.

Para tanto, é necessário que os interessados estejam munidos de carteira de trabalho, CPF e RG. Na Casa do Trabalhador, o munícipe também tem a oportunidade de enviar currículo pelos computadores disponíveis para uso da população.

A Casa do Trabalhador está localizada na Rua Cel. Cavalheiros, 353, no Centro, e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, assim como as Casas do Cidadão. O munícipe que desejar, ainda pode contatar a Casa do Trabalhador pelo WhatsApp: (15) 99149-2474.

Na segunda-feira (2), das 8h às 11h, a Van do Emprego e Qualificação estará disponível no Terminal São Paulo, que fica na Rua Leopoldo Machado, 259, no Centro e, das 13h às 16h, no Terminal Santo Antônio, localizado na Avenida Dr. Afonso Vergueiro, 733.

Segue, em anexo, todas as vagas de empregos disponíveis na Casa do Trabalhador na segunda-feira (2).

lista 02-02-2026

Três em cada dez desaparecidos no Brasil são crianças ou adolescentes

Por MRNews

Três em cada dez casos de desaparecimento registrados no Brasil, durante o ano de 2025, envolveram crianças e adolescentes. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), das 84.760 ocorrências gerais, 23.919, ou 28% do total, envolviam vítimas com menos de 18 anos de idade.

O resultado também significa que, em média, as delegacias de polícia de todo o país registraram, diariamente, 66 boletins de ocorrência sobre o sumiço de crianças e adolescentes. Um aumento de 8% em comparação aos 22.092 desaparecimentos notificados às Polícias Civis em 2024. Percentual duas vezes superior aos 4% de aumento dos casos gerais, que saltaram de 81.406 para 84.760 no mesmo período.

Comparado às 27.730 ocorrências de 2019, ano em que a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas entrou em vigor, o total de casos do último ano é quase 14% inferior, mas mantém a curva de crescimento gradual iniciada em 2023 (20.445 denúncias).

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Outro fato que chama a atenção é que, enquanto os homens representam 64% do total de pessoas desaparecidas, entre o público infantojuvenil, a maioria (62%) das ocorrências envolve meninas.

Desde 2019, a legislação brasileira reconhece como desaparecido qualquer “ser humano cujo paradeiro é desconhecido, não importando a causa de seu desaparecimento, até que sua recuperação e identificação tenham sido confirmadas por vias físicas ou científicas”.

Tipos de desaparecimentos

Para alguns especialistas, seria importante diferenciar as circunstâncias em que o sumiço ocorre, havendo aqueles que propõem haver ao menos três distintas categorias: o desaparecimento voluntário; o involuntário, no qual não há emprego de violência, e o forçado.

“Eu ainda trabalho com outra categoria, não muito usual, que é a do que chamamos de desaparecimento estratégico, para se referir à pessoa que desaparece para sobreviver. Caso de uma mulher que foge de um marido abusivo e de uma criança vítima de maus-tratos”, disse à Agência Brasil, a coordenadora do Observatório de Desaparecimento de Pessoas no Brasil (ObDes), da Universidade de Brasília (UnB), Simone Rodrigues, explicando que as causas do problema são “complexas e diversas”.

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Dados do Mapa dos Desaparecidos no Brasil, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontam que a maior parte dos desaparecimentos acontecem entre sexta-feira e domingo.

Caso do jovem I.S.B, 10 anos, que deixou a casa do pai, o pintor Leandro Barboza, em Curitiba (PR), no dia 27 de dezembro do ano passado. O garoto foi localizado três dias depois, não muito distante, por um idoso que viu nas redes sociais o alerta de desaparecimento. Ele levou o menino para sua casa e acionou a polícia.

Segundo o pai, o menino disse ter saído para brincar com outras crianças da vizinhança. Entretido, afastou-se de casa, passou o dia todo na rua e, ao ver que já era noite, ficou com receio de apanhar.

“Isso foi o que ele me contou depois, mas a verdade é que a gente nunca sabe o que de fato se passou na cabeça da pessoa, ainda mais de uma criança”, contou Leandro à reportagem da Agência Brasil, revelando que o menino já tinha “dado um susto” semelhante na família pouco tempo antes.

“Desta vez ele disse que chegou a vir até a nossa rua mais de uma vez, mas teve medo de castigo e foi ficando pela rua. A primeira noite ele diz que dormiu sobre um papelão, atrás de um carro, não muito longe de casa. Enquanto eu estava o procurando pelo bairro, batendo de porta em porta; indo à delegacia registrar o desaparecimento”, acrescentou o pintor, lamentando o desencontro.

Ao lembrar dos dias perambulando em busca do filho, Leandro disse “não desejar isso para nenhuma mãe ou pai”.

“É uma agonia que só quem passa dá conta de dizer. Eu pensava o pior: que alguém tinha raptado meu filho; que tinham matado ele; que eu nunca mais ia vê-lo. Na primeira noite, eu tinha chegado do trabalho cansado, no fim da tarde, e fiquei quase a madrugada inteira o procurando. Só parei quando o corpo já não aguentava mais e eu não sabia mais onde procurar”.

Com o menino já seguro, em casa, ouvindo-o conceder esta entrevista, Leandro admitiu temer que o filho volte a lhe dar um novo susto. “Eu alerto sobre os riscos, digo que há crianças que, ao contrário dele, são levadas [sequestradas] e nunca mais são vistas, o aconselho a não dar ouvido às ideias erradas e digo que ele não tem motivos para fazer isso, mas, sabe como é”, explicou o pai. Ele conta que enquanto ele passa o dia trabalhando fora, a esposa (que é madrasta do menino), se desdobra para cuidar dos outros dois filhos do casal – um deles diagnosticado com autismo – e dos afazeres domésticos.

“A gente se desdobra para dar aos filhos aquilo que podemos. Cuidamos deles e procuramos os ensinar o melhor. Aí acontece algo assim e você vê nas redes sociais muita gente te criticando; chamando os pais de irresponsáveis; dizendo que você não cuida, não dá atenção”, queixou-se Leandro, concordando com a máxima popular de que se há muitos para julgar, existem poucos para ajudar.

“Até na delegacia, um policial me disse que eu e minha esposa poderíamos ser responsabilizados pelo sumiço do meu filho. Sendo que eu estava ali fazendo a ocorrência, pedindo ajuda para encontrá-lo depois de um dia inteiro trabalhando e o procurando”, lembrou Leandro, acrescentando que, de forma geral, foi bem atendido na delegacia.

Ele acrescenta que seria importante às famílias que passam pelo desaparecimento de um filho receberem o apoio de um especialista, como um psicólogo, para saber como conversar e orientar pais e filhos. O pintor disse que, por enquanto, o menino o acompanha enquanto ele trabalha.

‘Verão em Movimento’ leva centenas de pessoas ao Busto de Tamandaré em sua primeira edição

O início da manhã deste sábado (31) foi marcado por uma grande ação, com muita música, dança, recreação e prática de esportes ao ar livre no Busto de Tamandaré, na orla da Capital. A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Juventude, Esporte e Recreação (Sejer), promoveu a 1ª edição do programa Verão em Movimento.

O evento faz parte do projeto João Pessoa Fitness e conta com uma programação dinâmica, reunindo diferentes ritmos de dança e atividades físicas, com aulas sequenciais realizadas no palco principal, conduzidas por professores qualificados. A iniciativa reuniu cerca de mil pessoas, divididas entre jovens, adultos e idosos, praticantes ou não de atividade física.

“Nós idealizamos o Verão em Movimento para que as pessoas venham celebrar essa grande festa que é o verão, pois temos vários projetos espalhados por João Pessoa, como é o caso do Saúde em Movimento, realizado em parceria com a Secretaria de Saúde. Esse é um programa piloto em que usamos a estrutura do Forró Verão, mas temos a pretensão de fazer essa atividade em todos os finais de semana para termos um termômetro de como faremos no futuro”, exaltou Juliano Sucupira, secretário executivo de Juventude, Esporte e Recreação de João Pessoa.

Para a dona de casa Graça Torres, integrante do Centro da Pessoa Idosa da Prefeitura da Capital, a interação é muito importante para a saúde e para a vida. “Essa socialização nos incentiva a querer participar mais e mais dos grupos, destacando a amizade, além de fazer a atividade física, que traz muitos benefícios para nossa saúde”, destacou.

Rosângela Almeida, moradora do bairro de Manaíra, destaca que a prática da atividade física é um compromisso pessoal. “É importante praticarmos atividades físicas e nunca deixar de fazer, pelo menos uma caminhada, porque fazendo isso, evitamos até de pegar algumas doenças. Eu mesma faço ciclismo, dança, além de participar do Verão em Movimento, que chegou pra ficar”, exaltou.

De acordo com o coordenador do programa Saúde em Movimento, Nicolas Travassos, a prática regular da atividade física, além de trazer inúmeros benefícios para a saúde, caminha junto com o Verão em Movimento, em uma salutar parceria entre a Sejer e a Secretaria Municipal de Saúde. “A Prefeitura de João Pessoa traz esses dois programas (Verão em Movimento e Saúde em Movimento), que são igualmente importantes para manter uma mente sã, vida mais saudável, ativa e equilibrada, sendo acessível a todos, acontecendo de forma gratuita em espaços públicos da cidade, como é o caso de estarmos hoje aqui no Busto de Tamandaré”, completou.

Com investimento de R$ 2,6 milhões, Carnaval de Campo Grande deve reunir mais de 100 mil foliões

Por MRNews

Com expectativa de reunir mais de 100 mil foliões ao longo da programação, o Carnaval de Campo Grande de 2026 chega fortalecido por um robusto investimento público e pela consolidação do evento como um dos principais motores culturais, econômicos e turísticos da Capital. A estimativa de público considera tanto os blocos de rua, que devem concentrar grande parte dos foliões, quanto os desfiles das escolas de samba, previstos para os dias 16 e 17 de fevereiro, na Praça do Papa – região da Vila Sobrinho, oeste da cidade.

Aproximadamente R$ 2,6 milhões foram destinados pelo Governo de Mato Grosso do Sul à Liga das Escolas de Samba, o dobro do investido no ano passado. A programação integrada reforça o conceito de um Carnaval único, que une diferentes manifestações culturais e amplia o fluxo de visitantes vindos do interior do Estado e de outras regiões do país.

Durante entrevista coletiva realizada no MIS (Museu da Imagem e do Som) quarta-feira (28), representantes do Governo do Estado, da prefeitura e das entidades carnavalescas destacaram o aporte financeiro, que reflete a estratégia de ampliar o alcance do Carnaval como instrumento de fomento à economia criativa e à geração de renda.

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“É um investimento que a gente considera significativo, uma evolução muito grande, principalmente considerando o retorno que isso deu em termos de fomento. Então, é um orgulho muito grande a gente ter tido esse aporte, que com a certeza terá retorno tanto na valorização da nossa cultura como na questão da geração de renda para a nossa população”, frisou o secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda.

Já o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, destaca que o conceito de que o Carnaval de Campo Grande é uma coisa só, considerando os blocos e as escolas de samba que animam as ruas da cidade durante o período festivo.

“Ela [a festa] acaba se dividindo entre blocos e escolas. Então é muito importante nós chamarmos de Carnaval de Campo Grande, porque hoje nós temos uma grande intenção. Nessa época já existe um fluxo turístico para Campo Grande, de pessoas do interior, de outros estados, pois o nosso Carnaval já se tornou referência. Então é muito importante que a gente una essas forças tanto nas escolas de samba como dos blocos de Carnaval”, comenta Mendes.

O investimento público no Carnaval viabiliza uma estrutura de grande porte, com palcos, iluminação, som, serviços de apoio e logística, além de garantir melhores condições para artistas, trabalhadores da cultura e entidades carnavalescas. O impacto econômico é sentido em diversos setores, como comércio, hotelaria, alimentação e transporte, fortalecendo a cadeia produtiva ligada ao turismo e ao entretenimento.

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Além dos desfiles, o calendário oficial inclui ações culturais paralelas, como a Mostra das Fantasias Carnavalescas, valorizando os carnavalescos e a produção artística local. Para os blocos, a expectativa é oferecer uma experiência organizada e segura para um público cada vez maior, consolidando o carnaval de rua como patrimônio cultural imaterial de Mato Grosso do Sul.

Presidente da Lienca (Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande), Alan Catharinelli agradeceu ao Governo do Estado pelos recursos e infraestrutura para realizar o Carnaval.

“O desfile das Escolas de Samba de Campo Grande acontece na Praça do Papa nos dias 16 e 17 de fevereiro, com uma super estrutura financiada pela Prefeitura e pelo Governo do Estado. Também faz parte do nosso calendário a Mostra das Fantasias Carnavalescas no Armazém Cultural, como uma valorização dos nossos carnavalescos. A Liga está de mãos dadas com o Governo do Estado e a Prefeitura para fazer um Carnaval alegre, festivo e inclusivo com muita segurança para as famílias”.

Já o presidente do ABC (Aglomerado de Blocos de Rua de Campo Grande), Thallyson Perez, revelou estar satisfeito com os esforços empregados, já que o Carnaval é um patrimônio imaterial de toda a sociedade brasileira, e não poderia ser diferente aqui em Mato Grosso do Sul.

“Esse ano a gente traz bastante novidades. A gente tem uma estrutura para atender mais de 100 mil foliões, fazer uma festa bem legal por todo mundo. Temos compromisso com o acesso de todos os blocos, com todos os foliões que a gente tem dentro da nossa entidade. E logo se levanta várias pautas sociais de inclusão, e também que eu gostaria de agradecer porque ninguém faz Carnaval sozinho. Agradecer ao Governo do Estado por ser um grande parceiro da nossa identidade. A gente está bem feliz para fazer um Carnaval bem inclusivo para todo mundo”.

Com a combinação entre investimento governamental, grande público esperado e planejamento integrado, o Carnaval de Campo Grande avança como um evento estratégico para o desenvolvimento cultural e econômico da Capital, reafirmando sua importância no calendário oficial de eventos do Estado.

Karina Lima, Comunicação Setesc
Edição: Nyelder Rodrigues/Secom
Foto de capa: Daniel Reino/Setesc/Arquivo
Galerias 1 e 2: Ricardo Gomes/Setesc

Prêmio de R$ 115 milhões da Mega-Sena será sorteado neste sábado

Por MRNews

As seis dezenas do concurso 2.967 da Mega-Sena serão sorteadas neste sábado (31), a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 115 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.



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As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) de sábado (31), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

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Agência Minas Gerais | Governo de Minas fortalece participação social e transparência com encontro inédito de ouvidorias em Formiga

Com foco no fortalecimento da participação cidadã, na ampliação da transparência e na qualificação das ouvidorias públicas, o Governo de Minas promoveu, nesta sexta-feira (30/1), em Formiga, no Centro-Oeste do estado, o 1º Encontro de Ouvidoria e Transparência.

A iniciativa, realizada por meio da Ouvidoria-Geral do Estado (OGE/MG), reuniu representantes de diversos municípios mineiros em uma manhã dedicada à troca de experiências, formação técnica e debate sobre boas práticas no setor público.

Com a presença de ouvidores, controladores, gestores públicos, servidores e demais interessados, o evento contou com a parceria do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE/MG), do Ministério Público de Contas de Minas Gerais (MPC-MG), do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e da Controladoria-Geral da União (CGU), integrando órgãos de controle e as administrações municipais.

A Voz dos Mineiros

O encontro integra as ações do programa A Voz dos Mineiros (AVM), iniciativa estratégica da OGE/MG voltada à implementação e ao fortalecimento das ouvidorias públicas municipais, que contribui diretamente para a melhoria da gestão, o fortalecimento da cidadania e o avanço da transparência pública em Minas Gerais.

 








 
 
   
   


Além dos debates institucionais, o evento ofereceu três cursos com abordagem prática, ministrados por ouvidores da OGE/MG: “Curso Básico de Ouvidoria Pública”, “Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e Proteção ao Denunciante”, e “O Papel das Ouvidorias Públicas na Prevenção e Combate ao Assédio Moral e Sexual”.

Novos encontros como este já estão previstos ao longo do ano e deverão percorrer outras regiões de Minas Gerais, ampliando o diálogo com os municípios e fortalecendo, de forma contínua, a participação social, a transparência e a integridade na gestão pública.

Sobre a OGE/MG

A Ouvidoria-Geral do Estado de Minas Gerais é um órgão autônomo, vinculado diretamente ao governador, responsável pelo recebimento e tratamento de denúncias, reclamações, solicitações, sugestões e elogios, produzindo informações estratégicas que subsidiam a tomada de decisão e o aperfeiçoamento da gestão pública.

Canais de atendimento:

Site: www.ouvidoriageral.mg.gov.br

WhatsApp: (31) 3915-2022 – atendente virtual “Bel”

Aplicativo MG App (Android e iOS)

Telefones: 162 (Disque-Ouvidoria) e 136 (Disque-Saúde)

Carnaval 2026: Comlurb prepara operação especial de limpeza para 37 blocos e ensaios técnicos – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

A Companhia fará a limpeza hidráulica e aplicará essência de eucalipto em todos os pontos de concentração de foliões – Divulgação / Comlurb

A Comlurb segue presente em todos os pontos da folia carioca, neste fim de semana do pré-carnaval 2026, com o planejamento diferenciado de limpeza para os 37 blocos oficiais e os ensaios técnicos das escolas de samba do Grupo Especial. A operação especial prevê a atuação de garis em todos os pontos de concentração de foliões, antes, durante e após cada evento. No sábado (31/01), as principais atrações serão o megabloco Bloco da Gold Vem com o Gigante, com o cantor baiano Léo Santana, que sai no circuito Preta Gil, no Centro; a partir das 7h; o bloco Desliga da Justiça, que se concentra às 8h, na Praça Tiradentes; e o bloco Spanta Neném, que sai a partir das 10h na Avenida Epitácio Pessoa, na Lagoa.

Já no domingo (01/02), além do megabloco Será Q Abre, liderado pela cantora Ivete Sangalo, que sai no Circuito Preta Gil a partir das 7h, há outros destaques, como o bloco Maravilhosas, que se concentra a partir das 8h na Avenida Vieira Souto 594, em Ipanema; O bloco Vira-Lata, que sai a partir das 10h na Avenida Prefeito Mendes de Morais 808, em São Conrado; e o bloco Me Esquece, que se concentra a partir das 9h na Rua Pacheco Leão, 20, no Jardim Botânico. Nos dois dias, também haverá atenção especial para a limpeza na parte externa e acessos da Passarela do Samba, durante os ensaios técnicos das escolas de samba.

A operação de limpeza da Comlurb é realizada antes, durante e após a passagem de cada bloco e de cada evento de Carnaval. O trabalho é feito não só nas vias principais em que os blocos desfilam, mas em todo o entorno, incluindo as ruas de acesso e adjacentes, com os serviços de varrição mecanizada; lavagem com água de reuso, sabão e essência de eucalipto; esvaziamento de papeleiras e de contêineres; e coleta e remoção de resíduos.

O serviço de limpeza da Comlurb se estenderá até o último dia de folia, domingo, 22 de fevereiro, marcado pela passagem do Monobloco, no Circuito Preta Gil. O efetivo somará no total, durante todo o período, desde o Pré-Carnaval, 13.714 trabalhadores, sendo 9.736 garis.

A Comlurb vai disponibilizar o maior número de contêineres para atendimento de evento na cidade, com 13 mil equipamentos,  sendo 10 mil de 240 litros e 3 mil de alta capacidade, de 1.200 litros,  para que os foliões possam fazer o descarte correto de seus resíduos.

Durante o Carnaval 2026 a Comlurb realizará a maior operação de limpeza hidráulica e limpeza mecanizada da história da cidade. Em todo o Carnaval de rua a Companhia contará com 1.507 veículos, incluindo caminhões compactadores, caminhões satélites, caminhões basculantes, carrinhos elétricos, varredeiras de grande porte, mini varredeiras e tratores. Haverá ainda 180 sopradores. Todos os veículos e equipamentos vão trabalhar em três turnos.

Após a passagem dos blocos, as equipes da Comlurb farão a limpeza hidráulica com água de reuso e 40 mil litros de sabão. Serão 30 caminhões-pipa, 26 vans com implemento de limpeza hidráulica e 5 caminhões com implemento de limpeza hidráulica. Após a lavagem, será aplicada essência de eucalipto com 125 pulverizadores costais, inclusive mas áreas com banheiros químicos. Serão 5 mil litros de essência concentrada durante todo o período de Carnaval.

A Comlurb fará ainda a limpeza dos quatro postos médicos instalados na área de desfile dos blocos, sendo dois no Circuito Preta Gil, no Centro, um na Praça do Lido e um na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema.

Vale ressaltar que todos os serviços de rotina da Companhia serão mantidos normalmente na cidade durante todo o período de Pré-Carnaval e Carnaval.

Brasil registrou 84,7 mil desaparecidos em 2025; média de 232 por dia

Por MRNews

O Brasil registrou 84.760 casos de desaparecimento de pessoas em 2025. O número equivale a 232 sumiços diários e o resultado é 4,1% superior ao de 2024, quando foram registrados 81.406 desaparecimentos.

Os dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) indicam que nem a criação da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas, em 2019, foi capaz de conter a escalada do problema. Naquele ano, foram contabilizados 81.306 ocorrências – resultado 4,2% inferior ao do ano passado. A legislação estabelece um conjunto de diretrizes e ações integradas com o objetivo de agilizar e articular a localização de pessoas desaparecidas no país, com foco na cooperação entre órgãos de segurança, saúde e assistência social.

Desde 2015 (75.916), o total de pessoas desaparecidas no Brasil só recuou em 2020 (63.151) e 2021 (67.362). Segundo especialistas, devido às restrições decorrentes da pandemia da covid-19 que, entre outras coisas, dificultaram o acesso às delegacias, ampliando a subnotificação.

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“Há um consenso de que esta queda momentânea foi causada pela pandemia, pelo fato das pessoas terem que ficar em casa”, afirmou à Agência Brasil a coordenadora do Observatório de Desaparecimento de Pessoas no Brasil (ObDes), da Universidade de Brasília (UnB), Simone Rodrigues.

Pessoas localizadas

O total de pessoas localizadas também vem aumentando desde o início desta década. Em 2020, 37.561 pessoas dadas como desaparecidas reapareceram ou foram localizadas. Em 2025, este número saltou para 56.688 – alta de 51% no período e de 2% em relação a 2024, quando foram localizadas 55.530 pessoas.

De acordo com Simone, o avanço reflete tanto o crescente número de casos, quanto um aprimoramento das estratégias e ferramentas de busca.

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“Tenho visto um maior empenho, principalmente nos últimos dois anos, em promover a interoperabilidade dos dados, a comunicação entre as instituições [federais, estaduais e municipais]”, disse a advogada e doutora em ciência política.

Para Simone, os dados oficiais não dão conta da real complexidade do problema. Inclusive porque, segundo ela, muitos desaparecimentos estão associados a crimes não esclarecidos. A exemplo do recente caso da corretora Daiane Alves de Souza, 43 anos, em Caldas Novas (GO).

Desaparecida em 17 de dezembro do ano passado, após ser filmada no elevador do condomínio onde morava, seu corpo foi encontrado na última quarta-feira (28), abandonado em uma área de mata, em avançado estado de decomposição. Acusado de ter cometido o crime junto com seu filho, o síndico do prédio onde Daiana morava, Cléber Rosa de Oliveira, confessou ter assassinado a corretora e indicou o local onde o corpo dela estava.

“As dinâmicas dos casos de desaparecimento são complexas e diversas. Para compreendê-las, é preciso levar em conta as várias formas de violência que muitas vezes estão envolvidas, como o feminicídio, tráfico de pessoas, trabalho análogo à escravidão, LGBTQfobia e a ocultação de cadáveres”, ponderou Simone. Ela destaca que, em muitos casos, parentes ou conhecidos das vítimas evitam ou não conseguem registrar um boletim de ocorrência.

“Em contextos envolvendo a atuação de milícias ou outros grupos criminosos, por exemplo, é comum as pessoas próximas deixarem de notificar as autoridades. Indígenas também não costumam registrar boletins de ocorrências nestes casos. Para não falarmos das pessoas em situação de rua. Daí que, mesmo que surpreendentes, os números não são fidedignos, pois há subnotificação”, pontuou Simone.

Política Nacional 

Para a coordenadora do ObDes/UnB, a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas foi uma resposta inicial importante ao problema, mas que, após quase sete anos, “ainda engatinha” no país.

“Ela está sendo implementada pouco a pouco. E já necessita de ajustes. Basta ver que o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, que é o coração da política, só foi criado em 2025, com uma baixa adesão dos estados”, comentou.

De acordo com Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), os registros de ocorrência de desaparecimentos e localizações de 12 das 27 unidades da federação estão integrados ao cadastro nacional, criado sete anos após a sanção da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas para auxiliar o cruzamento de informações e apoiar as investigações. Fazem parte hoje do cadastro Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins. 

“Apesar de alguns avanços, ainda é tudo muito fragmentado. Não temos uma carteira de identidade nacional e nossos dados biométricos são separados por estados, mas as delegacias não conversam entre si; o Ministério Público não conversa com outro estado. Quando se localiza um corpo, é preciso enviar cópia de suas digitais para os 27 entes da federação a fim de saber se ele tem uma carteira de identidade [emitida por outra unidade]”, explica Simone.

Segundo a especialista, ainda é comum pessoas que buscam a ajuda do Estado para localizar parentes ou conhecidos desaparecidos terem que enfrentar o “preconceito institucional” ou a falta de conhecimento adequado.

“Apesar das campanhas em sentido contrário, persiste o mito, o erro, de que é necessário esperar 24 horas ou 48 horas para registrar um desaparecimento. Além de uma série de estereótipos, principalmente em torno do desaparecimento de crianças e adolescentes, como o de que uma menina ou um menino escapou à vigilância dos pais ou responsáveis para namorar ou ir a um baile e logo vai voltar. Isso tudo acaba atrapalhando o processo de busca”.

 

Menores de idade 

São Paulo (SP) 30/08/2024 – Uma ação destinada à conscientizar a população sobre pessoas desaparecidas, foi organizada na Praça da Sé. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil – Paulo Pinto/Agência Brasil

Assim como as crianças desaparecidas em Bacabal, no Maranhão, em uma busca que mobiliza centenas de pessoas e comove o país, 28% dos desaparecidos em 2025 tinham menos de 18 anos de idade. Enquanto o percentual de desaparecimentos gerais aumentou 4% entre 2024 e 2025, os casos envolvendo crianças e adolescentes saltaram 8%, passando de 22.092 a 23.919. Comparadas às ocorrências de 2019 (27.730), quando a política nacional foi instituída, o resultado do ano passado é quase 14% inferior.

Outro fato que chama a atenção é que, enquanto os homens representam 64% do total de pessoas desaparecidas em 2025, entre o público infantojuvenil, a maioria (62%) das ocorrências envolve meninas.

“Muitas dessas crianças e adolescentes estão fugindo de contextos de violência intra-familiar e, nestes casos, os agentes do Estado precisam ter a sensibilidade de não voltar a expor elas a este contexto. Ao mesmo tempo, não podem generalizar,
porque nem todos os casos são assim. Não importa a causa. O Estado tem a obrigação de buscar a qualquer pessoa desaparecida, principalmente crianças e adolescentes. Sem incorrer em estereótipos ou prejulgar o responsável que vai registrar o desaparecimento”, explica a especialista. 

Aperfeiçoamentos 

Consultado pela reportagem, o Ministério da Justiça e Segurança Pública reconheceu a subnotificação dos registros oficiais, mas ponderou que, até por isso, “o aumento de 4% em relação ao ano anterior não significa, necessariamente, um crescimento real dos casos”, afirmou em nota.

Segundo a pasta, classificar as diferentes causas dos desaparecimentos é “um desafio estatístico” que depende da “apuração minuciosa de cada caso de localização e da padronização rigorosa” das informações coletadas.

Além disso, o ministério garante que, nos últimos anos, tem se empenhado para, junto com estados e com o Distrito Federal, estruturar os pilares da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. O que inclui o lançamento do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas; a capacitação de profissionais das polícias civis; campanhas de coleta de material genético (DNA) de parentes de pessoas desaparecidas e campanhas de comunicação.

Sobre a adesão de menos da metade das unidades federativas ao Cadastro Nacional, o ministério manifestou a “expectativa de integrar os demais entes ainda no primeiro semestre de 2026”.

Agências do Detran-MS em Corguinho e em Rochedo passarão por manutenção – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Na próxima semana, duas Agências do Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) passarão por manutenção predial e terão os atendimentos presencial suspenso por apenas um dia.

O atendimento será suspenso na Agência de Rochedo, no dia 2 de fevereiro e na Agência de Corguinho, no dia 3 de fevereiro.

Mesmo sem atendimento presencial, as populações das duas cidades terão garantidos a continuidade dos serviços. O Detran-MS recomenda a utilização dos canais digitais: o portal de serviços www.meudetran.ms.gov.br, o aplicativo Meu Detran MS ou a Central de Atendimento, disponível para ligações e WhatsApp pelo número (67) 3368-0500.

Emmanuelly Castro, Comunicação Detran-MS
Foto: Rachid Waqued/Detran

Sead abre seleção pública para composição de Comitê que acompanhará políticas envolvendo a população em situação de rua

A Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos) publicou edital que estabelece o processo de seleção pública para a escolha de representantes da sociedade civil e de instituições de ensino superior que irão compor o CIAMP-Rua MS (Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Estadual para a População em Situação de Rua no Mato Grosso do Sul), no biênio 2026/2028. O edital pode ser acessado aqui.

É prevista a seleção de sete membros titulares e sete suplentes, sendo cinco representantes da sociedade civil e dois representantes de instituições de ensino superior. O mandato será de dois anos, com possibilidade de uma recondução por igual período.

No âmbito da sociedade civil, serão escolhidos três representantes de movimentos sociais ou fóruns com atuação reconhecida na defesa dos direitos da população em situação de rua e de pessoas em situação de vulnerabilidade, além de dois representantes de organizações da sociedade civil que desenvolvam ações diretas voltadas a essa temática. Para as instituições de ensino superior, as vagas são destinadas a professores vinculados a universidades ou centros de pesquisa, com atuação comprovada nas áreas de direitos humanos, políticas públicas e proteção de populações vulneráveis.

Os interessados também devem declarar disponibilidade para participar das reuniões periódicas do CIAMP-Rua MS, que ocorrem, no mínimo, uma vez por mês, sem remuneração, sendo a atividade considerada serviço público relevante.

Seleção

As inscrições estarão abertas no período de 2 a 16 de fevereiro de 2026 e deverão ser realizadas exclusivamente por e-mail, com o envio da documentação exigida em formato digital para o endereço gabinete@sead.ms.gov.br.

A divulgação do resultado preliminar está prevista para o dia 26 de fevereiro, no Diário Oficial do Estado e no site da Sead.

O resultado final será publicado em 9 de março de 2026, e a posse dos novos membros deverá ocorrer até o dia 31 de março, conforme previsto no decreto que regulamenta o Comitê.

Comissão

Ainda, no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (30), a Sead também designou a Comissão Eleitoral responsável pela condução da Seleção Pública. A Comissão será composta por servidores da própria Secretaria e terá a atribuição de analisar as inscrições, avaliar a documentação apresentada, julgar eventuais recursos e acompanhar todas as etapas do certame. Integram a Comissão Eleitoral os servidores José Henrique de Andrea Denis, Fábio Martins Neri Brandão e Maria Irene de Souza Zardo.

Mais informações sobre o processo seletivo podem ser obtidas pelo e-mail gabinete@sead.ms.gov.br ou pelo telefone (67) 3318-4141.

Leomar Alves Rosa, Comunicação Sead
Foto: Agência Brasil