“HumanizAção” acolhe 28 pessoas em situação de rua neste sábado (1º) – Agência de Notícias



2 de novembro de 2025

10:21

Por: Secom

O programa “HumanizAção” realizou, ao longo deste sábado (1º), atendimento a 41 pessoas em situação de rua, em diferentes pontos da cidade. Desse total, 28 aceitaram receber acolhimento no Serviço de Obras Sociais (SOS). Na entidade, são disponibilizados pernoite, alimentação completa, roupas e toalhas, banho e cuidados de higiene.

O “HumanizAção” é realizado de forma integrada por profissionais da Secretaria de Segurança Urbana (Sesu), Secretaria da Cidadania (Secid), com sua Coordenadoria de Álcool e Outras Drogas junto à Divisão de Política para Pessoas em Situação de Rua, além da Secretaria da Saúde (SES). Também conta com o importante auxílio da Guarda Civil Municipal (GCM), Secretaria de Relações do Trabalho e Qualificação Profissional (Sert), Secretaria de Serviços Públicos e Obras (Serpo), Secretaria de Mobilidade (Semob) e Urbes – Trânsito e Transportes.

Os sorocabanos podem sempre colaborar com o programa, informando os locais da cidade onde haja pessoas em situação de rua necessitando de cuidados e acolhimento, assim como doando roupas, cobertores e alimentos. O contato pode ser feito pelo WhatsApp: (15) 99666-2636, 24h por dia, ou pelos telefones: (15) 3229-0777, do SOS; (15) 3212-6900, da Secretaria da Cidadania, e 153, da GCM.

Liderança jovem da COP quer justiça climática no centro da conferência

Por MRNews

Há quase seis meses, a ativista climática e comunicadora Marcele Oliveira, de 26 anos, é a Campeã de Juventude da COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Ao longo desse período, ela atua como embaixadora nas discussões e decisões globais sobre o clima, fazendo a conexão entre as vozes da juventude e os ambientes de decisão.

Marcele participou de um processo seletivo para a escolha do Jovem Campeão Climático e foi selecionada entre 154 inscritos, a partir de critérios rigorosos que levaram em consideração a experiência no ativismo climático e a capacidade de articulação com jovens nos territórios.

Consciente da responsabilidade, ela seu uniu aos outros concorrentes do processo seletivo e formou um verdadeiro mutirão para seguir nesta jornada até o fim da presidência brasileira na COP30, em 2026.

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Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, Marcele Oliveira conta sobre como é ser a Campeã de Juventude da COP30, e quais são suas expectativas e desafios para a conferência, que começa em Belém (PA), no próximo dia 10 de novembro.

Agência Brasil: Como que você chegou ao ativismo climático e como foi a sua trajetória até essa escolha de lutar por causas socioambientais?

Marcele Oliveira: Eu me chamo Marcele Maria de Oliveira, sou filha e neta de mulheres que se chamam Maria. Eu sou de Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, e uma coisa que sempre chamou a minha atenção foi sobre como nas zonas mais ricas da cidade, que não eram periféricas, tinham muitas árvores e áreas de lazer, e, em Realengo, as praças eram muito abandonadas e, nas ruas, tinham poucas árvores. Só que eu não sabia que isso tinha nome, eu achava que era só a forma como a cidade era construída por acaso.

Daí, eu fui pesquisar e, ao me aproximar das histórias de Realengo, eu reconheci uma luta que eu sabia que existia, mas que não tinha chamado a minha atenção até então, que era a luta pelo Parque de Realengo Verde. Nessa luta, eu aprendi sobre o racismo ambiental, que, na verdade, existe uma escolha que é política, que é social, de lugares que vão ser mais arborizados e, por isso, vão ser, inclusive, mais frescos e com um convívio social de lazer gratuito super possível, e outros lugares que vão ser banhados de concreto, e em que o convívio social vai se dar em shoppings, vai se dar em espaços fechados. E a ideia de desenvolvimento vai ser querer construir o que? Mais prédios.

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Agência Brasil: É no movimento do Parque de Realengo Verde que tudo começa?

Marcele Oliveira: Certo. No movimento, a gente constrói a Agenda Realengo 2030, que desenvolve a relação da luta territorial, a partir dos objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, a gente faz a ocupação Parquinho Verde e começa a denunciar a não implementação do Parque Realengo Verde, como um caso de racismo ambiental, e a gente consegue costurar isso num sentido de qualidade de vida, de combate ao calor extremo, de combate às enchentes. Isso resultou em uma política pública de parques urbanos em várias periferias do Rio de Janeiro, e hoje já são quase oito parques.

Foi por isso que eu comecei a acompanhar essa pauta ambiental e climática, comecei a acompanhar as conferências globais por conta da participação das juventudes periféricas nesse debate.

Muitas dessas juventudes são desconectadas, como eu também era, do próprio bioma, do próprio território e muito sobrecarregadas, porque estuda, trabalha e não está olhando ao redor.

Nas conferências globais, onde se decidem esses acordos internacionais, a gente tem muita dificuldade de trazer isso para o território. Só que a resposta do território já existe. Ela é esse pedido por parques verdes, por hortos comunitários, por cozinhas solidárias, por tetos verdes, por pintar paredes de branco, por reflorestamento. Então, a gente não está, na verdade, criando nada. A gente está só pedindo que a adaptação climática aconteça para as periferias.

 

Chegada de chuvas faz Defesa Civil enviar alerta extremo na cidade pela primeira vez. Motoristas dirigem sob chuva no Rio de Janeiro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Agência Brasil: Como você ficou sabendo do processo seletivo? E quando se inscreveu já esperava ser escolhida?

Marcele Oliveira: Eu sou a segunda pessoa no mundo a ocupar esse papel. Então, eu conheci esse cargo na COP20, no Azerbaijão, quando ele estava sendo ocupado pela Leyla Hasanova, que foi a primeira pessoa no mundo a ocupar essa posição. Eu achei muito interessante essa responsabilidade de organizar a juventude, mas a gente não sabia como esse processo seria no Brasil.

E, quando o Brasil anuncia um processo seletivo, na verdade, em vez de nos inscrevermos individualmente, a gente se organiza enquanto movimento de juventude. A gente conseguiu se organizar e entender que era importante que fosse uma pessoa de periferia, que fosse uma pessoa negra ou indígena, e, a partir desse contexto, a gente foi também construindo a ideia de que, independentemente de quem fosse, seria importante que houvesse um time de pessoas jovens com essa pessoa.

Na verdade, eu fui a pessoa que foi nomeada, mas muitas das pessoas que participaram dessa seleção trabalham no nosso mandato ou estão na nossa rede de mandato. Então, a ONU estabeleceu de uma forma, e a gente já fez de outra, porque a gente está no Brasil, a gente acredita em participação social.

Para mim, é uma honra, uma responsabilidade, mas também é muita felicidade poder ter essa nomeação e ter um mandato com outras pessoas jovens ativistas do Brasil, de todos os biomas, para poder fazer esse mandato ser mais representativo.

Agência Brasil: Como está sendo essa experiência em quase seis meses ocupando essa atividade de embaixadora da juventude nesses ambientes de negociação? É muito desafiador posicionar as perspectivas dos jovens nesses debates?

Marcele Oliveira: Eu acho que uma coisa que a gente aprendeu nesses seis meses é que a forma como a juventude, ao redor do mundo, se organiza para incidir na negociação climática, muitas das vezes, não está dentro de um padrão de negociação sem a ação local.

E a gente chama de mutirão o reconhecimento dos tantos projetos das juventudes que existem e que protegem a natureza, o meio ambiente, os ecossistemas; mas que não têm credencial de levar ao [debate] internacional aquilo que é feito no território. Porém, o que é feito no território é o que de fato garante a adaptação climática que tanto se fala no internacional.

Agência Brasil: É a ideia do mutirão, trazida pela presidência da COP30?

Marcele Oliveira: Sim, a gente chama de mutirão essa coisa do fazer todo mundo junto e a importância do fazer agora, do implementar agora. Mas o mutirão é também o reconhecimento de que o fazer não tem só um jeito certo e não está só alocado dentro da negociação, dentro da Conferência do Clima.

Todo mundo precisa ser ativista climático, ativista ambiental, independentemente de onde mora, da classe social que ocupa, da cor que tem, porque a gente mora no mesmo planeta. Então, precisa de todo mundo.

Só que têm pessoas que estão mais vulneráveis às consequências dessa mudança do clima, como quem mora em lugares que vão encher, enquanto outras pessoas vão dormir com o barulho da chuva. Por isso, a luta é por justiça ambiental e climática.

Agência Brasil: Como você, pessoalmente, se sente nessa posição de conectar o território jovem com esse modelo global das COPs?

Marcele Oliveira: Eu me sinto nesse lugar de responsabilidade. Acho que eu recebi um caderno em branco, com algumas linhas, e eu gostaria de entregar um caderno bem preenchido, desenhado, colado e colorido, porque a gente não está falando só sobre a COP30 no Brasil, a gente está falando sobre uma posição de juventude num cargo importante, dentro de uma conferência que pode ser uma das conferências mais importantes da nossa geração. A gente quer que esse cargo seja sempre fortalecido não só nesse, como em outros espaços de incidência de juventude na institucionalidade. 

 

Movimentação durante a madrugada no mercado de açaí e peixes do Ver-o-Peso, em Belém, cidade que recebe a COP30 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Agência Brasil: Qual é a sua expectativa para a COP30 em Belém?

A minha expectativa para a COP30 é que o nosso time de diplomatas do Itamaraty, que são reconhecidos como bons negociadores, consiga puxar essa conferência para esse olhar de implementação, porque a gente já está há muito tempo negociando os acordos e os processos. Já deu tempo de todo mundo entender qual é a sua responsabilidade e a desproporcionalidade do impacto. Enquanto têm lugares que já estão se reconstruindo pela segunda, pela terceira vez, têm lugares que conseguiram se adaptar maravilhosamente bem, porque, historicamente, roubaram de outros lugares essa capacidade. Falar de justiça ambiental, justiça racial, falar da importância de olhar para a questão do colonialismo, escravidão, passa pela nossa história enquanto humanidade. 

Então, uma COP de sucesso para a gente é uma COP que faz seus importantes anúncios, que vai colocar dinheiro para o reflorestamento lá no Fundo de Florestas Tropicais para Sempre [TFFF na sigla em inglês], que vai triplicar o pedido do financiamento para adaptação, que vai chegar no US$1,3 trilhão para poder fazer a adaptação climática dos territórios, mas que também que leve em consideração que a adaptação se faz a partir da tecnologia que é ancestral que é dos territórios, que é onde a gente consegue ver as juventudes as mulheres, as crianças participando. 

A juventude ocupa um papel importante, por serem os próximos líderes que vão ter essa mudança de pensamento para implementar esse mutirão e proteger os ecossistemas.

Agência Brasil: O que a juventude espera para um futuro de longo prazo?

Marcele Oliveira: A gente realmente conversa muito sobre isso, sobre o que a gente gostaria que acontecesse no Brasil depois que a COP30 passar. Eu tenho lembrado que a gente viu o país sair do mapa da fome duas vezes e isso, há 50 anos, era uma coisa inimaginada, então, por que a gente não pode tirar o nosso país do mapa do risco climático? A questão é que o mapa do risco climático também é uma consequência da atuação de todos os países, ou seja, não dá para sair sozinho. Então, se o Brasil sair, ele precisa também levar a América Latina e o Sul Global junto. E isso só é possível também dialogando com o Norte Global, dialogando sobre essas Contribuições Nacionalmente Determinadas [NDCs], sobre as responsabilidades que são parecidas, mas que são diferentes.

Então, acho que quanto mais pessoas entendem isso, mais a gente também ganha força no que a gente está cobrando do nosso vereador, do nosso prefeito, do nosso secretário, do nosso governador, do nosso presidente, da gente mesmo e dos lugares onde a gente está. Nas nossas escolas, universidades, igrejas. A chamada global do mutirão é sobre como que a gente pode fazer a passagem da COP30 pelo Brasil ser também a maior movimentação por justiça climática da nossa geração? E que isso crie um impacto desde as eleições de 2026, aqui no Brasil, até a permanência de uma referenciação sobre justiça climática na história.

Samba na Gamboa celebra roda carioca Terreiro de Crioulo

Por MRNews

Os cantores PH Mocidade e Andréia Caffé, do Terreiro de Crioulo, uma das rodas de samba mais importantes do Rio de Janeiro, são os convidados do programa Samba na Gamboa deste domingo (2). Apresentada pela sambista Teresa Cristina, a atração inédita da emissora pública vai ao ar às 13h, na TV Brasil, e celebra os maiores sucessos da roda.

Fundado em 2012 no bairro de Realengo, o Terreiro de Crioulo é um projeto de samba de raiz carioca que se tornou símbolo de resistência cultural, identidade negra e ancestralidade por meio da música. Durante o programa, PH Mocidade e Andréia Caffé falam da história da roda e dos shows que o Terreiro faz pelo país.

Sob o comando de PH Mocidade, o Terreiro de Crioulo é composto por uma dezena de músicos. A tradicional roda de samba também conta com diversos cantores e cantoras, como a própria Andréia Caffé.

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Além do bate-papo com Teresa Cristina, os convidados entoam clássicos que animam a roda desde a sua criação. O repertório inclui Sorriso Negro (Adilson Barbado, Jair de Carvalho e Jorge Portela), Terreiro de Crioulo (Abel Luiz e Luciano Bom Cabelo), Quem Mandou Duvidar (Jorge Zagaia e Padeirinho), Chora Viola (Adilson Torquato e Valdomiro), O Invocado (Casquinha), Dora (Aniceto do Império), Santo Errado (Adalto Magalha, Almir Guineto e Roberto Caprí), Brinde ao Cansaço (Candeia), No Mesmo Manto (Beto Corrêa e Lúcio Curvello), Recado de Fé (André Renato e PH Mocidade), Minha Arte de Amar (Nei Lopes e Zé Luiz do Império) e Dor de Amor (Acyr Marques, Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho).

Atração original da TV Brasil, o Samba na Gamboa pode ser acompanhado no YouTube do canal e no app TV Brasil Play. Com janela alternativa na telinha aos sábados, às 23h, o programa ainda é transmitido na Rádio Nacional. O conteúdo entra no ar aos sábados, ao meio-dia, para toda a rede.

Sobre a produção

A nova temporada do Samba na Gamboa que marca a estreia de Teresa Cristina como apresentadora do programa da TV Brasil foi gravada no Teatro Ruth de Souza, no Parque Glória Maria, em Santa Teresa, na região central do Rio de Janeiro. O palco para conversas embaladas por hits é um cenário colorido que evoca uma praça na Gamboa – bairro histórico da zona portuária da capital carioca. A presença de plateia é outro destaque da atração.

Os encontros contam, ainda, com uma banda da pesada, comandada pelo lendário Paulão Sete Cordas, que acompanha Teresa Cristina e seus convidados pelo inesgotável repertório do samba brasileiro. A equipe reúne os músicos Eduardo Neves (sopros), João Callado (cavaco), Paulino Dias (percussão), Rodrigo Jesus (percussão) e Waltis Zacarias (percussão).

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Cantora e compositora de mão cheia, a diva também tem se revelado uma ótima entrevistadora. Teresa Cristina conduz os papos com muita graça, informação, e, principalmente, emoção. A pesquisa sobre a cultura popular é importante para a artista que, além do sucesso com o grupo Semente e na carreira solo, ganhou ainda mais atenção com as lives que fez nas redes sociais no período da pandemia.

Com novo cenário, pacote gráfico e a trilha sonora de abertura repaginados, o Samba na Gamboa tem janela semanal, aos domingos, às 13h, na programação da TV Brasil, e horário alternativo aos sábados, às 23h.

O público pode curtir os conteúdos exclusivos no app TV Brasil Play e no YouTube da emissora. As edições também ganham espaço nas ondas da Rádio Nacional aos sábados, ao meio-dia, para toda a rede.

Destaques da temporada

Durante a nova temporada do Samba na Gamboa, Teresa Cristina recebe nomes consagrados do gênero como Áurea Martins, Dorina, Dudu Nobre, Jorge Aragão, Moacyr Luz, Nei Lopes, Tia Surica, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Neguinho da Beija Flor, Nei Lopes, Nelson Rufino, Nilze Carvalho, Péricles e Sombrinha.

O programa da TV Brasil também vai ter a presença de célebres artistas de outras matizes da música como Adriana Calcanhotto, Fabiana Cozza, Hermínio Bello de Carvalho, Mônica Salmaso, Roberta Sá, Simone Mazzer e Zé Renato.

A produção musical valoriza compositores que escreveram sucessos, mas nem sempre têm o devido reconhecimento e espaço na mídia. Teresa Cristina recebe nomes como Alex Ribeiro, Alfredo Del-Penho, Claudio Jorge, Mariene de Castro, Moyseis Marques, Serginho Meriti, Toninho Geraes e Zé Roberto. Artistas como Luísa Dionísio, Marina Íris, Nego Álvaro e Mingo Silva são outros convidados da temporada.

O Samba na Gamboa ainda traz nessa sequência de atrações inéditas uma série de programas especiais que destacam a importância de personalidades consagradas da sonoridade tipicamente nacional. Os conteúdos temáticos reverenciam o trabalho de Arlindo Cruz, Chico Buarque e Paulinho da Viola.

O canal público também exibe edições temáticas que prestam tributo a ícones que já partiram como Aldir Blanc, Almir Guineto, Beth Carvalho, Candeia, Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Elizeth Cardoso, Elton Medeiros, Lupicínio Rodrigues, Monarco, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento, Reinaldo, Wilson Moreira e Zé Keti.

Com direção de Shirlene Paixão, a nova temporada do programa, que marca a volta das edições inéditas do Samba na Gamboa, tem roteiro e pesquisa do jornalista Leonardo Bruno, profundo conhecedor do gênero.

Histórico da produção

O Samba na Gamboa reúne grandes intérpretes das novas gerações e nomes consagrados do gênero e ícones da MPB para uma animada roda de samba. Com Diogo Nogueira, o programa contou com sete temporadas e foi gravado entre 2008 e 2018. Até hoje a atração faz parte da grade do canal público.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.

Serviço

Samba na Gamboa – domingo, dia 2/11, às 13h, na TV Brasil
Samba na Gamboa – sábado, dia 8/11, ao meio-dia, na Rádio Nacional
Samba na Gamboa – sábado, dia 8/11, às 23h, na TV Brasil

TV Brasil na internet e nas redes sociais

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  • Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966 

Saiba como sintonizar a Rádio Nacional

Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz 
Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz 
São Paulo: FM 87,1 MHz 
Recife: FM 87,1 MHz 
São Luís: FM 93,7 MHz 
Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC 
Alto Solimões: FM 96,1 MHz 
Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

Prefeitura abre inscrições para curso de gastronomia nesta segunda-feira

A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Agência de Inovação Tecnológica de João Pessoa (Inovatec-JP) e da Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secitec), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), abre, nesta segunda-feira (3), as inscrições para o Curso de Gastronomia.

As inscrições iniciam vão até 7 de novembro no turno da manhã de 8h às 12h de forma presencial no Restaurante Popular de Mangabeira e na Cozinha Comunitária do Bairro dos Novais. O cadastro também pode ser feito de forma online por meio do link https://espacosinovativos.inovatecjp.com/

O curso está integrado ao projeto Espaços Inovativos e tem como objetivo promover a qualificação profissional e incentivar a geração de renda, oferecendo formações práticas e teóricas na área da gastronomia.

Espaços Inovativos – Trata-se de um programa que busca promover capacitação, empreendedorismo e inovação para a população em situação de vulnerabilidade ou com menos acesso a oportunidades. Oferece cursos práticos gratuitos, emissão de certificados, além de consultoria contábil e jurídica, com foco em empreendedorismo e empregabilidade. Tem como objetivo fomentar a cultura da inovação e o desenvolvimento econômico local, por meio da criação de espaços físicos (ou ambientes de aprendizado) para esse fim.

As pessoas interessadas podem obter mais informações pelo número (83) 99141-7992 ou pelo Instagram @espacosinovativosjp.

Serviço

Curso de gastronomia

Locais de inscrição e realização dos cursos:

Culinária Regional

Local: Restaurante Popular de Mangabeira

Endereço: Rua Francisco P. de Souza, Mangabeira.

Culinária Saudável e Sustentável

Local: Cozinha Comunitária dos Novais

Endereço: Rua Santo Amaro, 430, Bairro dos Novais.

Mutirão Todos em Ação leva sorrisos e oportunidades para moradores do Vida Nova – CGNotícias

Por MRNews

Neste sábado (1º), o Mutirão Todos em Ação chegou ao bairro Vida Nova e, mais uma vez, transformou a escola Nerone Maiolino em um verdadeiro centro de cidadania e solidariedade. Desde as primeiras horas do dia, famílias inteiras aproveitaram os mais de 300 serviços gratuitos ofertados pela Prefeitura de Campo Grande e parceiros, em uma ação que tem levado atendimentos essenciais a todas as regiões da Capital.

Entre filas organizadas e sorrisos de satisfação, histórias de vida se cruzavam com a oportunidade de resolver pendências antigas, e, principalmente, com a sensação de ser visto e acolhido.

A dona de casa Cris Serrano participou pela primeira vez e contou que decidiu ir em busca do sonho da casa própria. “Vim fazer o cadastro da EMHA e aproveitar outros atendimentos. Meu marido também tirou a identidade. Essa iniciativa é muito boa porque economiza tempo e dinheiro, além de ser perto de casa. Moro aqui há quatro anos e estou gostando muito da cidade”, disse, enquanto segurava os papéis do novo cadastro.

Projeto ‘Pantanal Jam’ leva o som do coração selvagem do Brasil a Nova York – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

9º Prêmio Piraputanga de Turismo reconhece personalidades em evento realizado em Bonito – Prefeitura Municipal de Bonito

A poucos metros dali, a babá Elisângela Paes aproveitava o dia de folga para resolver tudo o que a rotina da semana não permite. “Trabalho o dia todo, então esse é o único momento que consigo cuidar dessas coisas. Já renovei meu CadÚnico, fui ao dentista e ao médico. É maravilhoso ter isso aqui no bairro, porque a gente não precisa se deslocar para cada lugar. Economiza tempo, dinheiro e cansaço”, contou, enquanto a filha de 7 anos observava curiosa o movimento das tendas coloridas.

Nem os pets ficaram de fora. A auxiliar administrativa Joelma Alves levou a cadela da raça Border Collie para vacinar e se informar sobre o processo de castração. “Minha irmã tem sete animais e me avisou que o mutirão ia acontecer. Cuidar de bicho é caro, e quando esses serviços vêm até o bairro ajuda demais. Às vezes a gente não tem tempo de ir atrás, e aqui a gente aprende, se organiza e ainda economiza. É um alívio pra quem ama os animais”, contou.

A movimentação também reuniu quem trabalha pela autonomia e fortalecimento das mulheres. Para Carla dos Santos, que faz parte da assessoria da Secretaria Municipal da Mulher (SEMU), o sentimento é de gratidão por poder contribuir. “É muito gratificante estar aqui, porque não adianta apenas dizer para as mulheres não aceitarem a violência, é preciso dar oportunidade e capacitação. Para isso, oferecemos cursos de empreendedorismo, informática, beleza, culinária, além de projetos que ajudam a reconstruir a autoestima e a independência financeira. Muitas já saem daqui encaminhadas para o emprego”, explicou.

Para quem mora há décadas na região, como Márcia Lopes, a ação representa praticidade e inclusão. “Vim com a família resolver atendimento na Defensoria Pública e também no oftalmo. Deu tudo certo, graças a Deus. É ótimo ter isso perto de casa, ainda mais no sábado. Além de economizar tempo, o mutirão traz movimento, cultura e alegria pro bairro”, destacou.

Funsat mantém horário de atendimento e oferece 1.286 vagas de emprego na segunda-feira – CGNotícias

fim de semana tem Rodeo Fest, festas de Halloween e eventos pelo interior de MS – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Entre as histórias que emocionaram quem participou, a da paranaense Ana Lina Bueno ganhou destaque. Ela mora de aluguel e aproveitou a ação para se cadastrar na EMHA. Surpreendida ao ganhar uma bicicleta no sorteio, contou que com a aquisição pretende mudar o estilo de vida para poder conhecer melhor a cidade.. “Fiquei muito feliz. Tenho problemas no coração, mas quero me cuidar para poder andar de bicicleta e conhecer mais a cidade. Campo Grande é linda, e lá no Paraná não existia nada assim. Gostei muito do Mutirão Todos em Ação, porque ele ajuda de verdade quem precisa”, contou, com o sorriso largo de quem vê novas possibilidades surgirem.

A prefeita Adriane Lopes acompanhou a ação e destacou a importância de ouvir e atender as demandas de cada região. “Estamos aqui para entender a realidade de cada comunidade e trazer soluções para cada região de Campo Grande. Fico feliz, ainda temos mais um Todos em Ação neste ano, mas esse trabalho já vem fazendo a diferença e trazendo resultados positivos para os campo-grandenses”, afirmou.

O mutirão reuniu mais de 40 secretarias e parceiros, com atendimentos que vão desde consultas médicas e odontológicas até emissão de documentos, orientações jurídicas, cursos profissionalizantes, vacinação animal, atividades culturais e serviços de estética.

Ao longo do dia, o que se viu foi um bairro vivo, unido e grato. Entre uma consulta, um corte de cabelo e um sorriso novo, o Todos em Ação mostrou mais uma vez que solidariedade e cidadania andam lado a lado e que pequenas oportunidades podem transformar grandes histórias.

Agência Minas Gerais | Governo promove maior edição dos Jogos do Interior de Minas Paradesporto

Os Jogos do Interior de Minas Paradesporto (JimiP) 2025, maior evento estadual voltado à inclusão de pessoas com deficiência por meio do esporte, terminam neste domingo (2/11), no Sesi Gravatás, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. As competições, que tiveram início na sexta-feira (31/10), reúnem 509 atletas de 28 municípios.

A edição 2025 dos JimiP será a maior já realizada no estado. Os jogos, organizados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), chegam à sua quarta edição já consolidado como referência na promoção do paradesporto. Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Alê Portela, o JimiP é um marco das políticas de inclusão e reconhecimento das capacidades das pessoas com deficiência.

“Os jogos mostram o compromisso do Governo de Minas em garantir oportunidades reais de desenvolvimento para todos. É um evento que une formação, visibilidade e reconhecimento, revelando talentos e reforçando que a inclusão também passa pela valorização das capacidades e do trabalho dessas pessoas”, afirma a secretária.

Para muitos atletas, os JimiP representam o principal evento do calendário esportivo e uma oportunidade única de reconhecimento e troca de experiências. Entre eles está Kleber Aparecido, do município de Pirajuba, no Triângulo Mineiro, que ressalta a importância da competição para o fortalecimento do paradesporto em Minas Gerais.

“É uma competição que fomenta o esporte dentro do nosso estado e dá a oportunidade para as pessoas com deficiência. É uma estrutura que eu vi em poucos lugares e que o Estado nos proporciona. Para nós, atletas, é muito bom estar vivenciando isso”, conta o atleta.

Inclusão e desenvolvimento

Coordenado pela Subsecretaria de Esportes (Subesp), em parceria com a Associação Mineira do Paradesporto (AMP), o evento é uma peça central na política de inclusão social do Governo de Minas. É o que reforça a diretora-presidente da AMP, Lina Vitarelli. “O JimiP é um programa fundamental para democratizar o acesso à prática esportiva, fomentar o paradeporto e a inclusão social. O investimento do Governo de Minas é o que torna toda a estrutura do evento possível para que mais de 500 atletas do estado possam desempenhar tudo que treinam ao longo do ano, mostrando todo o potencial que possuem”, avalia.

Para garantir que o foco dos participantes seja exclusivamente no desempenho e na integração, o governo estadual assegurou não apenas um local de excelência, o Sesi Gravatás, em Uberlândia, mas também oferece hospedagem e alimentação gratuitas para todas as delegações.

O complexo do Sesi Gravatás foi preparado para receber as modalidades em disputa (atletismo, natação, bocha paraolímpica e basquete em cadeira de rodas 3×3) com infraestrutura moderna e totalmente acessível.

Para o público que deseja acompanhar as disputas e celebrar as conquistas dos atletas paralímpicos, o evento terá transmissão ao vivo pela Rede Minas, da Empresa Mineira de Comunicação (EMC).

Jimi Paradesporto

Criado pelo Governo de Minas em 2022, os Jimi Paradesporto se consolidaram no cenário esportivo do estado. A primeira edição contou com 240 atletas, número que saltou para 398 em 2023. Em 2024 alcançou 519 atletas. Agora, atinge a marca de 509 participantes, evidenciando o sucesso da iniciativa. 

Além das competições, o JimiP 2025 promove atividades de capacitação e reuniões entre profissionais de referência, visando disseminar o conhecimento e incentivar a expansão do paradesporto por todo o território mineiro.

Roberto Kovalick é casado há 30 anos com ela

Por MRNews

Substituto de César Tralli no Jornal Hoje, Roberto Kovalick surpreende ao revelar com quem é casado há 30 anos

O jornalista Roberto Kovalick assumiu oficialmente o posto de apresentador titular do Jornal Hoje, da TV Globo, nesta sexta-feira (31), substituindo César Tralli. Além da mudança marcante na bancada de um dos telejornais mais assistidos do país, o comunicador chamou atenção do público ao abrir um pouco da sua vida pessoal, algo que costuma manter longe dos holofotes.

Casado há cerca de 30 anos com a também jornalista Karina Kovalick, que já atuou como correspondente do jornal O Globo no Japão, Kovalick contou em entrevista ao jornal carioca que o segredo para um relacionamento duradouro está na leveza e na paciência.

“Viver um dia de cada vez, tentando ser o melhor possível. Ano que vem serão 30 anos de casados. A gente tem que viver o presente, o momento, curtir a felicidade. A gente é feliz e sabe disso. Esse é o segredo”, afirmou o novo âncora do Jornal Hoje.

Mãe de modelo que morreu durante ensaio no Ceará emociona com desabafo

Lula inaugura ampliação do Aeroporto Internacional de Belém

Pai dedicado e discreto

Além de um marido presente, Roberto é pai de Kiara, sua única filha. O jornalista contou que procura manter a discrição quando o assunto é a família, principalmente por questões de segurança, mas que a filha adora compartilhar momentos em suas redes sociais.

“Procuro ser muito discreto principalmente em relação à minha filha, a gente vive num país com certa insegurança. Mas ela adora postar na internet, ver fotos nossas, e curte muito a nossa família”, revelou.

Uma nova fase na carreira

Com mais de três décadas de experiência no jornalismo da Globo, Roberto Kovalick coleciona coberturas internacionais e participações em importantes telejornais da emissora, como o Bom Dia Brasil e o Jornal Nacional. Agora, ele inicia uma nova etapa ao ocupar o lugar deixado por Tralli no Jornal Hoje, prometendo manter a proximidade com o público.

“O telespectador faz parte da nossa família. A gente toma café da manhã com ele todos os dias”, afirmou Kovalick, reforçando que quer levar mais leveza e conexão para a nova fase do noticiário vespertino.

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A chegada de Kovalick ao comando do JH representa não apenas uma mudança de rosto, mas também o início de um novo ciclo dentro do jornalismo da Globo — que segue apostando em nomes experientes e de confiança do público para manter sua tradição de credibilidade e empatia com o telespectador.

Tags: Roberto Kovalick, Jornal Hoje, César Tralli, TV Globo, Karina Kovalick, celebridades

Substituto de César Tralli no Jornal Hoje, Roberto Kovalick surpreende ao revelar com quem é casado há 30 anos

O jornalista Roberto Kovalick estreou nesta sexta-feira (31) como novo apresentador titular do Jornal Hoje, na Globo, ocupando o posto deixado por César Tralli. Conhecido por sua carreira sólida e discrição na vida pessoal, Kovalick acabou chamando atenção do público ao falar sobre seu casamento — e muita gente ficou surpresa ao descobrir com quem ele é casado há três décadas.

Casado há cerca de 30 anos com a jornalista Karina Kovalick, que já atuou como correspondente do jornal O Globo no Japão, o novo âncora do JH destacou em entrevista à coluna Play, do O Globo, o segredo para manter uma união tão duradoura. “Viver um dia de cada vez, como tudo na vida, tentando ser o melhor possível. Ano que vem serão 30 anos de casados. A gente tem que viver o presente, o momento, curtir a felicidade. A gente é feliz e sabe disso. Esse é o segredo”, declarou o apresentador.

Um casamento discreto e duradouro

Apesar da rotina intensa no jornalismo, Kovalick sempre fez questão de preservar sua vida íntima. Ele e Karina formam um casal discreto, mas cheio de cumplicidade. “Procuro ser muito reservado, principalmente em relação à minha filha, por questão de segurança. Mas ela adora aparecer na internet, ver nossas fotos juntos e celebrar os momentos em família”, contou o jornalista.

Pai de Kiara, sua única filha, Kovalick afirmou que tenta equilibrar a visibilidade do trabalho com o desejo de manter um ambiente familiar tranquilo. “A gente vive num país com certa insegurança, então preservamos nossa intimidade. Mas somos muito unidos e felizes.”

Conexão com o público e nova fase na Globo

Em sua estreia à frente do Jornal Hoje, Roberto Kovalick também comentou sobre o carinho que sente pelo público e a importância da proximidade com quem o assiste. “O telespectador faz parte da nossa família. A gente toma café da manhã com ele todos os dias”, disse o jornalista, que promete trazer ainda mais empatia e credibilidade ao noticiário da tarde da Globo.

Com mais de três décadas de experiência, Kovalick tem um currículo extenso dentro da emissora. Ele já participou de grandes coberturas internacionais, atuou como correspondente em várias partes do mundo e foi destaque em telejornais como o Bom Dia Brasil e o SP1.

Agora, o apresentador encara um dos maiores desafios de sua carreira: comandar o Jornal Hoje, um dos telejornais mais tradicionais e queridos do público brasileiro, levando sua marca de seriedade e sensibilidade para a nova fase do noticiário.

Tags: Roberto Kovalick, César Tralli, Jornal Hoje, Globo, Jornalismo, Karina Kovalick, Famosos, Televisão

Festival Respira Rio transforma Avenida Chile em prévia do futuro Distrito de Baixa Emissão – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

O Festival Respira Rio na Avenida Chile, no Centro – Foto: Cláudio Andrade

A Prefeitura realizou, neste sábado (1/11), o Festival Respira Rio, que tomou conta da Avenida Chile com uma série de atividades gratuitas para oferecer aos cariocas a primeira experiência do futuro Distrito de Baixa Emissão (DBE). A ação integra a colaboração da cidade com o Breathe Cities — parceria entre Bloomberg Philanthropies, Clean Air Fund e C40 Cities — e usa dados sobre qualidade do ar e contribuições da comunidade para construir um Rio mais saudável e sustentável.

Durante o evento, a Avenida Chile foi transformada por instalações artísticas, novas árvores e ações educativas que ilustram como o Centro pode se tornar um espaço mais verde e agradável. O público pôde participar de oficinas e atividades esportivas, além de assistir a apresentações do Baile Black Bom, símbolo da cultura urbana carioca, e às manobras do atleta de futebol freestyle Jonathas Bonela.

– A Feira Respira Rio é resultado de uma parceria importante da Prefeitura com a iniciativa Breathe Cities, para transformar essa região em um distrito de baixo carbono. Continuamos trabalhando para a cidade ser mais sustentável, inovadora, com mais qualidade de vida e desenvolvimento econômico para os cariocas – disse o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Osmar Lima.

Moradores também foram convidados a compartilhar ideias sobre o futuro Distrito de Baixa Emissão, em estandes de consulta pública e nas estações “Pergunte ao especialista”, onde puderam aprender mais sobre os impactos da poluição do ar e as medidas que a Prefeitura está adotando para combatê-la. As contribuições coletadas no festival servirão de base para o processo de consulta pública formal que definirá os planos do DBE até 2026.

O Festival Respira Rio acontece na véspera da Cúpula Mundial de Prefeitos da C40, parte do Fórum de Líderes Locais da COP30, coorganizado pela Bloomberg Philanthropies e pela Presidência da COP30 — reforçando o protagonismo do Rio como exemplo global de liderança climática local.

Moradora do Centro, a química ambiental Julia da Silva Rego, de 25 anos, participou do evento.

– A disseminação de informações é crucial para que mais pessoas compreendam os desafios ambientais e, em conjunto, busquemos soluções. Acredito que iniciativas como o plantio de árvores e a arborização urbana são fundamentais. Além disso, a gestão adequada do lixo e a adoção de práticas sustentáveis, como o uso de transporte público e a conscientização sobre o consumo de combustíveis, são medidas relevantes.

Distrito de Baixa Emissão: Centro com ar puro

O Distrito de Baixa Emissão será o primeiro do tipo no Brasil, cobrindo cerca de 2,3 km² do Centro do Rio até 2030. O projeto faz parte do Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática (PDS) e do Programa Reviver Centro, com foco na melhoria dos espaços públicos, estímulo ao uso residencial e redução de emissões de gases de efeito estufa.

A proposta inclui a ampliação de ciclovias e áreas verdes, melhorias na segurança para pedestres e o incentivo ao uso de veículos elétricos — promovendo uma renovação urbana voltada à qualidade de vida e à saúde da população.

Sobre o Breathe Cities

O Breathe Cities é uma iniciativa global criada em 2023 por Michael R. Bloomberg, enviado especial da ONU para ambição e soluções climáticas, e pelo prefeito de Londres, Sadiq Khan, copresidente da C40 Cities. O programa busca reduzir em 30% a poluição do ar e as emissões causadoras do aquecimento global até 2030 nas cidades participantes, em comparação com os níveis de 2019.

A iniciativa integra dados sobre qualidade do ar, comunidades e governos locais para apoiar ações concretas que salvam vidas, previnem doenças e reduzem emissões. Estima-se que o alcance das metas do programa poderia evitar 55 mil mortes prematuras, 111 mil novos casos de asma infantil e 394 megatoneladas de CO₂e, além de gerar economia de US$ 147 bilhões em custos de saúde.

Marcações: C40 Cities Cidade do Rio de Janeiro COP30 meio ambiente Reviver Centro

Prefeitura de Sorocaba cria “Setor Cérebro” para atuar em ações de inteligência e monitoramento – Agência de Notícias



31 de outubro de 2025

17:45

Por: Eduardo Santinon (esantinon@sorocaba.sp.gov.br)

Fotos: Eduardo Santinon/Secom

 

A Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Mobilidade (Semob), coloca em funcionamento, a partir de segunda-feira (3), seu Centro de Inteligência Urbana, popularmente conhecida como “Setor Cérebro”. A unidade tem como missão fornecer relatórios estratégicos e informações qualificadas ao Executivo Municipal, apoiando a gestão de crises e riscos urbanos nas áreas de mobilidade e segurança, por meio do Centro de Controle Operacional Integrado (CCOI).

“Mais do que uma sala de controle, o ‘Cérebro’ representa uma nova forma de governar, baseada em integração e inovação. É o símbolo de uma cidade que pensa, analisa e aprende com seus dados, que valoriza a vida das pessoas e que utiliza a inteligência para servir melhor a todos. Com o ‘Cérebro’, Sorocaba se posiciona como referência nacional em inteligência urbana, unindo tecnologia, ciência e gestão pública em prol de um futuro mais humano, sustentável e inteligente”, aponta o prefeito Rodrigo Manga.

Os trabalhos para montagem e operacionalização do “Setor Cérebro” estão em fase final. Ele está alojado junto ao CCOI, na Semob, em prédio no Alto da Boa Vista. Nesta sexta-feira (31) houve a instalação do mobiliário e dos equipamentos de informática, além de reunião da equipe que vai atuar na unidade, para apresentação do plano e da rotina de trabalho.

A iniciativa é uma parceria com a Secretaria de Segurança Urbana (Sesu), pois dois profissionais são da Guarda Civil Municipal (GCM) e que já atuam no CCOI. O Centro de Inteligência Urbana terá: um coordenador de Gestão Estratégica e Integração Intersetorial; um analista de Dados e Mobilidade, um de Transporte Público, um de Segurança e Monitoramento, um de Defesa Civil e Resiliência e um analista de Tecnologia e Integração.

“São todos profissionais técnicos que vão criar relatórios e fazer análises científicas de dados de mobilidade e segurança, a partir das ferramentas tecnológicas que são utilizadas pela Semob e GCM, como os sistemas Smart Sampa Sorocaba, Muralha Eletrônica, Waze for Cities, semáforos inteligentes, Protege Mulher, entre outros”, aponta o secretário da Semob, Carlos Eduardo Paschoini.

As áreas de maior impacto incluem mobilidade urbana, transporte público, segurança viária e defesa civil, consideradas pilares da qualidade de vida e do desenvolvimento urbano sustentável. O “Setor Cérebro” integra, analisa e interpreta informações em tempo real, oferecendo suporte direto à tomada de decisão estratégica e operacional.

“Seu propósito é claro: transformar dados, imagens e demais informações em decisões e em resultados concretos para a população. O foco é construir uma Sorocaba mais segura, eficiente e resiliente, capaz de antecipar problemas, reagir com agilidade e basear cada ação pública em evidências e inteligência de dados”, destaca o chefe de Divisão de Fiscalização e Mobilidade Urbana da Semob, Jorge Luís Junior.

Além da atuação técnica, o “Setor Cérebro” também se consolida como núcleo de inovação e conhecimento aplicado, a promover parcerias com universidades, centros de pesquisa e o setor privado. “Essas conexões fortalecem o ecossistema local de inovação tecnológica, permitindo o desenvolvimento de soluções inteligentes e o aprimoramento contínuo da gestão pública”, complementa Paschoini.

Lula inaugura ampliação do Aeroporto Internacional de Belém

Por MRNews

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou neste sábado (1º), em Belém, da entrega da ampliação do Aeroporto Internacional de Belém, como parte da agenda de eventos conectados à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que acontecerá no período de 10 a 21 de novembro, na capital do Pará. O presidente Lula também inaugurou a requalificação do Porto de Outeiro.

A obra de ampliação do aeroporto recebeu investimentos de cerca de R$ 450 milhões da concessionária Norte da Amazônia Airports (NOA). O novo terminal dobra a capacidade de operação de atendimento, que passa de 7,7 milhões para cerca de 13 milhões de passageiros por ano.

A área de embarque foi triplicada, novos sistemas de climatização foram instalados e também foram realizadas obras de modernização do pátio de aeronaves e do balizamento noturno. Também foram implantadas tecnologias de auxílio à navegação aérea, como os sistemas Papi e ALS, melhorando a infraestrutura operacional para pousos e decolagens.

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Para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras condições que exigem ambiente controlado foi instalada uma sala multissensorial, além de novos espaços comerciais, áreas de convivência e mobiliário inspirado na cultura amazônica.

Porto

O novo Porto de Outeiro recebeu a ampliação das instalações, com a construção de 11 dolphins, a instalação de dez pontes metálicas e ampliação do píer de 261 metros para 716 metros, com capacidade de deslocamento de 80 mil toneladas, o dobro da capacidade anterior.

Considerado estratégico para a logística da Região Norte, o terminal será voltado à movimentação de granéis sólidos, líquidos e carga geral, atendendo à crescente demanda de exportação de minérios, grãos e derivados da indústria alimentícia e energética.

“As obras consolidam o distrito de Outeiro como base estratégica da logística da Região Norte e fortalecem a matriz de exportação do estado do Pará”, escreveu presidente em uma rede social.

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A modernização do cais inclui ainda atualização nos berços de atracação, retroárea pavimentada, pátios de armazenagem e sistema de acesso rodoviário. 

O projeto, concluído em pouco mais de 6 meses após o início das obras, foi executado pela Companhia Docas do Pará (CDP), em parceria com a Itaipu Binacional, com investimento total estimado em R$ 233 milhões.