Famílias se juntam à multidão para festejar título do Flamengo no RJ

Em 1983, o baiano Moraes Moreira já cantava: “agora como é que eu me vingo de toda derrota da vida, se a cada gol do Flamengo eu me sentia um vencedor”. Na ocasião, ele lamentava a ida de Zico, o maior ídolo do clube, para a Europa.

Hoje, 42 anos depois, milhões de pessoas esqueceram as mágoas e frustrações do dia a dia quando o zagueiro Danilo acertou uma cabeçada e marcou o gol do quarto título da Libertadores do Flamengo.

Neste domingo (30), centenas de milhares desses vencedores retratados por Moraes Moreira se reuniram no Centro do Rio de Janeiro para, juntos, mostrar ao time o tamanho da importância dessa vitória para elas.

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Do alto de um caminhão aberto do Corpo de Bombeiros, os jogadores comemoraram com parte da “Nação”, como a torcida do Flamengo se autointitula, a vitória do sábado (29) no Estádio Monumental de Lima, no Peru.

A multidão que enfrentou horas de espera sob o sol e lotou a Rua Primeiro de Março e a Avenida Presidente Antônio Carlos, duas das principais vias do centro da cidade, é uma expressão do poder de mobilização pelo futebol.

A Agência Brasil conversou com torcedores sobre a motivação e coesão forjadas pelo esporte, que fizeram pessoas acordarem cedo e se deslocarem de longe para acompanhar a celebração no Centro do Rio, a 5,1 mil quilômetros do local da partida.

Em jogo tenso e com poucas chances, o Flamengo venceu o Palmeiras por 1 a 0 em Lima, no Peru, e levantou a Copa Libertadores da América pela quarta vez em sua história. Foto: REUTERS/Sebastian Castaneda/Direitos reservados

Vitória dupla

O casal Eduardo Ferreira Henrique e Valéria Nunes Domingos contou que a celebração de um título dentro de campo é também uma forma de motivação para enfrentar as dores do cotidiano.

No caso deles, que moram no Cosme Velho, bairro da zona sul carioca, o fim de semana é de comemoração dupla. No dia do jogo, veio uma ótima notícia.

“Ontem, a gente teve duas vitórias. Minha esposa estava com suspeita de câncer, deu resultado negativo; e a vitória do Mengão. Foi um dia maravilhoso, sensacional! Comemoração dupla”, vibrou Eduardo.

Para Valéria, vitórias como a do Flamengo são motivação para manter um sorriso constante na vida. O casal também exalta a união que o futebol proporciona.

Valéria Nunes Domingos e Eduardo Ferreira Henrique tiveram uma vitória dupla no sábado: a conquista do Flamengo e o resultado negativo de uma suspeita de câncer em Valéria. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

“Na hora da euforia, todo mundo se abraça, todo mundo demonstra felicidade. Esse negócio de violência já foi do passado, agora a galera toda se une, todo mundo junto”, acredita Eduardo.

Família

Se Eduardo e Valéria saíram de um bairro das redondezas, teve gente que saiu de bem mais longe. Foi o caso de Andressa Vitória, que mora em São Gonçalo, município na região metropolitana do Rio, a cerca de 30 quilômetros de distância, quase duas horas de deslocamento.

Andressa foi acompanhada da família e chegou por volta das 9h, mais de três horas antes de os atletas passarem pelo local. Ao lado da sogra, Rosane Rodrigues, ela disse à reportagem que a emoção com a vitória da véspera é um alívio para a vida pessoal.

“Ainda mais para quem tem uma crise de ansiedade”, revela.

Ela também enxerga no futebol uma forma de unir as pessoas ao ponto de, para ela, formarem uma família.

“Se você estiver vendo um jogo no bar, parece que todo mundo se conhece, começa a trocar assunto sobre isso. Você acaba fazendo uma amizade porque sempre vê um jogo naquele lugar, acaba se tornando uma família”, conta.

Vida mais leve

O torcedor Eusébio Carlos André mora em Resende, cidade no sul do estado a 170 quilômetros do Rio. Otimista, ele tinha se programado para estar na capital fluminense neste fim de semana e participar de uma então eventual comemoração.

Para ele, as alegrias no futebol ajudam a deixar a vida mais leve. “O Flamengo ganhando deixa o pai de família feliz, todo mundo feliz. O cara feliz no trabalho, feliz no amor, feliz com o filho”, diz.

Ele ressalta também o que considera ser o lado democrático do futebol, em todas as torcidas, independentemente de clube.

“Todas as torcidas conseguem reunir o pobre com o rico, o cara que ganha R$ 50 mil junto com o que ganha R$ 80 por dia. O futebol une tudo, todas as raças e etnias”, declara.

Fenômeno de massa

As paixões e a coesão social causadas pelo futebol já foram tema de inúmeros estudos acadêmicos. Um deles é o do professor aposentado Mauricio Murad, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

 Eusébio Carlos André Vicente foi para a capital do estado com antecedência, já pensando na festa da vitória. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

No artigo Futebol no Brasil: reflexões sociológicas, o também doutor em sociologia do esporte pela Universidade do Porto, de Portugal, afirma que o futebol é um dos maiores eventos da cultura da massa no Brasil.

“Mobiliza paixões coletivas, expressa os fundamentos antropológicos de nossa formação e representa o nosso sistema simbólico, como poucos acontecimentos da estrutura social”, escreve.

Murad considera que “a materialidade maior do futebol, não se restringe ao esporte profissional”. Para ele, o valor simbólico do futebol transborda para toda a vida social.

“O futebol é o mais significativo fenômeno da cultura das multidões no Brasil, estimulando corações e mentes, em regiões diversas, em classes sociais distintas, em diferentes faixas etárias, níveis de escolaridade e relações de gênero”.

O professor ressalta que esse efeito supera até o carnaval, por se espalhar por todo o país e se manifestar o ano interior. “Costuma se dizer que o reinado do Rei Momo dura quatro dias e que o reinado do Rei Pelé dura o ano todo”.

Paixão como herança

O casal Maurício Braz e Flávia Torres saiu de Magé, município da região metropolitana, para acompanhar a comemoração. Eles levaram para festa um dos rubro-negros mais novos por lá: João Vicente, de apenas 9 meses.

Com o bebê do colo, o pai explicou com orgulho como a tradição de torcer para o clube passa de geração em geração. “É algo que passa de pai para filho. Igual aqui, essa camisa eu guardo desde novembro de 1995”, diz ele enquanto aponta para a blusa vermelha e preta no corpo do bebê flamenguista.

“Estou passando para ele aqui hoje com o tetra da Libertadores”, completa.

Hélio Marcos Ferreira Chaves espera comemorar mais um título do Flamengo na próxima quarta (3), dessa vez acompanhado do filho. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A geração pode até passar de família em família, mas para Hélio Marcos Ferreira Chaves, a festa deste domingo foi um pouco mais desacompanhada do que as de 2019 e 2022, quando o Flamengo também foi campeão.

“Em 2019 e em 2022, eu estava com os meus filhos. Agora estou sem eles”, brinca, ao justificar que um deles estava trabalhando e não pôde comparecer.

“Mas quarta-feira ele estará comigo”, prometeu para quarta-feira (3), quando o time enfrenta o Ceará pelo Campeonato Brasileiro. O jogo pode dar ao clube mais um título de campeão.

O célebre sambista João Nogueira já dizia: “quando o Mengo perde eu não quero almoçar, eu não quero jantar”. Mas neste fim de semana, a Nação vai almoçar, jantar e dormir feliz.

Brasileiros ficam fora do pódio na Copa do Mundo de skate street

Por MRNews

Os dois brasileiros que chegaram à final da etapa de Kitakyushu, no Japão, da Copa do Mundo de skate street ficaram longe do pódio. Os paulistas Giovanni Vianna e Wallace Gabriel terminaram em quinto e oitavo lugares, respectivamente, a competição deste domingo (30), que foi dominada pelos atletas da casa.

A decisão reuniu os oito melhores atletas da semifinal, realizada no sábado (29). Primeiro, os skatistas foram avaliados em três voltas pela pista. Depois, por três manobras. A pontuação final foi a somatória das notas das melhores volta e manobra. O evento vale pontos para o ranking da World Skate, que define os classificados à Olimpíada de Los Angeles (Estados Unidos) em 2028.

Giovanni obteve 163.40 pontos, graças aos 75.25 da volta mais bem avaliada e 88.15 da melhor manobra. Wallace, por sua vez, contabilizou somente os 67.05 de uma das voltas, já que não pontuou nas manobras individuais.

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O pódio foi 100% japonês. Os dois primeiros lugares repetiram a classificação da semifinal, com Sora Shirai (170.27) na liderança e Kairi Netsuke (169.78) em segundo. O compatriota Yukito Aoki (165.91) completou o pódio.

A final feminina também foi dominada pelo Japão. A primeira colocação ficou com Ibuku Matsumoto (160.51), seguida por Yumeka Oda, apenas 22 décimos atrás da rival. A australiana Chloe Covell (155.60) foi a terceira. As paulistas Pâmela Rosa e Isabelly Ávila, representantes paulistas no evento, foram eliminadas nas quartas de final.

A maranhense Rayssa Leal não disputou o torneio em Kitakyushu. A medalhista olímpica de prata nos Jogos de Tóquio, no Japão, e Paris, na França, priorizou a conclusão do Ensino Médio nesta reta final do ano.

Rayssa, porém, estará na disputa do Super Crown (Super Coroa, na tradução livre), que é a etapa final do Street League Skateboarding (SLS), considerado o principal circuito da modalidade.

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A competição será nos dias 6 e 7 de dezembro, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A capital paulista receberá o evento pelo quarto ano seguido.

Estação Cabo Branco conta com diversidade e beleza nas exposições em cartaz no mês de dezembro

Moradores e turistas que visitam João Pessoa contam com uma programação cultural diversificada na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, aberta ao público de terça a domingo, gratuitamente. O local, gerido pela Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), contará, no mês de dezembro, com um total de 17 exposições em cartaz, permanentes e temporárias, que abrangem questões existenciais e sociais e celebram a natureza e tradições regionais.

A Estação Cabo Branco também conta com uma programação nas sextas-feiras, às 16h, com aulas gratuitas de dança circular e yoga, que se alternam semanalmente. As aulas são feitas ao ar livre e trazem benefícios como melhorias na consciência corporal, liberação de tensões musculares, desenvolvimento da coordenação motora, equilíbrio e promoção do bem-estar físico e mental, além de promover a integração social entre os participantes.

Nas duas aulas a recomendação é usar roupas leves e confortáveis que permitam fazer os movimentos livremente, além de levar uma canga, esteira ou tapete de yoga, que pode servir como apoio no chão ou para descansar. Os participantes devem levar também uma garrafa com água para se hidratar durante a aula.

Para participar é só chegar um pouco antes da aula e falar com umas das professoras, Lilian Furbetta, professora de dança e Tâmisa Tiveroli, instrutora de Kundalini Yoga.

Exposições temporárias:

Respirando underwater: kont from the inside – Coletivo masson. Parte da Temporada França-Brasil 2025, uma exposição multidisciplinar, inspirada na arquitetura vernacular e na cultura das regiões do Atlântico Negro.

Existências (in)visíveis – Residência Artística (R)existo, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Trabalho interdisciplinar que reúne trabalhos de 10 artistas, sobre a existência não-binária.

Pedra Poema – A exposição reúne trabalhos de três artistas, Jacira Garcia, Gonzaga Costa e Yuri Gonzaga, que une cerâmica, pintura e música, um recorte da história da Pedra do Ingá, com curadoria do artista plástico Ilson Moraes. O título da exposição é inspirado nas poesias de Juca Pontes, autor do livro ‘Itacoatiara’, obra que serviu como referência e inspiração para todo o processo criativo.

Brincadeiras de Criança – Exposição de Analice Uchôa, em Naif, junto a brinquedos que fizeram parte da infância da artista.

Cosmogênese – Priscila Saulus traz a exposição ‘Cosmogênese’, na qual a artista reinscreve o gesto inaugural da criação Iorubá com a linguagem do século XXI, entre ciência e mito, o carbono torna-se gramática, o preto origem, e a forma, respiração. A exposição apresenta séries que se desdobram como camadas de um mesmo sedimento poético.

Da Rua, Correntezas – O artista Guto Oca expõe obras que celebram as relações que ocupam os espaços públicos, seu modo de viver, trabalhar, festejar.

Cores Extremas – Na mostra, Petrônio Bendito aborda questões urgentes para a humanidade e cultura, de forma poética e moderna.

Atávica Chama – O artista plástico Sidney Azevedo traz uma imersão Sidneyana nos estados da não-consciência e da imensidão cósmica do inconsciente.

Exposições permanentes:

Acervo pessoal da Estação Cabo Branco formado por obras doadas por artistas que já protagonizaram exposições no local.

No Reinado do Sol – O trabalho é fruto da inspiração do artista Flávio Tavares, pintada há 17 anos e que conta a história da cidade de João Pessoa e de personalidades que fizeram parte da história da Capital.

Espaço Flávio Tavares – Obras do artista pessoense, considerado um renomado artista plástico da atualidade.

Mulher: Objeto de repouso – Abelardo da Hora expõe seis esculturas em bronze e concreto que exploram a essência da sensualidade feminina.

Mar de Grisi – Luciano Grisi expõe esculturas em madeira inspiradas em animais marinhos.

Sinergia – Peça de Sidney Azevedo em ferro, pintada em azul, premiada no Concurso de Arte Pública Jackson Ribeiro, em 2009.

Vida – Eulâmpio Neto. Escultura concebida em argila, representando a geração da vida, através da figura feminina.

Mural ‘Cavalo Marinho’ – Wilson Figueiredo e Percy Fragoso retratam a xilogravura de mesmo nome, feita por José Costa Leite, no estilo de capas de cordéis.

Guardiã da Cidade – Evanice Santos retrata a figura de uma guardiã, em escultura em gesso e fibra de vidro.

Varanda de rede – Chico Pereira desenha uma trama em alusão à renda de bilro, atendendo ao pedido do renomado arquiteto Oscar Niemeyer, que assina o projeto da Estação Cabo Branco.

Serviço:

Horário de funcionamento:

Terça a sexta-feira: 9h às 18h

Sábado e domingo: 10h às 18h

Segunda-feira: fechada

Localização: Avenida João Cirilo da Silva, S/N, no Altiplano Cabo Branco

Ingra Soares anuncia fim do casamento com Zé Vaqueiro após seis anos de união

Por MRNews

Mais uma separação em 2025: Ingra Soares anuncia fim do casamento com Zé Vaqueiro após seis anos de união

A manhã deste domingo, 30 de novembro de 2025, trouxe uma notícia que surpreendeu o público que acompanha a vida pessoal do cantor Zé Vaqueiro. Sua esposa, a influenciadora digital Ingra Soares, anunciou oficialmente o fim do casamento, colocando um ponto final em uma relação de seis anos marcada por amor, desafios e conquistas.

O comunicado foi feito por meio dos stories do Instagram da influenciadora, alcançando milhares de seguidores. Com uma mensagem direta e emotiva, Ingra revelou que a decisão foi tomada em comum acordo. “Decidimos seguir caminhos diferentes. Essa não é uma decisão fácil”, escreveu ela, destacando o respeito mútuo e o carinho que permanecerá entre ambos.


Um relacionamento marcado por momentos intensos

Zé Vaqueiro e Ingra Soares viveram uma trajetória conjunta acompanhada de perto pelos fãs. Durante os seis anos de união, o casal construiu uma família e esteve sempre no centro das atenções devido ao sucesso do cantor no cenário do piseiro e à forte presença digital de Ingra.

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Da união nasceu Daniel Martim, hoje com 5 anos. Ingra também é mãe de Nicolly, de 15 anos, fruto de um relacionamento anterior, mas que sempre teve uma relação próxima com Zé Vaqueiro, sendo considerada por ele como filha.


Tragédia recente marcou a família

O término acontece pouco tempo depois de um dos momentos mais dolorosos enfrentados pela família: a perda de Arthur, o filho caçula do casal. O bebê nasceu em julho de 2023 com Síndrome de Patau, uma condição genética rara e grave. Após 11 meses de luta pela vida, Arthur faleceu em julho de 2024, deixando uma profunda marca na vida dos pais e irmãos.

A dor da perda uniu ainda mais o casal na época, mas, segundo o comunicado recente, a relação tomou novos rumos com o passar do tempo.


Decisão pensada e respeitosa

Apesar do fim do casamento, Ingra deixou claro que não há desentendimentos. O tom sereno da publicação reforça que ambos buscaram o melhor para si e para os filhos. A influenciadora ressaltou a importância da história que compartilhou com o cantor e agradeceu pelos anos vividos ao lado dele.

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Zé Vaqueiro, por sua vez, ainda não fez pronunciamento público sobre o assunto, mas fãs aguardam que, quando achar apropriado, ele também se manifeste.


Repercussão nas redes sociais

A notícia repercutiu rapidamente, com fãs enviando mensagens de apoio para Ingra e Zé. Muitos lembraram a trajetória do casal, marcada por muito companheirismo e força em momentos difíceis.

Outros internautas destacaram o quanto separações públicas podem ser difíceis, principalmente quando envolvem crianças e lembranças delicadas.


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Descanse em paz: médico Cauê Brunelli Dezotti, de 38 anos, morre e cidade lamenta profundamente

A comunidade médica e a população local amanheceram de luto com a notícia da morte do médico Cauê Brunelli Dezotti, de apenas 38 anos. A informação foi confirmada neste sábado (29), emocionando amigos, colegas de profissão, pacientes e toda a região, que reconhecia no profissional um exemplo de dedicação, empatia e cuidado.

Segundo as informações divulgadas, Cauê deixa um legado marcante na medicina, especialmente por sua atuação humana e atenciosa. Ele era conhecido por seu compromisso com cada paciente, pela postura acolhedora e pela forma sempre gentil com que conduzia seu trabalho. Sua partida precoce gerou comoção, principalmente entre aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com ele e testemunhar de perto sua paixão pela profissão.

Comoção e homenagens

Nas redes sociais, mensagens de despedida e homenagens ao médico se multiplicaram rapidamente. Amigos destacam que Cauê era uma pessoa alegre, generosa e extremamente dedicada ao bem-estar dos outros. Colegas de trabalho ressaltaram a competência técnica do profissional e sua habilidade em lidar com situações delicadas com serenidade e ética.

Pacientes também deixaram depoimentos emocionados, lembrando de atendimentos feitos com carinho e atenção. Muitos afirmam que Cauê mudou vidas ao longo de sua carreira e que sua partida deixa um vazio profundo na área da saúde local.

Família e legado

A família de Cauê Brunelli Dezotti agradeceu as mensagens de apoio e as demonstrações de carinho recebidas desde o anúncio da morte. Em nota, familiares pediram respeito ao momento de dor e ressaltaram que Cauê sempre será lembrado como alguém que dedicou sua vida a cuidar das pessoas.

A morte do médico representa uma grande perda para a cidade e para toda a comunidade médica. Seu legado vai além da prática profissional, deixando também um exemplo de humanidade e sensibilidade.

Despedida

A despedida do médico deve reunir familiares, amigos e colegas que desejam prestar as últimas homenagens. A cidade segue abalada pelo ocorrido, e muitas instituições e profissionais de saúde devem realizar tributos ao longo dos próximos dias.

Cauê Brunelli Dezotti parte cedo demais, mas deixa lembranças que permanecerão vivas na memória de todos que foram tocados por sua generosidade e dedicação.

Sua trajetória será lembrada com respeito, carinho e gratidão.


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Marido de Ivete Sangalo comenta beijo da cantora com Daniela Mercury e surpreende seguidores

O gesto de carinho entre Ivete Sangalo e Daniela Mercury, durante a celebração dos 40 anos de carreira da artista baiana, se tornou um dos momentos mais comentados do evento — e também das redes sociais. Em cima do palco da Micareta Rio, as cantoras dividiram vocais, cumplicidade e um beijo que rapidamente repercutiu entre fãs e curiosos. Diante da grande movimentação, Daniel Cady, marido de Ivete, resolveu abrir o jogo.

Daniel Cady responde seguidor e revela visão sobre o beijo

No domingo (5), Daniel abriu uma caixinha de perguntas no Instagram e não fugiu da questão que muitos queriam fazer: o que ele achou do beijo entre Ivete e Daniela? Sem rodeios, o nutricionista afirmou que o momento teve um significado especial.

“Aquele beijo teve um valor simbólico”, respondeu ele, destacando que a cena representou carinho, admiração e afeto por tudo o que Daniela Mercury simboliza para a música e para a cultura brasileira.

Daniel ainda aproveitou para enviar uma mensagem sobre empatia e paz. De forma descontraída, comentou que, se as pessoas se beijassem mais, o mundo não estaria vivendo tantos conflitos. A resposta viralizou de imediato, reforçando a boa relação dos dois e o clima leve que costuma marcar o casal.

O beijo no palco: espontâneo e cheio de energia

O episódio aconteceu após Ivete e Daniela interpretarem juntas a música Rede. Tomada pela energia do show, Ivete brincou que nunca tinha beijado Daniela antes porque a esposa da cantora não permitia. “Agora posso dizer que já peguei”, disse ela, arrancando risos e aplausos do público.

O gesto coroou um encontro cheio de cumplicidade entre as duas artistas, que se conhecem há décadas e dividem admiração mútua.

Daniela Mercury fala sobre sua relação com Ivete

Depois do show, Daniela Mercury também comentou o momento de afeto em entrevistas. A cantora afirmou que considera Ivete como parte da família. “Você é da minha família! Marcelinho nasceu no dia do aniversário da minha mãe”, disse ela, reforçando o carinho e a conexão entre elas.

Daniela fez questão de frisar o quanto respeita, admira e deseja o melhor para Ivete: “E acho você f***!”, completou, em tom divertido e afetuoso.

 

Agência Minas Gerais | Hospital Municipal de Governador Valadares inaugura Banco de Leite Humano

Entrou em funcionamento, no Hospital Municipal de Governador Valadares, o Banco de Leite Humano (BLH) Miguel Silva Reis, que recebeu o apoio do BLH da Maternidade Odete Valadares (MOV), da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).

A nova estrutura amplia a assistência materno-infantil e oferece suporte essencial aos recém-nascidos mais vulneráveis da cidade e dos municípios vizinhos, além de beneficiar diretamente as crianças internadas nos 35 leitos da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), na Unidade de Cuidados Intermediários Convencional (Ucinco) e na Unidade de Cuidados Intermediários Canguru (Ucinca) do hospital. 

A nutricionista e coordenadora do BLH Miguel Silva Reis, Eloisa Helena Medeiros Cunha, explica que o leite humano é considerado o alimento mais completo para recém-nascidos e, no caso de prematuros ou bebês de baixo peso, atua como um verdadeiro medicamento. “Além de reduzir a mortalidade infantil, diminui o risco de infecções graves, como a enterocolite necrosante, contribui para o ganho de peso adequado e favorece o desenvolvimento neurológico”.

“Ver o leite materno, o ouro líquido, sendo coletado de uma mãe doadora e alimentando um bebê prematuro, que luta pela vida, é uma emoção indescritível”, acrescenta. 

Para a coordenadora do BLH da MOV, Karine Antunes, a implementação de um Banco de Leite no interior é um gesto de cuidado, equidade e responsabilidade social. “Significa levar assistência de qualidade para mais perto das mães, ampliar o acesso ao aleitamento e reforçar uma rede de solidariedade que transforma realidades”.

Foram 16 meses trabalho para a implantação desse Banco de Leite, em um processo que envolveu adequações físicas, conforme as normas sanitárias, e uma extensa licitação para a aquisição de equipamentos e insumos específicos. Além da coleta e do processamento, o BLH funcionará como Centro de Apoio à Amamentação, oferecendo orientação gratuita para mães que enfrentam dificuldades no aleitamento.

“Seguimos trabalhando para promover saúde, acolhimento e oportunidades de um começo de vida mais saudável para todos. Que este seja apenas o primeiro de muitos novos capítulos na expansão e valorização dos bancos de leite em Minas Gerais”, destaca Karine Antunes. 

Homenagem 

O nome Miguel Silva Reis homenageia um bebê que permaneceu internado por quase um ano no hospital. Sua mãe visitava diariamente a unidade, fornecendo leite materno e inspirando profissionais e famílias com sua dedicação à amamentação.

Campo Grande vence no masculino e feminino e faz história na Copa Assomasul – CGNotícias

Campo Grande fez história na Copa Assomasul 2025. A Capital venceu nas duas categorias principais da competição: o time feminino goleou Caarapó por 4 a 0 no sábado (29) e, neste domingo (30), a equipe masculina venceu Nova Andradina por 2 a 0 e garantiu o título da Série A.

O jogo decisivo foi realizado em Nova Andradina, cidade-sede da grande final. A equipe campo-grandense dominou a partida e mostrou força ao bater o time da casa. Com o resultado, Campo Grande conquista seu segundo título na história da Copa Assomasul – o primeiro havia sido em 2017.

Segundo o coordenador da equipe masculina, João Bezerra, o desempenho foi resultado de um elenco equilibrado e competitivo. “Ontem vencemos a semifinal contra Tacuru por 5 a 0 e hoje superamos Nova Andradina. Foi uma conquista histórica”, afirmou.

Ele também destacou o desempenho do time feminino, que conquistou a 1ª edição da Copa Feminina com uma goleada. “Foi um fim de semana de conquistas para Campo Grande. As mulheres deram show em campo e representaram muito bem a cidade”, completou.

O título reforça o compromisso da Prefeitura Municipal de Campo Grande com o incentivo ao esporte e a valorização dos servidores. Os resultados são fruto de investimento, planejamento e apoio contínuo ao esporte local.

A equipe masculina de Campo Grande recebeu R$ 20 mil pela conquista da Série A, além de uma van 0 km destinada ao uso em projetos esportivos do município.

A Copa Assomasul 2025 reuniu mais de 1.800 participantes e ampliou seu formato com as Séries A e B, além da estreia da Copa Feminina. A competição é promovida pela Assomasul com apoio do Governo do Estado e da Fundesporte, fortalecendo o municipalismo esportivo e a integração entre os municípios.

#ParaTodosVerem As imagens mostram o campeonato.

Flamengo garante vagas na Copa Intercontinental e no Mundial de 2029

Além de alçar o Flamengo ao posto de clube brasileiro com mais títulos de Libertadores, o tetracampeonato da mais importante competição sul-americana, conquistado sábado (29), garantiu o Rubro-Negro em outros dois torneios: a Copa Intercontinental deste ano e o Mundial de Clubes de 2029, ambos organizados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).

A Copa Intercontinental ocupa, no calendário, o período que destinado ao Mundial no formato antigo, que reunia sete clubes (seis campeões continentais e um representante do país-sede), no qual as equipes da América do Sul e da Europa entravam diretamente na semifinal. Desde o ano passado, são apenas seis times, um por confederação.

A edição deste ano teve início em setembro, com o embate entre os ganhadores das Ligas dos Campeões da África (Pyramids, do Egito) e da Oceania (Auckland City, da Nova Zelândia). Os egípcios venceram (3 a 0) e se credenciaram à disputa da Copa África-Ásia-Oceania, contra o representante asiático (Al Ahli, da Arábia Saudita).

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A equipe africana levou novamente a melhor (3 a 1), ergueu o troféu e se garantiu na chamada Copa Challenger, em que terá pela frente o vencedor do duelo entre Flamengo e Cruz Azul, do México, que disputam o Dérbi das Américas em Doha, também valendo taça.

O confronto será no dia 10 de dezembro, às 14h (horário de Brasília). Vale lembrar, porém, que a última rodada do Campeonato Brasileiro está marcada para 7 de dezembro, três dias antes do jogo no Catar.

Quem passar, enfrenta o Pyramids no dia 13 de dezembro, no mesmo local e horário. O ganhador dessa Copa Challenger, por fim, faz a final da Copa Intercontinental com o Paris Saint-Germain, da França, vencedor da última Liga dos Campeões da Europa.

A decisão também será em Doha, no dia 17 de dezembro.

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Em 2024, o Botafogo foi o representante brasileiro e sul-americano na Intercontinental. O Glorioso foi superado pelo Pachuca, do México, por 3 a 0, pelo Dérbi das Américas. O título ficou com o Real Madrid, da Espanha, que bateu os mexicanos por 3 a 0.

O Mundial de Clubes de 2029, por sua vez, ainda não tem sede definida. A América do Sul tem direito a seis vagas, sendo quatro para os campeões da Libertadores do quadriênio 2025-2028, o que significa que o Flamengo já está garantido.

O Rubro-Negro esteve na edição deste ano, nos Estados Unidos, e chegou às oitavas de final, sendo eliminado pelo Bayern de Munique, da Alemanha. Também estão com vaga assegurada: Al-Ahli, Cruz Azul, Pyramids e PSG.

Escolas de SP usam quadrinhos, conversas para ensino da história afro

Por MRNews

Redes de ensino de todo o país adaptaram os currículos e processos formativos para cumprir a  legislação brasileira desde o ano de 2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas da educação infantil ao ensino médio, mas questões religiosas e a falta de diálogo ainda representam um entrave, mesmo com mais de 20 anos

Em pleno mês da Consciência Negra, por exemplo, uma escola da rede pública paulista presenciou a entrada de policiais armados após um pai ter chamado os agentes pelo fato de a filha ter feito um desenho de orixá em uma atividade escolar. O caso foi criticado pelos pais, comunidade escolar e políticos.

Para atender à legislação, as escolas na capital paulista são abastecidas om obras com temática étnico-racial. Segundo a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, foram adquiridos 700 mil exemplares em 2022, entre obras infantis, juvenis e adultas.

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As unidades também passam por processos formativos e contam com documentos de referência, como o documento “Orientações Pedagógicas: Povos Afro-brasileiros”, que traz diretrizes para subsidiar práticas de valorização das histórias e culturas afro-brasileiras, indígenas e migrantes. 

“As ações são acompanhadas pelo Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais (NEER), responsável por apoiar as unidades educacionais na implementação de práticas antirracistas e na integração desse acervo ao Currículo da Cidade”, informou a secretaria à Agência Brasil, em nota.

No âmbito estadual, as orientações ao corpo docente ocorrem pelo Programa Multiplica Educação Antirracista, conduzido pela Coordenadoria de Educação Inclusiva (COEIN) e da EFAPE (Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação). Desde 2024, 6,8 mil professores passam pela formação sobre cultura e religiosidade africanas. 

“Essa implementação assegura que os conteúdos sejam incorporados à rotina escolar como parte essencial da formação histórica e cultural dos estudantes”, explicou a Seduc-SP. 

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“Eu não trabalho religião, eu ensino cultura”

Há mais de duas décadas, a professora Núbia Esteves leciona geografia para estudantes dos ensinos fundamental e médio. Premiada por sua atuação na preservação da memória escolar e do bairro onde se localiza a EMEF Solano Trindade, no Jardim Boa Vista, periferia da zona oeste de São Paulo, ela aplica o ensino da cultura afrodescendente em sua disciplina e em projetos interdisciplinares.

“Eu não trabalho religião. Eu trabalho os orixás fora da questão religiosa, considerando a questão cultural. Abordo os arquétipos culturais, a mitologia, com uma mitologia comparada”, explica.

Nas aulas da docente, os alunos aprendem como os orixás expressam características humanas e comparados a símbolos de outras crenças, como a proximidade entre Iansã e a deusa grega Atena, entre Oxum e Afrodite, entre Xangô e Zeus.

“Acabo fazendo um debate, porque povos tão diferentes criam mitos tão parecidos. E incluo o tema na concepção que estes povos têm sobre, por exemplo, a importância da preservação do meio ambiente e da importância que ele tem para a humanidade. Mostro como orixás que protegem o mar (Iemanjá), as matas (Oxóssi) e outros elementos da natureza”. 

Outra estratégia da docente é o uso de quadrinhos ou registros audiovisuais. “Dá para trabalhar com literatura, ler trechos de Pierre Verger ou Reginaldo Prandi, por exemplo, e aí criar quadrinhos e cordéis. Uma vez um aluno criou um quadrinho que era um orixá, conversando com um deus grego. É dessa maneira que eu começo a trabalhar, uso os quadros do Caribé, de mestre Didi e aí eu vou trazendo isso, sem trabalhar necessariamente a relação deles com as religiões”, conta a professora.

Rodas de conversa também fazem parte do currículo, momento de reflexão dos alunos sobre ética, convivência e valores individuais.

No entanto, a professora Núbia Esteves relata que já foi questionada por estudantes, por estaria tratando de religião em sala. 

“Falo para eles que não é essa questão, que o trabalho com os orixás é uma forma cultural e não religiosa. Apresento eles como parte da história, da arte, da literatura, da formação do Brasil, e que é uma herança que veio do continente africano, junto com as pessoas. Do mesmo jeito que a escola estuda a mitologia grega, as lendas indígenas, os santos em festas populares, também a gente pode trabalhar com os símbolos africanos, e que isso (essa resistência) foi construído nas pessoas na questão racial, dentro do racismo, que foi um projeto para que a gente demonizasse tudo que é africano, o que a gente não pode fazer”, pondera.

A cultura de origem religiosa é central para construção de uma educação antirracista, destaca.

“Eu posso trabalhar São João nas festas juninas, dentro de uma cultura popular, Santo Antônio também, nas obras barroco, isso não significa que eu estou falando de religião. Posso falar de todos esses símbolos e não necessariamente falar de religião, e que é importante a gente conhecer, porque a gente vai conhecendo a cultura de um outro povo, a gente vai descolonizando e vai desmistificando e vai sendo menos racista”, conclui a docente. 

Especial da Rádio Nacional revisita carreira de Carlinhos Brown

Por MRNews

A Rádio Nacional apresenta, neste domingo (30), às 22h, um especial sobre o cantor Carlinhos Brown. A produção resgata clássicos do artista baiano, que tem influenciado a Música Popular Brasileira. 

Multiartista, Carlinhos Brown é reconhecido por promover, ao longo de sua trajetória, diversas revitalizações rítmicas, com destaque para conexões com raízes ancestrais africanas. Em sua carreira, participou diretamente da consolidação de gêneros musicais como o axé e o samba-reggae. 

Além disso, trabalhou com intérpretes brasileiros que são referências da música nacional, como Sérgio Mendes, Daniela Mercury, Margareth Menezes, Caetano Veloso, Djavan e Gal Costa. 

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Em 2002, ao lado de Marisa Monte e Arnaldo Antunes, formou o projeto Tribalistas, que alcançou sucesso de público e crítica com hits como Já Sei Namorar e Velha Infância

O repertório transmitido durante o Especial de Domingo da Rádio Nacional inclui composições de Carlinhos Brown gravadas por ele e por outros artistas: Margarida Perfumada (Carlinhos Brown/Cícero Menezes), Magalenha (Carlinhos Brown), Uma Brasileira (Carlinhos Brown/Hebert Viana), A Namorada (Carlinhos Brown), Os Peixinhos (Tribalistas/Carminho), Mãos Denhas (Carlinhos Brown), entre outras. 

Ficha técnica 
Roteiro: Cezar Faccioli 
Locução: Gláucia Araújo 
Técnica: Lucas Alexandre, Jorge Brum, Ruy Franklin 
Pesquisa: Acervo EBC 
Coordenação: Cynthia Cruz 

Sobre a Rádio Nacional  

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Especial Carlinhos Brown – domingo, dia 30/11, às 22h, na Rádio Nacional  

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Nota – Parque Arruda Câmara

Nota

Nota – Parque Arruda Câmara


30/11/2025 |
11:31 |
91

A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), informa que, na manhã deste domingo (30), um homem ainda não identificado invadiu deliberadamente o recinto da leoa no Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica). De maneira rápida e surpreendente, ele escalou uma parede de mais de 6 metros, as grades de segurança, acessou uma das árvores e invadiu o recinto.

Segundo a perícia da Polícia Civil, o homem agiu em possível ato de suicídio. Embora as equipes de segurança tenham tentado impedir a ação, o homem agiu de forma rápida no acesso ao recinto e veio a óbito em decorrência dos ferimentos provocados pelo animal.

Assim que a ocorrência foi constatada, o parque foi imediatamente fechado para os procedimentos de segurança e remoção do corpo. A Semam já iniciou a apuração das circunstâncias do fato e está colaborando com as autoridades competentes.

A Prefeitura se solidariza com a família da vítima e esclarece que, apesar de toda segurança existente, que atende às normas técnicas, o homem insistiu na invasão, culminando nesse episódio lamentável.